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Entre o sonho e a fantasia
...e, nem mesmo nascera o dia e aquela voz ruidosa não parava de repetir- é hora de acordar; é hora acordar;
Seria algum louco insensato, ou seria um cuco programado para descomedir-se inconsequentemente, de tal forma e, àquela hora!?
Mas, na verdade, não era nada senão a responsabilidade chamando o feito à ordem, que não de todo adormecida, fazia com que um corpo que parecia inerte sobrepor-se sobre umas pernas magras e desajeitadas, porem-se de pé e perceberem que era mesmo hora de acordar .
Naquela manhã, como em outras, tantas, o sol brilhava forte e isso dava uma vida nova àquela paisagem íngreme e extenuada constante, plena e indizível. Parecia que tinha algo novo, uma visagem, talvez, quem saberia?!
Mas, sabe aquela sensação de que há coisas boas mesmo onde não se imagina ser possível haver? E, com essa interpretação e uma cabeça que voava sob as poucas nuvens presentes no céu daquele dia, um vulto, inimportante e indiferente transitava além e aquém das evidências e circunstâncias do tempo e do espaço; passava como se nada fosse e ao mesmo tempo era tudo porque existia e ali estava, embora desprovido da capacidade de calcular a importância de sua visagem e de quão valiosa era ela para mantê-lo vivo. Apesar de sofrer as intempéries da parte que lhe cabia por ser e existir, eram as visagens e a ilusão, formada em seu interior, que o mantinha como uma chama, acesa e, até brilhante de vez em quando; e enquanto acesa estivesse a tal chama, haveria um equilíbrio entre os movimentos, entre os sentidos e os sentimentos que lhe percorriam a alma.
A realidade era sempre o momento presente. Passado e presente lhe eram tão plurais quanto singulares, não lhe causavam espécie; se fundiam num vácuo sem fim.
Amanhecesse ou anoitecesse, a ordem das coisas permaneceria inabalada para aquela cabeça. Não importava as mudanças, a beleza a seu redor, tudo que parecesse bom ou ruim, tudo que lembrasse o etéreo, o infinito, pássaros cantando, crianças sorrindo, jardins floridos com lindas borboletas, o mal, a tirania dos desalmados, tudo, tudo, lhe era tão insosso, indolor e invicioso. Já não lhe afetava o belo, nem tampouco as dores do mundo porque estava anestesiado pela realidade dura, obscura e pérfida que também não causava nenhuma sensação.
Seu mundo estava nas suas fantasias. E tudo parecia-lhe o que lhe era inerente parecer. Era sua cabeça que o guiava e não seu coração. Estava tão ausente quanto presente num espaço que parecia qualquer coisa ou quase nada, que apenas permitia uma jornada que necessária se fazia, um ciclo a ser fechado, mesmo não tendo noção disso.
Mas, apesar de tudo, era aquela cabeça que equilibrava aquele corpo e lhe dava visagens durante o dia e sonhos durante a noite para sobreviver longamente aos rigores e variações do mundo tirano à sua frente.
Havia, também uma estranha sensação de nunca saber se dormia ou se sonhava, se sonhava ou se vivia ou apenas sonhava para fingir que vivia. Havia, contundentemente, um contra-senso naquilo que lhe deram o nome de vida.
... e, nem mesmo o dia nascera e a mesma voz veemente renitente insistia: é hora de acordar, é hora de acordar.
Lúcia Araújo – junho de 2007.
"Que nossa capacidade de evoluir seja a mesma que nos faz sonhar, o sonho é bom quando se compra na padaria na vida temos obrigação de realizar cada um deles"
Quero pra mim uma vida de sonhos realizados. E assim fazer a cada dia uma poesia que me traga o sorriso desejado!
A primeira luz do incansável pensamento abstrato, substrato ou concreto encaminha-se sob a tendência do caloroso coração o desejar do seu encantado refúgio repousar.
A última semente do vasto campo se faz com as rosas entre duas mãos. A perfumar aquele cujo nela tocar.
MARCAS DO PASSADO
No passado deixarei
O sonho que eu tive
No passado eu deixei
a pessoa que amei
Era um sonho irreal
era triste mas legal
Não tem como explicar
Aquilo que só em sonhos vai ficar
Eu sonhava com você
Meu sonho era te conhecer
Mas tudo vai se esvaindo
Com o tempo, regredindo
Hoje eu só sonho
Com aquilo que outrora,
me trazia inspiração
com aquilo que outrora,
me preenchia o coração
Se eu amei?
Claro que sim..
mas essa grande amor
partia só de mim..
Talvez não foi real
talvez não era o destino
Mas é um sonho, uma história
que ficará para todo o sempre em minha memória.
Naufrago...
uma vida sem sentido,
um sonho não cumprido,
uma palavra jogada ,
uma alma despedaçada...
o medo que traz
um amor que se desfaz,
e entre o sonho e a visão
resta a dor no coração,
todas vozes que me assombram
ja trouxeram uma dor,
e minha alma ja cansada
ja não quer mais um amor,
perdido e ferido,
não há mais o que temer,
minha pobre e triste alma
ja não tem o que perder,
no mar que chamamos de vida,
sou somente mais um naufrago
que esta a afundar
não há o que fazer, não quero mais remar
eis aqui que tudo vai acabar....
Amar pode causar medo, assustar. Pode ser difícil para aqueles que não têm certeza. Devastador para os apaixonados. Não importa o sentimento, desde que o amor seja puro e autêntico. No final os que amam são mais fortes, sabem o que querem e não abrem mão de serem felizes. Felicidade construída pouco a pouco em sonhos a dois.
SONHE. E em Gibeom apareceu o SENHOR a Salomão de noite em sonhos; e disse-lhe Deus: Pede o que queres que eu te dê. 1Reis 3:5.
“Sonhe muito, mas não espere eles baterem em sua porta, corra atrás dos mesmos para alcança-los”.
O que fará com que teu sonho se torne realidade é a credibilidade que você decide dar, ou não, a ele.
Aos que acreditam e lutam pelos seus sonhos, diante de um fracasso, há sempre uma segunda alternativa: tentar de novo.
a vida é um espelho de desejos, quando se esta em um sonho bom ao acorda pede pra ser realidade, e quando se esta
em uma realidade ruim, pede para que seja um sonho
Definitivamente querida, na vida, quando Deus te descreve ele está a sorrir.
Imperativo, impossível não se encantar com teu semblante, mimosa flor, é puro encantamento.
O que nos leva a crer que viver e te conhecer fica justificado a existência nossa.
Virtuosas vontades, tantos adjetivos outros, quantos sentimentos nobres e bens quereres contemplas?
A beleza em sua completude, persona, são motivos merecedores de admiração, respeito e consideração formidável mãe, profissional, doce mulher.
No desfecho dessa homenagem singela, de pronto se revela, querida amiga, adorável companhia, sonho bom.
A ti ofereço o desejo e os sabores de todos os amores, todos os tesouros da sapiência, e ao meigo coração felicidade plena.
