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As pessoas vivem em um mundo imaginário cada um com seus sonhos que talvez nunca se realizem mas a vida e isso escolha sua ilusão e divirta-se
SONHOS E FANTASIAS
E um dia eu acreditei
Nas ilusões da vida
Acreditei nos poetas
E acreditei nas fantasias
Num belo dia comecei escrever
Escrevi, escrevi e adormeci
Sonhei os sonhos mais lindos
Que pena, acordei eram apenas sonhos
Sonhos e fantasias de uma poetisa
Mais eu acreditei
LáFeOli
Revirando fotos, momentos...
Busquei teus olhos
Quis teu riso !
Encontrei teu ombro em outro
Teus lábios
Em nenhuma lembrança
Tuas mãos nas minhas
Teu corpo no meu !
Deletei, excluí...
Desistir dos sonhos
Em vão !
Ruas, calçadas...
Mudei meus passos
Troquei caminhos !
Persiga seus sonhos e nunca deixe que digam que é impossível!
Um sonho realizado revigora a conquista de seguir em frente e traçar novos objetivos!
Foco e perseverança são essenciais na busca da realização dos seus sonhos. Sem isso, é impossível concluir suas metas.
Somos filhos dos sonhos. Raízes da liberdade.
Flor que nasce no pomar dos que aprecia borboletas e festeja alegria.
Somos o que decidimos ser, quando a coragem resolve sair da toca e esquece o comodismo, abre caminhos, arranca os espinhos, aduba sementes e faz o acontecer florescer. Porque, só os que se arriscam, vão longe. Só os que não temem o escuro, conseguem ver a luz. Só os que não se assustam com o tombo, sabem voar. Só os que erram, aprendem a acertar. Não desejo pra mim uma vida fria e nem quente. Gosto da temperatura certa. Adapto-me ao momento e faço o meu tempo brilhar. E por mais que queiram me cegar a esperança, não deixo de ter sonhos, de ter liberdade e de plantar as minhas raízes em pomar de tronco que não se quebra, nem se dobra. Minha maior marca é eu ser eu, díspar em vida dos muitos (e tantos) iguais.
Follow in life with always the same steps in which you followed. Even if unhappy people try to knock you down...
(Siga na vida com sempre os mesmos passos em que você seguiu. Mesmo que as pessoas infelizes tentem te derrubar...)
O ideal não é necessariamente perseguir os sonhos! É importante saber buscar, mas é preciso também saber esperar acontecer "
É ou não é triste passar a vida inteira cumprindo obrigações sem nunca ter construído nada de fato? O que você está fazendo para não viver essa tristeza no futuro?
Passo à passo se chega algum lugar, mesmo que seja difícil lutar sozinho é preciso lutar, pois mesmo que existam exércitos à sua frente é preciso acreditar, não basta ter sonhos é preciso dar tudo por eles, mesmo que os outros digam "desista", coloque um novo passo à sua frente, são esses passos que te farão chegar lá.
Sou apenas um amante da arte que desenha os próprios sonhos, escreve a própria história e toca a vida cantando as melodias do sucesso.
Fluem versos em mim...busco teu riso...quero, vou a luta. Sou assim: meus defeitos entrego, meus sonhos também !
Uma vida...
Uma vida sem sonhos, projetos ou perspectivas se revela extremamente vazia.
Uma vida sem a prática da solidariedade, a troca de conhecimentos, a crença em Deus e a confiança na esperança, mostra-se vegetativa.
Uma vida sem a valorização da família, dos amigos, das oportunidades, da simplicidade, da fé e da harmonia, está longe da alegria.
Uma vida sem se perceber a importância do perdão, as mensagens que os erros trazem, o desafio de cair e se levantar e a possibilidade de todas as manhãs acordar, é o mesmo que viver sem amar.
Uma vida cercada de bens materiais, calcada no consumismo, sem se preocupar com a grandeza do amor fraternal, é tão escura quanto a ácida tortura.
Uma vida sem a consciência da transitoriedade não é capaz de encontrar a felicidade.
Mas, pior do que a ausência de virtudes, sentimentos, práticas ou projetos, e ser e praticar isso tudo, e ainda assim, viver por viver.
Loucura
Loucura é deixar morrer a esperança
É esquecer a cor e o som dos sonhos
E deixar fugir a felicidade por pouco.
Quem se habitua ficar louco, é louco.
Loucura é dar ibope para o negativo
Lamentar seguidamente sem motivo
Passar pela vida sem roteiro ou rumo
Tentar restaurar amor fora do prumo.
