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Que a força existente dentro de mim seja mola propulsora e combustível necessário para agregar valores sociais e espírito de grandeza a sociedade
Oque está hoje na moda, rapidamente vai para o limbo do esquecimento, com se simplesmente não tivesse existido.
A vida pode ser resumida a uma gota no oceano, mas só quem conhece a profundidade do mar sabe que a resposta não está na superfície.
Ultimamente o ser humano tem se tornado um escravo da sociedade de consumo, associando seu grau de felicidade aos seus bens materiais, por isso que nunca estão satisfeitos com suas vidas. A razão é que simplesmente nenhum aspecto externo é o suficiente: nem o dinheiro, nem o sucesso, nem o poder, nem a família, nem mesmo o fato de ser amado por fulano ou beltrano. Questione a si mesmo, você tem amor a sua vida? Eu estou dizendo “amor à vida”, estando feliz ou infeliz, e não à felicidade, pois qualquer um é capaz de amar a felicidade. Mas se é a felicidade que você ama, você só estará contente com a vida apenas quando estiver feliz, e quanto mais você for, maior será seu medo de não o ser mais. Assim como nos relacionamentos: As pessoas cometem o erro fútil de atribuir o grau de relevância apenas pelo que o outro é capaz de proporcionar a elas e não pelo que elas são, ignorando características e fatores que podem ser decisivos pra uma relação de sucesso. Escolhem seus parceiros baseados nos seus sentimentos e atributos superficiais, e quando começam a surgir os conflitos e diferenças entre si, sofrem por não terem suprido suas expectativas, até findarem. Esquecem que o amor é, na verdade, uma decisão moral, e que o desenvolvemos na medida que nos dedicamos e imergimos nele. Caso contrário, o amor como conhecemos é puro egoísmo. Amaríamos as pessoas apenas pelo simples fato de retribuição ou enquanto estes satisfazem nossas vontades. E amaríamos a vida somente por desfrutarmos de algumas alegrias, nos distanciando, então, completamente da felicidade.
"Sociedade sanguinária".
Com aptidão de ferir, vive a consumir o semelhante, ataques disproporcionais, condutas inversas, ao que interessa, controversas animais, o homem lobo, nas esferas mil, estende se a todas camadas, de uma identidade vil, atacam com instinto racional, o intelecto predominante, ao pecado, ao interesse do instante, o homem feroz nominal, assina o cheque, xeque verdadeiro, sorrateiro e ligeiro, a identidade mal, atravessa as linhas imaginárias, a realidade e muito mais contundente, histórico, história, elite burguesa, alteza ordinária, preconceito velado, indiferenças tantas de uma sociedade sanguinária.
Giovane Silva Santos .
21/08/2022 12:50hs
Deus abençoe a todos
Não importa se você está sendo falso com as pessoas e consigo mesmo, quem se dá bem nesse mundo é quem atua melhor.
Eu não gosto muito de argumentos "e se" porque eles partem do pressuposto de que as pessoas ficam indignadas com uma situação e não com outra, quando alguém pode tranquilamente achar horrível ambos os contextos
Temos pois de proclamar, em nome da tolerância, o direito de não sermos tolerantes com os intolerantes. Temos de proclamar que qualquer movimento que promova a intolerância se coloca fora da lei, e temos de considerar criminoso todo e qualquer incitamento à intolerância e à perseguição, como consideramos criminoso o incitamento ao homicídio, ao rapto, ou ao restabelecimento do tráfico de escravos.
A loucura é banida
Por toda a sociedade.
Ela exclui o diferente
Que revela insanidade.
Mas de gênio e de louco
Todo mundo tem um pouco.
Isso é excentricidade!
As pessoas adoram mentir, pois preferem viver agradando seu cunho social do que viver solitariamente e feliz, no auge da sua honestidade.
Quando o professor usa de sua práxis pedagógica para educar para a sociedade, contribui para a transformação da escola, quanto instituição responsável pela construção de uma equidade social, em um aparelho ideológico do Estado, sendo assim ele não educa, mas molda seus alunos aos intereses sociais que o controla.
A educação verdadeiramente efetiva é aquela que transforma, não para a sociedade, mas para a humanidade, pois o ser social pode atender aos interesses da sociedade que o formou, mas isso não assegura que o mesmo seja socialmente humano.
A sanidade de muitos loucos só é identificada na sua vida póstuma. Os normais costumam se ocupar demais com as suas críticas alienativas, bem como se acomodar demais nas almofadas confortáveis da desatenção social e não conseguem perceber o potencial das mensagens dos loucos para salvá-los das depressões, das culpas e da ignorância adornada com o narcisismo que domina o intrlecto socioemocional dasta sociedade a qual os acolhe sob o manto do marketing
Um dos problema de vários sobre a sociedade, é o pensamento fechado voltado ao passado, o pensamento que para eles é visto como correto, o pensamento julgador sobre tudo e todos, esse é mais um dos defeitos da sociedade.
A liberdade individual pode encontrar obstáculos frente às forças sociais que exercem pressão sobre o novo, sobre o inusitado. No entanto, seu valor não pode sucumbir aos ditames sociais e nem entregues a paixões que tendem a se tornar hábitos.
Mudança vai além de um fator social. Ela provém da vontade, é intuitiva, evolutiva, estressante e mortal quando há conflito.
"A organização social deixou de ser um rio com as margens que o oprimiam, mas lhe davam força, para um lago que se espraia para a várzea, onde se dissolve na falta de profundidade."
A vida nos condiciona ao padrão estabelecido por uma sociedade doente. E, ao mesmo tempo, também condicionamos nossos filhos. Viver fora desse padrão é o grande desafio que devemos enfrentar.
