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Não cometa o equívoco de achar que uma gravidez ou o nascimento de um filho de fato vai prender um parceiro. Por mais que a pessoa ame crianças, sonhe em ser pai ou anseie por vivenciar o momento de criar sua descendência, dificilmente as pessoas mantêm relacionamentos amorosos fornais por causa dos filhos. A maioria dos pais que não tem sentimentos suficientes pela mãe para sustentar uma relação à dois, acham que envolvimento amoroso e filhos são duas coisas diferentes. Portanto, antes de ter um filho, pense muito bem, pois além da criança jamais dever ser moeda de troca, ela também não merece crescer em um contexto de risco de prejuízos emocionais pela ausência de um pai e uma mãe comprometidos diariamente com seu bem estar. No final, na maioria das vezes acontece sempre o mesmo: a pessoa força a barra para ter um filho acreditando que isso fará o par a assumir, ele não assume, e a criança cresce emocionalmente carente da presença diária do pai com a mãe. Nunca deveríamos impor uma situação dessa a um filho.

Tô solteira, tô vivendo. Nem amando e nem sofrendo.

⁠Quando você descobre a sua essência, não é qualquer perfume que te agrada.

Ser solteiro não é ruim, ruim é ir pra cama com alguém e não sentir nada por tal pessoa. Por isso é melhor ficar solteiro.

PEGAR JUNTO...
Pegar junto é sinônimo
de ajuda,de colaboração
de complemento,de força.
É estar no momento da dor,no momento da falta,na hora em que uma maioria se ausenta.
Pegar junto é coisa de amigo,de quem ama,de quem te aceita nas tuas
piores crises.
É estar ali com muito
ou com pouco,mas é estar ali quando você precisar.
Pegar junto é olhar com carinho,é estar atento ao que você sente e o que você não demonstra estar sentindo.
É dar um pouco de si,lembrar do riso,do cheiro,
é fazer algo que poucos ou ninguém faria,
É colaborar na hora da necessidade,é ser mulher ou ser homem na verdade isso nem importa,o importante é pegar junto ,é estar junto,é fazer algo e acrescentar algo que está fazendo falta.
Já peguei junto,agora...
2015 será assim,cada um determinando o seu lugar no mundo,seja onde for Felicidades.
Solteira,feliz,livre, amadurecida e evoluída...porque se até o Pikachu evoluíu que dirá eu.

Parei de roer as unhas. Estou deixando o cabelo do jeito exato que gosto. Coloquei um piercing no nariz. Saio com a roupa que eu quero. Paguei uma viagem com meu próprio dinheiro. Fiz minha mala e estou indo pra praia sozinha.
Acham que chamam isso de liberdade, eu preferia dizer que agora sem você , eu estou podendo finalmente ser eu mesma. Sem mentiras, sem promessas, sem máscaras, sem sentimentos.

A vida é incrivelmente dura, até que você sente alguém te chutando por dentro.
Entendi seu sentido quando ela cresceu dentro de mim, então o amor tomou conta e vem fazendo tudo valer apena!
Eles nasceram de mim e eu renasci com eles.

Se eu te pedir em namoro você deixa de ficar solteira, se você aceitar eu prometo que deixo de ficar solteiro também.

Estou escolhendo um vestido
Provando este sapato
Porque em breve eu estarei solteira

Selena Gomez

Nota: Trecho da música Single Soon.

⁠Só posso lidar com 1 criança por vez.
40 anos não tem prioridade no berçário.

⁠Prefiro ficar solteira do que estar com alguém que não me dá valor, que me diminui, que pisa na minha autoestima. Só quem soma ganha a chave para o meu coração.

Conturbar a vida de uma pessoa é levantar uma maré contra si mesmo, que no final acaba se afogando nas próprias palavras e atitudes.

Inserida por PatriciaCassEickhoff

Não tenha medo de viver um longo tempo sozinha, pois você aprende com você mesma. Viver sozinha é grande oportunidade de, na verdade, ter muito mais pessoas, conhecer lugares, estudar, criar hobbies. Você não precisa sair da sua órbita para encontrar alguém. Ela vem com sua caminhada. Afinal, caminhos iguais se cruzam, os diferentes se perdem e colocam em enroscadas.

Inserida por PatriciaCassEickhoff

Hoje eu pensei no seguinte: deveria ter usado antes o "me deixa".
Me deixa primeiro me conhecer para conhecer outra pessoa, me deixa fazer o que eu gosto, me deixa primeiro ter minhas experiências, minhas conquistas, me deixa ter minhas angústias, me deixa ter meus fracassos, me deixa eu fazer escolhas. Sociedade, me deixa!
Me deixa ser livre, falar bobagem, ir onde eu quero, me deixa ver aquele filme, me deixa ficar sozinha, ouvir minha música, me deixa sonhar, estudar, trabalhar, viajar, me deixa comer o que eu gosto, vestir o que quero, me deixa curtir fotos, fazer novas amizades. Me deixa ser livre!
Me deixa ser eu. Me deixa em paz. E sobre relacionamentos, deixa a pessoa. Pois conturbar a vida de uma pessoa é levantar uma maré contra si.

Inserida por PatriciaCassEickhoff

Posso parecer uma solteirona insignificante, mas garanto que poucos pensam como você. Não me casei por opção, pois não me faltavam ofertas.

