Tag solidão
"Entre a prudência ludibriada, perde-se na arrogância pervertidamente na solidão."
Nofrinho Motorista
Ao longo de nossas vidas, pessoas transitam constantemente em nosso convívio social e nos marcam de uma determinada maneira. Mas com o passar do tempo, aquelas que pareciam ser cruciais para o nosso dia a dia simplesmente somem e nos causam um vazio emocional. Esse mesmo vazio trás dor, angústia, ódio, raiva e todos os outros sentimentos ruins que se pode sentir, mas não se desespere, isso tudo é apenas um degrau.
Uma palavra que nos trás tanta esperança e ao mesmo tempo um mar de frustração. A buscamos diariamente em pessoas, lugares, carreiras ou em até mesmo prazeres momentâneos. Mas no fim, voltamos ao início, no mesmo ponto de partida: a solidão.
Caos no silencio da alma
espirito que cala se
na fome do destino
desejos que se consomem...
no deslumbre grandioso...
sons ecoam sobre o espaço,
sendo a gravidade se curvando no espaço
as dores sentimentais espreitam dentro de si,
com interlocução interrupta da vontade de existir,
para contemplar uma unidade estelar
o paradigma torna se disparate de todavia
o âmbito para um único instante
concebido bela graça do teu ser.
sendo citado em protelar sob julgo...
da eterna visão do ultimo momento
explicito o seja pois qual seja o sentido
aparente sem profundo em teu coração frio.
a imensidão ganha uma nova versão
na grandeza monumental de um olhar
simples e verdadeiro.
_Se mente pensa depois existe
por consequência do paradoxo
acho o achismo uma expressão
atônita do anonimato
de repente a iluminação
torna se uma versão irreal
do espaço existente.
pois prologo é infinito
sendo expresso um ato de desespero.
remontando ato no espaço e tempo,
pareça um novo instante...
seja apenas a onda de representativa
da existência meramente o estagio da perfeição
desatada em nos entre as cordas...
essa teoria é julgo propenso no seu ser
respectivo, o abraço da gravidade
dentro da escuridão a matéria escura
exista em apenas em uma virtude...
calando os pensamentos,
então por um breve momento tudo existe
até não existir mais, sobre o pretexto
a evolução te marque para um outro instante._
E de frente
Bati com a solidão
do abraço forte
Ousado
Me fez perder a razão
Mas o tempo
Que tudo cura
Tirou-me da loucura
Trazendo-me minha identidade
Não sei como ocorreu
Nem sei mesmo como puder
Hoje minha Solidão
Eu a chamo por Solitude.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
Dizem que o tempo tudo cura, mas a verdade e que nem sei como pude. Hoje a minha solidão, eu a chamo por solitude.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
Somos pequenas imensidões, nos isolamos, nos fechamos em nós mesmos e esquecemos como o outro é tão profundo quanto o nosso proprio ser.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
►Recaída
Algumas pessoas que se foram da minha vida,
Não me deram tempo para despedida
Por tanto tempo eu pensei que fosse tudo mentira,
Que eu estava me acomodando a uma ilusão mal escrita.
Sonhei com alguém que não visita meu imaginário a tanto tempo,
Que a saudade me cortou como o próprio vento
Veloz, sutil, feroz, viril e intenso.
Por quê? Por que eu tive que me lembrar?
De quem, um dia, eu havia ter esquecido?
De quem tinha a capacidade de me machucar?
Tudo estava tão tranquilo, tão sereno
E agora, a dor que sinto, arranca-me do templo
Minha paz agora se tornou apenas uma curta palavra,
Nula, sem significado, nada.
Como ela deve estar indo?
Ela possui agora motivos para sorrir?
Minha vida não está em harmonia,
Foram tantas recaídas, tantas derrotas
Que, às vezes é tão difícil me levantar...
Preciso de uma pacífica folga.
Estou perdido, sou um cavaleiro sem o brilho
Sem um motivo, sem uma donzela em perigo
Estou a esmo, em segredo, à procura de um abrigo.
