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O ser humano perdeu o equilibro com natureza e perdeu o equilibro com a tecnologia. A única coisa que pode trazer esse equilibrio é uma religião
O mundo, que hoje está tão estranho com a tecnologia, a ponto de duvidar da própria imagem até no espelho.
A era tecnológica nos faz sonhar para um novo despertar, mas estamos cada vez mais aprisionados em nosso antigo modo de ser
A vida conectada é uma grande ilusão, nunca nos sentimos tão sós e tão vazios no meio da multidão. O próximo ficou muito mais distante que o longe tradicional e o que era palpável se tornou frio e mórbido. A beleza nunca foi tão artificial e sem deslumbre. Evoluímos e nos tornamos escravos da tecnologia, fomos robotizados e nos desumanizamos.
MAL TRAÇADAS LINHAS
Antes de existir,
Tanta tecnologia,
Era preciso possuir,
Papel, caneta e ousadia.
Geralmente assim,
começavam as modinhas,
E as cartas de amor,
Escrevo-te estas mal traçadas linhas,
Dizia o tal sonhador.
Enviava o envelope,
Por algum menino ou estafeta,
Mandava a galope,
Com rosas ou violetas.
A resposta da donzela,
Aguardava ansioso,
Observando a janela,
Sempre curioso.
Ah! Mas tinha um medo tremendo.
Do pai da jovem e saía correndo,
Pois o primeiro gritava,
Minha filha casará com um doutor,
E o último retrucava,
E serei eu, sim senhor.
Depois de muitas confusões,
Os apaixonados se casavam,
A custa de choro e safanões,
Ambos se amavam.
Então as crianças chegavam,
Os avós se rendiam,
Com alegria esperavam,
E sobre os netos amor derretiam.
E a vida então seguia,
Mas chegou um dia,
Que veio a tal tecnologia,
E uma estranha mania.
As conversas em rodas de amigos,
Hoje são por uma tal,
de rede social,
E aí mora o castigo,
A juventude pouco lê,
Mas tem opinião,
Mesmo que seja a da TV,
Para alguma ocasião.
Escrever até que escrevem,
Com figuras de linguagem,
Erros ortográficos e abreviações,
Claro que há exceções.
Ainda existem papel e caneta,
Mas isso quase não se usa mais,
Restou a ousadia com nova faceta,
Apenas para romances banais.
Hoje se escreve na rede social,
E perdoem-me se pareço banal,
Mas ainda usarei a expressão,
Escrevo-te estas mal traçadas linhas,
Para confessar minha paixão,
E sonhar que um dia serás minha.
Não apenas namorada,
Mas também esposa e amiga,
Amante amada,
Companheira querida.
Perdoe estas mal traçadas linhas.
Autor: Agnaldo Borges
03 e 04/10/2014 - 18:30 - 16:28
Ver Richard Clayderman (pianista) e Cláudia Jung (cantora), entoando juntos a canção ''Je t'Aime mon Amour'', velhinhos porém cheios de vitalidade ainda, me fez refletir... Pensamento voou longe, para trás, para o passado, e então eu me senti feliz, me senti orgulhosa, de uma alegria sem nome por ter feito parte desta força jovem dos anos 70/80/90!
Erguemos um mundo próspero, conectado pela tecnologia e pelo objetivo elevado de fraternidade interfronteiras!
Derrubamos o racismo, o machismo, o sectarismo, derrubamos muros de pedras e tirania, fomos às ruas e derrubamos a ditadura e governos corruptos!
Fizemos o que aí está está: duradouro, forte, avançando futuro a dentro para dar aos nossos filhos e netos uma vida mais digna e mais respeitosa do aquele que muitos de nós e nossos pais e avós conheceram na infância!
Meu pai não teve cadernos nem lápis, teve uma pequena e rústica lousa onde aprendeu a ler, a contar e a escrever. Eu, sua filha, tive cadernos, lápis e livros mas hoje digito meus textos em computador de última geração.
Eu fiz parte deste progresso espantoso! Procurei me inserir, aprender, usar e produzir através da tecnologia. Não é este uma motivo imenso de orgulho e felicidade?
Não foi perfeito o caminho, a perfeição ainda está a anos luz, mas fizemos o melhor possível! Doamos sangue e coração, alma e sentimento à nova vida que vislumbrávamos nascente! Destemidos, inspirados e cheios de paixão, não fomos uma geração qualquer, uma geração "xyz" ou "isso e aquilo", fomos A GERAÇÃO! Única, especial, de ouro! Verdadeiramente guerreira e imbatível, empunhando sobretudo as armas do "paz e amor"!
