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A sociedade dedicam seu tempo ao mundo que vivemos, que é cheio de ilusões e que implantam ideologias em nossas cabeças de que o padrão de vida é este.
Acordem, o fim está próximo, arrependam-se e abrem seus olhos para a verdade.
Não sabem, que esta vida é passageira, e que podemos está vivendo como MATRIX.
É Cristo Jesus que nos mostra a verdade!!!
Tive o desprazer de ver inúmeras pessoas tirando suas próprias vidas, o grito de discussões soava aterrorizante aos meus ouvidos... como doeu ver o olhar frio dos que matavam uns aos outros a sangue puro.
Tudo isso ocorreu no momento em que a mentira deixou de existir, e a sociedade não obtinha outra opção a não ser, falar a verdade.
Me vejo a todo instante sendo indagado pelos meus próprios pensamentos, que incessantemente me dizem: "E se tivéssemos menos ignorância e mais compaixão e empatia pelo próximo, será que a nossa verdade machucaria tanto assim?"
No dia em que o povo enxergar que a sua união
o torna maior do que qualquer governo, teremos
uma sociedade, verdadeiramente, justa e igualitária,
enquanto isso não acontece, continuamos a ter
a triste ilusão de sermos livres
de escolher o que na verdade nos é imposto
e aceitar como natural. O educador tem um papel
de extrema importância nesse processo
em qualquer modelo de sociedade,
para que as coisas possam acontecer
em prol dos interesses dessa sociedade como um todo
e não para uma minoria privilegiada.
A prioridade da proteção estatal deve ser a sociedade de bem, o cidadão que trabalha arduamente e recolhe seus tributos; bandido de qualquer coloração deve ser recolhido ao cárcere, com todos os rigores do encarceramento mesmo porque a prisão é a consequência natural de quem fez o mau uso da liberdade.
(...) E assim, torna-se relevante adaptar com extremo rigor as atividades disciplinares ao mundo moderno, adotando-se com primazia a políticas públicas preventivas, com foco na construção da cultura da licitude em todos os setores da Administração Pública, devidamente conectado com as novas tecnologias em prol do aprimoramento na prestação dos serviços públicos a fim de aumentar o seu grau de eficiência e satisfação social, fortalecimento da consciência ética no relacionamento do agente público estadual com pessoas e com o patrimônio público, desiderato almejado e finalidade primordial do exercício da função pública, devendo a conduta do agente público integrante da Administração Pública do Poder Executivo Estadual reger-se pelos princípios da boa-fé, honestidade, fidelidade ao interesse público, impessoalidade, dignidade e decoro no exercício de suas funções, lealdade às instituições, cortesia, transparência, eficiência, presteza e tempestividade, respeito à hierarquia administrativa, assiduidade, pontualidade, cuidado e respeito no trato com as pessoas, subordinados, superiores e colegas e respeito à dignidade da pessoa humana. Mas se a atividade preventiva não for suficiente para direcionar o servidor público rumo ao caminho do bem, consolidar a cultura da licitude no setor público, que seja lançado mão dos instrumentos repressivos de expurgação do abjeto e assepsia no ambiente público, sabidamente local onde nasce para o agente público a obrigação inarredável de zelar pelo interesse público e fiel compromisso com a eficiência do serviço público. A sociedade e o contribuinte, verdadeiros e legítimos patrões, razão de ser de toda Administração Pública, agradecem(...)"
NOVOS TEMPOS: uma onda de novos direitos numa sociedade dinâmica.
Vivemos novos tempos, em face das ondas renovadoras de direitos que merecem fidelidade à ORDEM JURÍDICA, a fim de se manter as regras vigentes, de uma sociedade pactuada, contratualista, sem retrocessos ou se possível ampliar cada vez mais os novos direitos numa concepção de um Estado cada vez protecionismo de uma sociedade que se vê ameaça potencialmente pelos movimentos degradantes dos valores éticos e culturais.
Não se tem dimensão onde poderemos chegar num futuro cada vez mais exigente, imprevisível, modelos dinâmicos que desafiam novas atitudes de enfrentamento.
A revolução da tecnologia, os conflitos ideológicos, a luta de classe, a dicotomia social acirrada em torno de ideologias políticas, filosóficas e religiosas, as guerras motivadas pelo terrorismo, a fuga de povos em busca de paz espiritual, de proteção, em busca de abrigo, de alimentos, tudo isso nos faz repensar um modelo ideal no novo caminhar, sem receios de agressões morais e até ultrajes físicos.
Nessa guerra de nervos, somente uma crença num DEUS Forte e Protetor será a solução para um mundo ideal, igualitário e fraterno.
“Há um grande desafio interno no qual buscamos ser aceitos em um meio e criamos uma resistência em aceitar, compreendidos nas ações e intolerantes ao compreender, falar e não querer ouvir.
Em uma sociedade nunca será somente o venha a nós.”
As "pessoas" só têm valor em uma "sociedade", quando defender seus "interesses".
O problema, é que os "interesses" da "sociedade" não são mais os mesmos que os das "pessoas" de valor!
COnVIDa. Independente de qualquer guerra o pandemia. A vida segue em frente, sempre superamos os obstáculos. A raça humana sempre consegue vencer. Só não consegue vencer o ego, a diferença social e ajudar mutuamente cómo seres de um mesmo planeta.