Inserida por pensador

No mundo real, nenhum beijo poderia transformar uma solteirona convicta em uma menina de olhos sonhadores.

Inserida por pensador

"Solteirar" é saber que você é incrível o bastante para não perder tempo com qualquer coisa.

Inserida por arianehendges

Percebe-se que vivemos em uma sociedade louca quando vemos que a mulher casada que sofre agressão do marido é mais bem vista que uma mulher solteira aos 30.

Inserida por renata_rodrigues_3

Fico aqui só observando o desespero da classe solteira mal-resolvida que tenta provar, a si mesmo, que está tudo bem indo a super festas e encontros extraordinários de pessoas que não se importam com o dia dos namorados. É como se dissessem pra sociedade: "Ei, você! Olha como to legal sozinho. Olha como eu não me importo pro que o mundo pensa, bla bla". Pra mim parece um bando de desesperados que não suportam o fato de estarem sozinhos.
Gente, estar sozinho é bem melhor do que estar com a pessoa errada. Acredite. O status do relacionamento não importa, o que importa mesmo é como você se sente sobre isso.
Resumindo: aceita que dói menos

Inserida por brunamotti

Olho os casais, olho os planos, textos, fotos. Já quis aquilo, já quis ter alguém com quem partilhar todos os momentos, ainda quero, mas ninguém com quem eu precise dividir minha vida inteira. Quero a família que já existe, não criar uma nova. Imagino-me velhinha, sozinha, num asilo jogando com os amigos. Não consigo me imaginar com filhos, marido, envelhecer juntos. Para mim, tudo isso é história para boi dormir, utopia. Nada disso existe com felicidade na vida real.

Inserida por tainacrz

Quando se termina uma relação, sem dúvida que se corre o risco das coisas não ficarem 100% esclarecidas, 100% resolvidas.
Não , a culpa não é de quem termina ou de quem vê terminada uma relação.
A culpa também não morre solteira, como tantas e tantas vezes, acontece… Nada disso.
A culpa simplesmente não tem o nome de A ou de B.
A culpa é uma mistura de situações ou acontecimentos que provocam o término abrupto ou demorado de duas pessoas que se amam.
Ah sim… em algum momento, elas têm de se ter amado, cada um há sua maneira tem de ter dado, o seu melhor, num determinado momento, e consequentemente, deve ter mostrado o seu pior, pois só é possível fazê-lo com quem se ama.

Inserida por PatriciaRebelo

⁠Esse tempo tudo, todos esses anos, mesmo quando eu estava sozinha e pagando minhas contas, você me fazia pensar que eu não era uma boa filha. Só porque eu era solteira.

Inserida por pensador

A Revolução dorme na Periferia

Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.

Inserida por JWPapa

Pode ler, nem vai doer ! ;)

Eis que hoje é hoje, dia 12 e não 13. Resolvi escrever não por

me sentir coagida ou mesmo me sobrepor como uma solteirona

criando gatos e assistindo ao Discovery Home Health no dia dos

namorados ( que por sinal é muito instrutivo até indico ^_^ ) ,

resolvi alongar meus dedinhos e dar um pouco de opinião própria

nesse mundo de ctrl+c ctrl+v e quem realmente me conhece

sabe de minha incontestável apreciação por escrita e

leitura, e sim para lembrar o real sentido de preferir esperar por

alguém que faça jus a esse dia, não alguém perfeito, pois essas

"criaturas lendárias '' não existem! Mas sim, aqueles que somam !

não que não existam pessoas lindas por aí , super capazes,

lindas, sentido dentro para fora ! Mas algumas dessas pessoas,

tendo sido feridas optam por amar o mundo, a família, os amigos,

os animais, canalizam esse amor em crescimento , rumo as

estrelas. Não que vez ou outra eu não cruze com esse tipo de

alma bonita, sim; volta e meia aparece esse tipo de conexão

mental, hoje posso dizer de uma maneira mineirinha, que

vivo um ''cadinho'' disso... e me faz muito bem !

Pelo menos para mim, não fazer parte dessa data comemorativa

só me coloca nos números dos que optam por se amar primeiro,

sim aquela % das pesquisas frustrantes do IBGE .

Prefiro ser essência, exalar meu ser de forma única, até que

chegue a hora, não sei se será hoje, '' na fila do cinema ou numa

mesa de bar '' como diz Frejat , mas até que não chegue, prefiro

viver de forma singela a solidão do meu ser, me reinventar,

conhecer lugares, ser fluente em outra língua, aprender a comer

jiló ¬¬ , ( essa parte acho que pularei, definitivamente! ) RISOS !

Não enganar ninguém, ser honesta o suficiente quanto aos

sentimentos vividos, e os momentos deliciados.

Assim vou vivendo, optando por ser forte e guerreira como a ''Ana

Terra" do Erico Verissimo , tão rebelde como ''Chica da Silva'', tão

sonhadora como a ''Capitu'' de Machado de Assis ... e tão

infinitamente minha como eu mesma !

Ser solteira, não é apenas um estado civil, é um estado de espírito !


Feliz dia dos Namorados !

Inserida por WanessaSarmento

Estar solteira é muito diferente de estar sozinha!

Inserida por julianakosso