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O QUE É TECNOLOGIA DE EVENTOS PARA NÓS?
Tudo o que existe no mundo tem uma leitura subliminar e outra sub-reptícia. A TRADUÇÃO SEMIÓTICA ajuda a desvelar da etiologia e a epistemologia das duas, em qualquer evento.
Silêncio que Respira
No ruído das máquinas,
busco um silêncio que respira.
Onde a alma não se explica
ela apenas é.
Há pixels que brilham,
mas não iluminam.
Há palavras que gritam,
mas não curam.
No fundo da ausência,
escuto o que o mundo enterra:
a ternura do instante,
a fé sem altar,
a justiça sem plateia.
As mãos vazias,
que não postam, não vendem, não imploram
essas sim, sustentam o invisível.
Essas escavam a verdade
que o ouro não compra
e que os likes não alcançam.
Na palma da mão, não carrego espadas,
mas sementes.
E mesmo que a terra esteja dura,
é nela que insisto em plantar
o impossível.
Porque há um Deus que não cabe em dogmas,
um amor que não vira tendência,
e um eu que não quer mais performance
quer presença
"Movidos pelo amor à tecnologia, guiados pelo respeito e integridade, nascemos para transformar ideias em potência real."
A tecnologia democratizou a fala, mas também criou megafones para discursos vazios, agressivos e oportunistas.
A era do novo normal já passou.
Agora, é tecno-coexistência em vida algorítmica.
E isso pede mais do que atualização: pede presença.
Pai nosso que estais no Google
Pessoalmente procuro estar na virtualidade o mais próximo da realidade possível é lamentável aliás é extremamente lamentável em que as pessoas ao longo de décadas tenham deixado se moldar pela tecnologia artificial e tenham se tornados Frias e calculistas como as máquinas que nos separam. Nas redes sociais não se fala em qualitativo e sim em quantitativo em likes compartilhamento enfim as relações de virtuais que tanto então pouco tempo nos uniu nos juntou é a mesma que em pouco tempo tem nos separado e nos tornando cada vez menos humano. O que me entristece nisso tudo é que são pessoas próximas muito próximas de nós e se fecharmos os olhos com a intensidade do nosso coração é possível tocá-las como se estivessem frente a frente conosco.
Os Homens da terra se acham super inteligente, mas com todos suas tecnologia e a disponível ciência esquece da sua mortalidade e que todo o dinheiro que possui um dia ficará para sua próxima geração, mas forte que a morte é Deus que a Governa
Quanto maior for o avanço tecnológico da civilização humana, menos estaremos em toque com nossa humanidade e mais próximos estaremos das máquinas.
Psiquiatria/tecnologia
Medo, perseguição, pânico.
Síndrome, armação oculta ou engano geral.
O que, qual.
A esquizofrenia.
As vozes.
Telepatia.
Intra sons ferozes.
Meu caro bipolar.
Lestes tua mente.
Qual a frequência das lentes.
Antes, antigamente.
De Moisés foi sinal abrir o mar.
Hoje, subentende, subliminar.
Marte, lua, luar.
Satélites modernos.
Poeiras no ar.
Uauauau.
Boderline, depressão.
Na veia, o que pode viajar.
A besta abrindo caminho.
Oh meu Deus, volte ao tempo do pergaminho.
O planeta quer suicidar.
A ansiedade.
O câncer.
A mente aprisionar.
Dou teu filho a filha de quem.
Quem possue algo tem.
Grande caçador Nirode.
De celular em celular.
Chips e chips.
Sinais pelo céu.
A torre de babel.
O homem novamente a desmoronar.
Vem logo Jesus.
Colocar as peças do jogo na caixinha.
Ou esparrama as peças dessa dama.
A trama desse xeque.
Jogadores de pileque.
Judeus, cananeus, Amaleque.
Tira o pano.
Jogo romano.
Eu que não sei de nada.
Dou me por inocente.
Diga e revele a toda gente.
Quem tá jogando.
Armando.
Humilhando o semelhante.
Templo, laboratório ou escritório profano.
Espada de tundera.
Dê me visão além do alcance.
Comi o pó rebolando.
Que a maldade dance.
A espada da justiça alcance.
Giovane Silva Santos
A tecnologia robotizada não possui ainda a capacidade de gerar grandes resultados em um mundo que ainda é constituído de pessoas movidas por sentimentos e emoções. Robôs não abraçam, não transmitem calor humano.
Quando já não houver nenhum traço de sentimento no coração do homem, então seremos uma humanidade constituída de robôs, e a vida que conhecemos hoje, já não fará mais nenhum sentido.
Se uma máquina pode imitar a humanidade de forma convincente - consegue até convencer um ser humano de seu parentesco - então o que a torna desumana? Afinal, o que é o pensamento humano senão uma série de impulsos elétricos?
Você já se perguntou se as pessoas acham “muito legal” o fato de que o seu filho já consegue ligar o smartphone aos três anos de idade? Você já se deu conta de que propagar intermitentemente a suposta “genialidade” de seu filho é incrivelmente desinteressante?
A probabilidade de que você tenha um cartão clonado ao fazer compras pela internet é muitas vezes menor do que a probabilidade de clonagem de seu cartão em shoppings, supermercados, botecos ou postos de gasolina. Então deixe de ser ressabiado e utilize a tecnologia em seu benefício. E utilize também o conhecimento para sobreviver à nova década que agora se inicia.
E aquela galera que nos xinga porque visualizamos uma mensagem e não as respondemos a tempo e modo? Será que esse pessoal pensa que a nossa vida é estar com os smartphones a postos, no aguardo ansioso por mensagens de texto, de vídeo ou de áudio? Será que esse pessoal não cogita que podemos estar trabalhando, cuidando de crianças, concentrados em algum bom livro, “obrando” no banheiro ou simplesmente querendo ficar quietos? As pessoas se tornam chatas, invasivos, agressivas e não menos inconvenientes ao insistirem em conversar quando não queremos ou não podemos. Isso é egoísmo e prepotência.
Se vocês imaginarem, por exemplo, que um aparelho celular comum nos dias de hoje possui uma tecnologia infinitamente superior à tecnologia da Apolo 11 – a espaçonave que, em 1969, levou o homem à lua, o que na linha da história foi praticamente agora – já poderão ter uma ideia de que a geração de informação e de conhecimento cresce atualmente em projeção geométrica. Mas, paradoxalmente, muita gente ainda não sabe o que é a Apolo 11, e muito menos que o homem foi à lua. Como pode isso?
A tecnologia teve o condão de revelar ao mundo as milhões e milhões de pessoas que são deseducadas, desocupadas e sobretudo egoístas; revelou uma sociedade de mulheres e de homens solitários, sexualmente infantilizados e que, por detrás da tela de um notebook ou de um smartphone, fingem descaradamente serem o que não são, ou possuírem o que jamais possuíram, ou até mesmo um estado de felicidade e de autossuficiência que, na prática, é inexistente.
Humanos tão inteligente que fez de máquinas seus escravos.
Humanos tão inteligente que fez as máquinas mais sábias do que a própria humanidade.
"A vida do homem carnal está inserida numa grande programação enganosa, as famílias vendem a alma, desmama o filho, mata pai e mãe, entrega se irmão no covil de satanás e conquista covardemente a morada no inferno,
Giovane Silva Santos