A derrocada dos viajantes
O meu destempero acompanha meus passos, os portões silenciosos e as janelas escuras são testemunhas, mas são através de subidas, e mais subidas, e um repente de súbitas sensações de cansaço, que se fazem todas minhas manhãs. Muitos me dizem que esta é a hora de se fortificar, porém esses parecem tão fracos quanto eu, não os julgo, muitos se contentam com suas estradas, e é claro, cada um têm a sua; curva, inclinada, esburacada estrada que os levam para um destino, esse no qual é incerto de sua chegada e, sua volta é almejada desde à partida. Sou mais um como muitos outros, mas ainda não perdi a graça de observar meu trajeto, entretanto, outros nem perscrutam por onde passam.
Outrora vazio ou cheio me sinto, ouço o ressonar dos passos atrás de mim, e aqueles que irão me acompanhar, não os conheço, mas são gente assim como sou, pois, é assim que penso, e sei, que não deveria pensar assim. Hoje, ainda jovem, tenho força para me defender, ou será que tenho? Porque pessoas não são nada, para aqueles que gostam de sentir o poder e o domínio de sua jornada, e quando você pensa, é menos um andando pelo caminho que partilha. Claro, tenho medo, mas não posso parar de viajar. Minha juventude, infelizmente, em nada me beneficia neste caminho que começo tão jovem, consigo se traz ingenuidade e carência, eu vigio por muitos, mas será que alguém vigia por mim? Não, sei que não, porém logo cedo o sol bate no pico da catedral, e nos ilumina, nós, os viajantes. Ainda assim, mesmo com essa luz, meus consortes não conheço, logo, como os mais velhos instruem; “olhem para os seus pés”.
Agora fria, minha pele começa a ficar morna, contudo, esta bendita estrela não me consolará assim. Em horas, estarei banhado pelo meu suor, angustias, revoltas, e pelos cantos, ficarei choroso. Mas meus pés nem doeram para pensar assim, nem estou na metade do percurso, quem dirá o dia. Sendo assim, devo me atentar para não me desarmar na frente daqueles que cruzam bem rapidamente minha caminhada. Sempre acenam, fazem um assobio, mas o que se faz presente nesses, são os sorrisos sem tempero, até menos que o alimento na metade do dia.
Outrora, fazia questão de se atentar para minha jovem saúde, hoje, parece que não tenho mais opções para fazê-lo, são grãos que não agraciam minha dispensa, minha fruteira de plástico, são medicinas que não jazem mais em nossos velhos criados, e um conjunto de pessoas que necessitam do mesmo que eu, que prezam pela sua recém vitalidade, e aquela que já quase parte. Canso-me de pensar, e de tanto pensar, canso de mim. Ó, descida desvanecida, não cheguei aos montes para não conseguir te enfrentar, pois, quando eu estiver no platô, terá mais um cume para desbravar, donde desaguarei em vias e rodovias turbulentas, sujas e com mais gente assim como eu, que de tanto pensar, cansa de si. A minha astúcia não se faz mais presente quando tenho de exercer o que realmente tenho que fazer, e minha altivez se desbota na última esquina que dobro, e sinto o tempo escorrer pelas minhas mãos, meu doce e precioso tempo, escorre por minhas grandes e (que agora) gélidas mãos.
Todavia, na volta é onde me faço vivo, onde minha existência não é tão execrável assim, onde minhas enfermidades não me preocupam, e nem sequer me pego pensando que todo fruto do meu esforço, são para dividas que não foram engendradas por mim, e paras quais, desconheço seus valores exorbitantes. No fim das contas; para ser exato, no fim de muitas contas. O meu êxtase se torna real quando ouço o caloroso e doce falar de um futuro viajante, que peno por ele em todas minhas caminhadas.
- Chegou cedo, papai!!!
Toda sociedade tem seus vilões. Aqueles que causam problemas e perturbam a ordem. Aqueles que fazem o que querem e ridicularizam o mundo. Precisamos do poder para combatê-los. Precisamos de justiça, não importa onde estejamos. Precisamos do poder para esmagar o mal. E esse poder somos nós!
Como se percebe, a sociedade é dinâmica, e de acordo com essa evolução histórica nasce para as Ciências Jurídicas a necessidade de se adaptar a essa evolução de forma a proteger com eficiência os direitos dos cidadãos.
E nessa seara, pode-se afirmar que os dados pessoais doravante recebem status de direitos fundamentais, com alma de direitos humanos, cuja proteção, inclusive por meio digitais, se encontra no rol das cláusulas pétreas, aquelas que não podem ser modificadas.
Maldita a sociedade que tolhe o direito das pessoas de viverem em seu meio com dignidade, e ainda as escravizam, mantendo-as reféns de supostas caridades e em constante humilhação na mendicância de seus direitos básicos.
"As pessoas são facilmente influenciadas pela sociedade em que vive, A sociedade é que decide no que aquelas pessoas que não conseguem pensar por si mesmas irão crer, até mesmo define o conceito de certo e errado para os indivíduos controlados.”
Momentos de crise também são momentos de oportunidade. Algumas crises resultam em decisões que mudam a sociedade para melhor.
A sociedade é tudo. Muitos de nós passamos a vida pensando que somos autossuficientes e que vencemos por esforço próprio. Alguns podem creditar (ou culpar) a família por sua sorte na vida, mas raramente pensamos sobre as forças maiores que determinam nosso destino.
A forma como uma sociedade está estruturada tem consequências profundas na vida de quem vive nela e na arquitetura das oportunidades que surgem.
Com a modernidade somos forçados a conviver e tolerar o outro. Mais, encontra-se muito longe o aprender a viver e compartilhar em sociedade.
"Em uma sociedade que adoeceu pela matéria, não surpreende ver cada vez mais relacionamentos se perdendo por conta dela.
Cuide daquilo que tem valor pra você, quanto aos afetos, só o que importa é o amor."