Loucura é barganhar os sentimentos
Para receber as tais moedas da ilusão
Pagar promessa sem ter feito pecado
Gastar o tempo pensando na solidão.
Loucura é aceitar paixões alternativas
E se contentar com migalhas de afeto
Calar o coração impedindo-o de pulsar
Sepultar a esperança sob a luz do luar.
Quem se habitua a ficar louco é louco
Reflita assim ao menos por um pouco
Descerre de vez as cortinas do pranto.
Banhe-se no doce mar do encanto!
MAIS UMA
Eu não gosto de poesia;
Não gosto das suas rimas;
Remete a negação do dia- a- dia;
Dos sonhos acordados das vidas.
Me lembra que palavras;
Ditas com certa simetria;
Refletidas das almas;
De tudo que ia.
Me canso de reclamações;
Sonhos em tinta e papel;
Palavras, adequações em canções;
Sentimentos em papel, vidas ao bel.
Estamos cansados;
De precisar rimar, para que;
Palavras não se percam em sarcasmos;
E o sol, na solidão, não solidifique.
Para que sentimentos e atos;
Desatem nós, nos outros;
Para que “os” sejam a nós mesmos;
Porém, ninguém gosta de poesia obrigado.
Infelizmente digo;
De nada valem os sonhos;
Daqueles frios papéis e de caneta pousada;
Sonhos de realidade, são pesadelos.
Gostaria que poemas fossem;
Fingidores abstratos, pseudônimos;
Mas são apenas adequações, que torcem;
E retorcem paz momentânea para almas.
Sonhos com frio;
E calor impossibilitado;
Poemas adequados por um fio;
E lustra fato, dado.
Mascara o fardo;
Acalma o tato;
Finge de culpado;
E lembra que de fato.
No fim, não existe adequação que esteja sob controle.
Mas eu ainda tenho medo do escuro, medo do coração das pessoas, medo das pessoas, medo de decidir, de contar meus sonhos, de sonhar. Como posso ser grande se ainda não sou quem eu quero ser, se eu ainda acho que posso voar e ser invisível? Eu não posso ter crescido tanto se eu ainda tenho vontade de chorar feito uma criancinha, se minha visão de vida é tão curta, se minha ambição é irrisória. Eu definitivamente não devo ter crescido. As outras pessoas parecem tão grandes, tão mais fortes como se tivessem comido o espinafre que me faltou. O tempo não para, não me espera, e eu não o acompanho, ando acorrentado a um passado que não me deixa dar os passos que quero, que preciso, que tenho que dar.
Eu ainda não aprendi a perdoar, eu não aprendi a saber perder, a saber a hora de ir, o tempo certo de voltar. Como poderia eu ser tão grande se não dou opinião, se não tenho confiança nem própria nem alheia, se meu grito é mudo, se meus ouvido são falsos comigo mesmo? Não, eu não posso ter crescido, eu ainda quero tudo e todos só pra mim, ainda falo comigo, ainda acho que a vida é filme no qual eu atuo desde sempre. Porque as coisas mudam? De repente o mundo decidiu ficar em cima de meus ombros e eu sou tão mais fraco que eles. As pessoas me julgam e me matam e me odeiam em seus pensamentos enquanto me olham nos olhos e me abraçam, isso faz pouco sentido pra mim, eu não aprendi a lidar com isso ainda, talvez porque eu não seja grande.
Ainda me apaixono fácil e por pouco, ainda olho as estrelas tentando encontrar constelações perdidas, acredito nas pessoas, não sei lutar e perco o que quero por falta de insistência. Como posso ter crescido assim? Ainda brinco na chuva, acredito em discos voadores, mas não aprendi a ser traído, não sei receber de volta um ataque meu, odeio criticas, as vezes me julgando bom demais pra estar com alguns. Não me vejo carregando o mundo nas costas e se ousarem subir eu fujo para algum lugar aonde eu não seja pequeno demais, aonde não existam palhaços que assombrem, aonde musicas são cantadas pra eu poder dormir, sem violência, maldade, ganancia, ingratidão, inveja. Aonde traidores são jogados em poços profundos até que se decida perdoa-los.
O mundo poderá iniciar sua terceira guerra mundial, e lançar pessoas no espaço, e criar carros que voam, ou descobrir que tudo é em vão e que seus propósitos e esperanças são falsos. enquanto isso eu pequenino estarei correndo as alamedas dos sonhos despedaçados sem me preocupar com consequências, coerências, diferenças. Eu serei eu mesmo, apenas um pequeno gigante no meio de grandes insignificâncias.