Quando em tudo penso
Surge o tormento
De dúvidas e paranóias
Que não vão embora
Mergulho fundo na imensidão
De tristezas e confusão
O ar a minha volta é escasso
Sinto solidão a cada passo
A escuridão me envolve como um manto
Tão suave que quase não percebo
E tão pesada que quase não suporto
Os dias se tornaram acinzentados
Meus olhos cada vez mais cansados
Dizem que mudei
Que estou estranha
Nem reconheço mais minhas entranhas
A angústia me devora
A aflição vem sem demora
É uma tortura incessante
Não sinto mais o que sentia antes
Quem sou eu agora?
Por que o mundo se tornou tão vil?
Como vim parar aqui?
Se eu gritar alguém me escutará?
Estou tão confusa
Não sei aonde estou
Não sei porque estou
Só espero o dia
Em que alguém me resgate das sombras
Mas enquanto minha salvação não chega
Minha alma continuará declamando esse poema
O paradoxo do vazio do espaço
intensões e sentimentos
no vasto da imensidão.
perguntas e respostas são relativas
o núcleo de cada ser
deve desvendado,
pela supremacia do ser,
oposições ativas a divergência,
para o espaço a referencia
do ar e gases que se dissipam,
nas fronteiras da luz.
sendo compelida a compreender a existência da vida.
no luar...
o clamar é melhorar...
e o sonho é o luar,
num pairar o paraíso,
que ainda assim
quaisquer desejo
nas nuvens o sopro da vida,
outro dia que amei te ver,
sonhei acordar na madrugada
o luar num mar da alma,
em um beijo que questionei
a vida se tem o amor,
a perfeição de sonho com você,
sendo beijo eterno,
seus lábios bancos de um satélite,
podemos amar num sentido verdadeiro,
o turno de sentimentos de amantes e
assassinos que devoram seus pensamentos,
tempo passam sobre a memoria única de um luar,
tão altivo sorrateiro sonho que chama o amor,
sendo os amantes vulgo no abismo,
dão passagens que deram formas
a seres viventes nas sombras,
derradeiras palavras de amor,
sussurros de paixões no desfrute da escuridão
ressoa entre magoas em lagrimas de chuva,
nas horas mais ermas se ergue sonsa e eterna,
num abraço na noite ares que noite foi ou será boa,
vendo que tudo pode ser esquecido mais vertigem
da ilusão o foco da pareidolia reverte a imaginação,
sobre as obras inesquecíveis de tempos atrás,
tem virtudes do sentimento clássico e atroz
tudo que verte numa queda de uma cachoeira,
a queda d água se virtua sob as brumas,
a nebrina realça se rosto e seus lábios pálidos,
num trufo do destino seja depressão da solidão
lhe sobra o amor feito nas obras eternas,
sensações puras e vitais,
tudo que se quer são bons momentos,
e desejar mais e mais, no doce querer...
tantas coisas são esquecidas...
mas, seu amor é eterno que quente no frio da imensidão,
tudo pode ser feliz na agonia de nossas vidas curtas...
a luz que ilumina a vida de nossos corações.
e transmite tantos sentimentos sem expressar
o menor dos olhares que vigiam sobre o amor.
Quando você aprender que estar sozinha pode ser sinal de independência e liberdade e não somente de solidão, vai perceber que você só precisa de você para curar as feridas da sua alma, sem se isolar, mas entendendo que a única pessoa que vai estar com você para o resto da vida é você mesmo, portanto é de sua responsabilidade se restabelecer a cada decepção.
Não sei se estou fraco ou sem forças
Não sei se caminho ou se paro
Meu coração não me permite mais saber, ele pulsa angustiando meu corpo e minha mente
Por diversas vezes olho para o horizonte e me conecto com ele num sono profundo que já não quero mais despertar
Me sinto um egoísta e também inútil
A morte me abençoa todos os dias e a vida vai se esvaindo
Tudo que tento já não gera resultado
Tudo que toco apodrece
Não ouço mais aquelas vozes que vi nascer e me traziam vida, isso me massacra todos os dias
Não sei se estou fraco ou sem forças...
Como é difícil ser forte...
Tudo vem ao teu encontro como avalanche, por todos os lados
E você tem que ficar quieto, imóvel só observando
Mostrando serenidade e às vezes até indiferença pelos acontecimentos
Mais como dói,
Como é difícil ser forte...
