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Me ame ou me odeie, mas não fique em cima do muro.
Não tenho paciência para esperar, mas o que amo, não abandono.
Amo intensamente, amo eternamente.
Liberdade é meu nome, aventura meu sobrenome.
Por isso me chamam de louca e às vezes de inovadora.
Pra mim tanto faz, enquanto estiver sorrindo, sem mentiras e injustiças, estarei aproveitando a vida.
Isso me basta.
Também não acredito em uma vida de liberdade absoluta, embora tenha dentro de mim uma força inexplicável que me leva a buscar por ela.
Marcas? Várias situações vividas, histórias de vida ou morte, tempo que passa.
Sim, tenho muitas.
Não, elas não deixam meu corpo mais bonito nem me fazem mais desejada.
Não, não me importo em mostrar cada uma delas.
Sim, tenho orgulho das superações que elas contam.
Tenha orgulho das suas marcas também, elas mostram o quanto você lutou para estar aqui, agora.
A maioria das pessoas não está preparada para enfrentar seus monstros internos e se posicionar frente à sociedade como elas realmente gostariam de ser.
Apesar de tudo e de todos, viva.
Viva quando estiver feliz,
Viva quando a tristeza chegar,
Viva quando o vento vier forte
E te tirar do seu lugar.
Apesar de tudo e de todos, viva.
E surpreenda-te contigo mesmo,
Descubra a tua força,
Pra que quando chegar a tua hora,
Tu possas dizer
Apesar de tudo e de todos, vivi.
Porque a vida não é feita só de alegrias ou coisas boas, mas são elas que fazem a gente enfrentar o que for, questionar verdades absolutas e decidir ir em frente naquilo que acreditamos.
Enquanto há vida, há mudança.
Ninguém permanece o mesmo desde o momento em que veio ao mundo.
Mudamos tudo.
Aprendemos a andar, falar, comunicar.
o cabeço é outro, a pele é outra.
Crescemos.
Nem sempre porque queremos,
algumas mudanças nos são impostas,
outras escolhidas.
E não existe mudança sem dor.
Ou perda.
Pois o propósito de mudar,
é ganhar.
Ganhar experiência, história, vida.
Alguns ganham até asas
E fazem vôos rasantes, turbilhando os que no chão ficam.
Se está doendo é porque a mudança está acontecendo.
Não interrompa o processo, aceite-o.
No final, mesmo que não seja aquilo que você planejou,
Você vai ver que valeu a pena.
Porque só não muda quem já não vive.
E quem vive sem mudar, já morreu e não sabe.
A nossa missão é descobrir o que nos dá mais felicidade nesse mundão. Escolher, entre as milhares de opções que ele oferece, aquela que nos faz voltar para casa satisfeitos com o que fizemos.
E também com o que não fizemos.
Passamos a vida procurando pela liberdade e quando encontramos, percebemos que ela sempre esteve dentro de nós; a gente é que tinha medo de soltá-la.
E assim fui vendo minha juventude se deteriorando dentro de um quarto, vendo minha vida passar como se não tivesse mais forças para lutar.Envelhecendo com os meus pensamentos na companhia da solidão.
A felicidade pode ter sido até mesmo rápida demais, mas, o importante que foi perfeita. E aquela sensação boa daquele momento perfeito ficará na sua memória para o resto da vida.
A Independência não se conclui somente quando a ocupação colonial
deixa o território, ela é um processo a ser continuamente construído e preservado para que não nos degrademos e nem venhamos cair nas mãos do Colonialismo Moderno.
Entre Independência ou morte dá para perceber que infelizmente alguns muitos nesta nossa Nação optaram pela morte visível denunciada pela seca dos rios, pela fuligem em virtude das cinzas das nossas florestas consumidas por incêndios que estão em curso, pela falta de apreço e falta de preservação do nosso Patrimônio Cultural e Artístico.
Eu sempre bebedora constante da fonte de Ariano Suassuna, sou uma "realista esperançosa", sonho sempre em festejar a Independência com vida como o meu segundo aniversário e que venhamos a gostar mais de nós mesmos ou até mesmo nos respeitar mais entre si (porque ninguém é obrigado a gostar de ninguém) e amar o nosso Brasil que é um país que nasceu com tudo aquilo que outras Nações não tiveram a mesma oportunidade de nascer.
Independência e vida,
Independência com vida,
Independência é vida!
Com amor,
Anna Flávia. 🇧🇷🎉💚🎊💛
A Vida Não é Justa. Viva Assim Mesmo
O mundo é cruel.
A vida é cruel.
As pessoas fazem de tudo o mais cruel possível.
Mas veja o mundo —
veja a vida com outros olhos.
Romantize o que há de melhor,
se envolva com o que te faz querer viver.
E considere mortos
aqueles que, um dia, te fizeram acreditar
que viver não valia a pena.
A vida é um universo, a experiência humana uma viagem, nós os viajantes.No ceu infinito e profundo milhares de estrelas bailam na imensidão noturna. As maiores estrelas brilha de uma forma mais intensa que as menores; ofuscando o brilho das pequenas, mas ambas respeitando o espaço e o tempo de cada uma dão seu brilho como pode. Algumas para disfarçarem se camuflam entre o dourado, branco, azul e vermelho. Umas estão unidas em constelação. Outras isoladas das demais. Umas, nesse exato momento, estão morredo para dar a vida ao renascimento de uma super nova, e outras sem menos aperceberem disto, estão caindo nas armadilhas invisíveis
do cosmo; sendo egolidas pelos monstruosos buracos negros.
O universo nós dão um norte sobre o que é o significado da existência.Que todos nascemos para brilhar, independe do tamanho dessa luz e, que todos tem seu
espaço e tempo no espetáculo da vida.Mas é preciso ser realista, o cosmo nós dão uma visão que nada dura para sempre, nem mesmo os astros que parecem eternos. E que assim como as estrelas passa por processos caóticos para que renasça um novo, assim somos nós. É preciso do caos para que haja renascimento.
NADA e TUDO são profundamente opostos e abrangentes. Mas não significa que o NADA seja algo infinitamente vazio, ou que o TUDO seja algo absolutamente completo. TUDO e NADA são relativos, e diante do TUDO e do NADA absolutos, ambos são absolutamente nada.
A Eternidade é a carruagem do tempo, ensandecida em sua interminável viagem pelo infinito. Ela é o oceano sem limites, sobro o qual passam as frágeis frotas dos tempos, das idades e das eras em sua inútil e ridícula jornada rumo ao nada. Diante da Eternidade, um ano, um século, um milênio, mil milênios, um trilhão de milênios, não chegam a representar nem sequer um mero segundo. Em face da Eternidade os heróis desaparecem, as pedras viram pó, as estrelas perdem seu resplendor, e os deuses, consumidos pelo tédio de contemplar inertes o repetitivo devanear de galáxias moribundas, clamam pela morte...
