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Amor, amor, amor...
O perfume no ar
Ela passa devagar
Deixou marcas no coração
Do homem que não soube ama-la
Desfilando nas lembranças
Com seu vestido encantador
O perfume dessa moça
Encantou o seu amor
Este perfume que exala
de sua pele tão clara
O deixou louco de amor
Ela não o enxergou em sua frente
Ele se corroeu de rancor
Dando espaço para a vingança
O amor não correspondido
O enlouqueceu de tanta dor
A inveja e o egoísmo
Seu ciúme descabido
O controle perdido
Acordou o monstro adormecido
A crueldade que fez com ela
Sem compaixão ou temor
Abafou o perfume que sua pele exalava
E sucumbiu o amor
Pobre homem infeliz
Na tentativa frustrada
Perdeu a mulher que amava
Não percebendo o seu amor
Essa pele clara
Esse perfume que exala
Nunca mais sentirá de perto
Pois perdeu seu grande amor.
Ela continuará desfilando e exalando seu perfume, nas lembranças desse pobre sofredor.
A saga do falido
Coração torpe
Nenhum pouco cometido
Atento a vítima
Ludibriar
Consequências de atos malignos
Breve surge seus efeitos
Mediocridade, inseguranças, falências com certeza
Por escolhas decididas
Pobre espírito que acredita
O sucesso acontecer
Fadado ao simples fato de sua história nos dizer.
E tudo ocorre outra vez
Basta observar
És o verso mais tangente.
És tão eternamente presente.
És algo fora de toda magia.
És o tudo do tudo que eu queria.
Minhas noites vazias são eternas testemunhas
da falta que tu me faz
Te proponho um trato: volta... vamos deixar fluir... que importa se amanhã de novo tens de embora ir...
Meu elemento é água. Desejei e um oceano e na terra surgiu. Mas quando precisei e desejei forte um buraco de fogo. Na terra se abriu e lava quente de lá saiu.
Eu escrevo até o mais triste verso chorar.
Estou escrevendo tristeza; percebo isso, quando as letras começam sangrar entre meus dedos...
Meu conselho pra ser milionário,
Veja a luz e siga. mas não fique cego
Escreva tudo, mas nem sempre o certo,
Bata nessa tecla, martelo no prego,
Faça ela virar bem mais do que um duelo,
Faz isso virar uma luta, mente e verso
Eu achava que essa ressaca passaria na manhã seguinte
Mas não passou, nem nessa e muito menos na outra
E já é quinta-feira...
Maldita ressaca essa que se chama saudade.
Sempre que eu fixava em seus belos olhos
Eu enxergava um universo que era só seu, mas que eu fazia parte
E hoje eu me pergunto, por onde anda aqueles olhos verdes.
Essa tua pele morena me fazia delirar
Eu despertava desejo nas curvas do seu corpo
E você sabia o quanto eu te desejava por inteira
Mas só tive teu prazer.
" Ô nega Gabi, me leva,
me leva pelos teus encantos.
Termina com teu beijo esse meu pranto.
Me chama.
Ah nega, minha nega Gabi, eu te quero tanto."
Vivia noites de boemia
Beijando outras bocas e se perdendo em outros corpos
Mas sempre na manhã seguinte acordava sozinho na cama.
Perdoai as nossas ofensas diante de tanta pobreza de verso, prosa e rima. Assim como perdoamos a quem nos tem ofendido pela falta de leitura, bom senso, discernimento e interpretação de texto
A poesia está em tudo, dentro e fora de nós, mas só toma forma quando deixamos que os sentimentos aflorem. Tão especial é essa alquimia, que muitas vezes o poeta cabe inteirinho num só verso.
Queria
ser apenas um frescor
Uma faísca de sol.
Uma pequena brisa.
Um corpo vestido
de pétalas e sonhos.
Queria!
Queria ser borboletas
esvoaçantes.
Um sereno,
nas suas noite quentes.
Um orvalhar
em seus amanheceres.
Um favor.
Um beijo.
Um sonho.
Um verso.
Queria!
Mas queria ser bordada
com linhas da sua imaginação.
Do seu querer
Do seu bem-me-quer!
Queria!
Estávamos ali,
conversando,
com vinho
indo e vindo...
Ela me olhou
e disse:
Mais uma taça!
Eu fingi que ouvi:
Me abraça.
...e transamos.
Ele versava...
Ele era um menino que versava.
Em meio aos seus tortuosos caminhos,
às suas pedregosas estradas.
Ele versava.
Em sua pele a história.
Em seu olhar a memória.
Em sua trêmula voz jorrava como foz
seu desejo de vitória.
Ele versava,
essa era a sua glória...