Há se não fosse meu chuveiro onde se misturam minhas lágrimas com suas águas
Eu estaria louco
Há se eu não tivesse esperança
Eu estaria louco
Há se não fosse minha fé
Eu estaria morto
Às vezes o silêncio grita nos meus ouvidos e ninguém pode ouvir minha dor
Somente eu e Ele sabemos
E vamos seguindo, sempre em frente
Como é difícil ser forte
vasto momento
vago sentimento
pago mero vendido,
pela alma perdida,
sob a vida as estrelas do céus
constelações no teu amor
bem vinda na altiva marca do meu amor
te amo a cada dia
te amor para sempre...
todos limites vagam teus sonhos,
sempre para todo sempre te amo,
seja meu amor numa nuvem
sendo uma vaga no destino
seu sumario descreve seu mundo.
será meu mundo em todos dias da minha vida.
SOLIDÃO
É assim...
Ausências de nós
Mudando o silêncio de lugar
O silêncio daqui pelo batido
Surdo do meu coração acelerado
Deste quarto em que estou
Pensando em você,
Querendo te ver.
O silêncio soa como
Chamando seu nome
Querendo carregar você no colo,
Mas não tem você.
Só eu, tateando o silêncio,
Escutando as paredes
Dizerem "estás só".
Morreria sem que
ninguém visse,
nem falta sentisse.
Seria por causa
da minha chatice?
Isso me deixa
sozinho e triste.
Zero opções
De te fazer voar
Era tudo pra sempre
Que sempre restará
Alguma lembrança simples
Que machuca o meu querer
Querer como eu te quero
Que quero não querer
Faz dor, e dói a alma
Que treme até a raiz
De quem quer e ama a gente
de quem só nos faz feliz
A preocupação repentina
É a mais traiçoeira
Que no meio das rimas
Entrega nossa maneira
De quem ama e busca amor, nesse mundo atordoado
De quem é mais duro que um jovem desempregado
Que teme a morte, conta muito com a sorte
E quer ter você do lado
Luís Batista
mar de solidão
mares que naveguei
mares tanto amei,
trazer o vento foste saudades
entre mares que sufoquei por amar
suspirei até perder ar
ver as nuvens soprar
boa esperança sob o mar
o sopro das leva as estrelas
na noite, meu clamor desvirtua
sonhos, de dia afogado por cada luz,
no julgo, o amplo beijo de um canto,
a sereias, sob ondas da tempestade afrontas
num carta que saudosa clamou no silencio,
dando ao tempo o vigor da paixão,
soltando a imaginação se tem o ador,
mais um gole de água quente o desejo te beijar,
o tempo parece parado nesse imenso mar,
o atraso que dias parecem e somem...
num ma que parece um deserto de água salgada,
os vultos trazem ilusões que tanto quero ter no coração,
dizem que vazio no peito nunca preenchido por um instante,
mas, por momentos acolhidos no maior desejo dessa vida.
tudo ganha fantasias no ares a maresia,
que a vontade de viver desaparece pois solidão a consome,
em prantos á melancolia tira a fome e sede,
seco coração pois fervor das temperes transcendem o tempo,
me fazem deixar o amor para viver aventuras,
sonso desejo que flui pelo coração se expõem
nos pensamento ao longe...
Tenho por você os sonhos mais improváveis, e mesmo assim não deixo de sonhar.
Tenho por você a espera inútil, o tempo que apenas intensifica o vazio, as noites que trazem as luzes escuras, escondendo a beleza do céu, e ainda assim, admiro-o sem lua e estrelas.
Tenho por você as estradas velozes, que te procura em meio ao chão seco e frio, numa tempestade de fracassos endossados pela solidão.
Tenho por você a rebeldia da mentira, que esconde o amor e todas as suas verdades sentidas.
Tenho por você os odores que enfeitam as árvores, que trazem a primavera em pleno outono, fazendo tudo em minha volta, tomado por sua existência, perfumar.
Tenho por você a impossibilidade de amar além do amor que te tenho.
Porque você dorme e acorda em meus dias, tornando-se presença marcante em meus sentidos; tempero de sonhos e realidades que se misturam entre espectros, fantasmas reais de um coração que deseja te encontrar.
Tenho por você os extremos das vontades de todo amor que nesta vida há.
E ainda que os sonhos com você sejam improváveis, mesmo assim, não paro de sonhar.