Defeitos? Todos os possíveis, mas todos também servindo de aguilhão à aquisição de qualidades maiores! Fugir da luta nunca foi nosso fraco!
Estamos indo embora, mas voltaremos um dia, voltaremos para reiniciar o trabalho que deixamos aqui, voltaremos para dar prosseguimento ao que as gerações que nos sucedem agora fizeram e estão fazendo de bom, e corrigir os caminhos que foram distorcidos ou interrompidos!
Voltaremos com a alma renovada de novos conhecimentos, hauridos longe daqui e traremos para a Terra, nosso cálido berço evolutivo, mais uma parcela do progresso que modificará novamente a paisagem do mundo. Seremos nós, os "velhinhos" de hoje, porém melhorados, rejuvenescidos pela reencarnação, insistindo mais uma vez no bem para corrigir equívocos, para desfazer malfeitos! Mais uma vez seremos no solo planetário a geração paz e amor entoando seus hinos de sã rebeldia, pedindo que nos deixem ser como quisermos fisicamente, cabeludos, rebeldes, roupas curtas mas podando, quem sabe as últimas arestas do passado rudimentar e propiciando, novamente, paras as gerações futuras, a oportunidade de fomentar com mais facilidade as melhorias que eles trouxeram para executar.
Voltaremos!
Abram os braços para nós, nos recebam, nos eduquem com amor, nos criem em paz! Retribuiremos amor com amor, paz com paz, mas se ainda não puder ser assim, se ainda for a dor que nos receber, retribuiremos a dor com "amor e paz", porque esta é a marca de nossa geração!
Até lá!
Lori Damm, "Reencarnação" (31/07/2021)
A tecnologia deve ser compartilhada de forma simples e objetiva, a principal função de quem ensina, é saber que nem todas as pessoas possuem o mesmo grau de conhecimento.
Tudo tem que ser explicado com calma e com o máximo de detalhe.
A aprendizagem é uma ferramenta indispensável para nosso profissionalismo, estou em busca contínua para aperfeiçoar meu desempenho e atuar de forma interativa com o uso das tecnologias para diferenciar minhas práticas pedagógicas...
Carros, máquinas e eletrônicos de última tecnologia não garantem felicidade à família brasileira; mas, um coração obediente a Deus e santificado na graça do Senhor Jesus.
Comunicação e tecnologia arcaicas são aquelas que seus infratores inventam um jeito de enganar a vítima, pensando que as suas informações nunca serão checadas por terceiros.
Nenhuma tecnologia moderna ou protesto público traz a felicidade ao homem, senão a posologia do sangue do Cordeiro de Deus que liberta a sua alma para ser feliz, sábio e bem-sucedido.
A tecnologia consegue ampliar o sistema capitalista, submetendo indivíduos a aceitarem seus métodos sutis de escravização e de dependência social.
A tecnologia de ponta ainda está atrasada alguns anos, porque vive na ponta, em vez de se tornar uma ponte tecnológica para quem está ainda no cabo dela.
A tecnologia é muito bela, avançada e progressiva; porém, bastante atrasada em relação à aproximação dos relacionamentos humanos, onde cada vez mais distanciam-se o amor, a credibilidade, a comunidade da mútua cooperação e acima de tudo, o próprio Deus em último lugar nos planos dos corações de toda humunidade.
Estamos caminhando para a era da escravidão, onde todas as tecnologias farão das mentes e dos corações humanos robôs de suas próprias infames aspirações.
A tecnologia nos surpreende pela sua criatividade; mas, o que mais nos impressionaria é o amor que vai além do que podemos fazer, criar e desfrutar.
Ultrapasse os limites da tecnologia da comunicação moderna, comunicando-se com Deus em oração, expressando-Lhe seus desejos, buscando a Sua sabedoria de todo o coração.
Quanto maior a tecnologia dos homens para manter a segurança patrimonial maior a criatividade dos malignos corações, maquinando o mau contra o patrimônio corporal, familiar ou social até que o efetivo policial aumente e parta para maiores estratégias da IA para criar, identificar, cercar e prender milícias e os seus associados.
Se o homem deixar de olhar para cima com propósitos de buscar a verdadeira felicidade, tudo o que ele experimentou o colocará para baixo, fazendo a sua alma morrer na angústia, deprimida, mesmo curtindo a melhor tecnologia, pensando no tempo perdido que deveria viver a vida com sabedoria.
