Tag sociais
“Não vivo mais de jogos, deixei de fazer parte dessa crueldade, ninguém precisa jogar, basta se comunicar, as redes sociais estão todas aí, porém a carta não deixou de existir, fale a verdade e desabafe, nem todo mundo é igual, sempre tem alguém legal, pode confiar e acreditar, aquele que é cruel não é imortal.”
Em tempos de redes sociais
Não dependa da plateia para ser feliz
Um dia todo aplauso cessa
Todo holofote se apaga
Toda cortina se fecha
Felicidade é pão feito em casa.
LuDarpano
Enquanto você não aprender a se amar
Todos vão te julgar até o olhar
Sua postura,suas redes sociais,tudo!
Porque a sociedade não admite nada além da perfeição!
Como se todos fossem perfeitos,
Mesmo tentando esconder,todos tem algum tipo de defeito
E não posso julgar-lós porque estou sofrendo dentro destes padrões da sociedade,
crítica anônima
Esta é minha vida, meu espaço.
Quero ouvir meus pensamentos...
Não quero que me encontrem,
Não quero ser encontrado.
Não quero transformar meu dia num reality show,
como fantoche de um big brother.
Não quero seguir nem ter seguidores...
Não quero memes, figurinhas, emojis...
msm, email ou sapps.
Não quero meu traseiro nas redes sociais.
Quero silêncio... silêncio digital.
O espelho consegue refletir o exterior, mas "o essencial é invisível aos olhos"...
Temos a prática de rotular as pessoas pelo que vemos, julgamos sem conhecer e em algumas situações a pessoa não tem segunda oportunidade para desfazer o mal-entendido e limpar sua imagem.
Na era de redes sociais isso potencializou, pessoas são “canceladas”, julgadas e condenadas sem o contraditório e ampla defesa. Simplesmente viraliza e sua vida muda da noite para o dia!
É preciso analisar o todo, uma versão não é verdade absoluta! E aparência não é tudo!
Numa época em que qualquer um pode dar conselhos ou dicas nas redes sociais, é importante estabelecer credibilidade.
A universidade pública acolhe predominantemente os herdeiros dos privilégios sociais Já fui contra cotas, achava que pelo fato do meu pai ter vindo de uma família miserável e ter galgado o sucesso, achava que se meu pai foi capaz, qualquer um seria. Sempre me traí por coisa pouca, achava que a simplicidade da vida tornava tudo mais fácil, mudei quanto a maneira de pensar, comportamento, convivência social, acredito no sistema de cotas. Nós adultos às vezes temos comportamentos impróprios para nossa idade, maturidade é o nível de desenvolvimento em comparação com pessoas da mesma idade. Aprendi que há muita desigualdade no aprendizado. A história da minha vida deve ser recuada alguns anos, minha infância foi feliz e sem luxos, aliás luxos nunca tivemos, mesmo nos tempos de ouro e fartura, vivemos compartilhando com os que menos tinham. A história de cada homem é essencial, eterna e divina, o jovem de hoje, alcança a maioridade sem atingir independência real em relação aos pais e outros adultos, demora mais o sonho da faculdade ou da casa própria, as coisas ficaram mais difíceis. A família é a mesma, nem sempre o ambiente é o mesmo, as cotas levam em conta até uma alimentação insuficiente e inadequada que causa fadiga, isolamento social e até comportamentos agressivos. A cota elimina as distâncias entre jovens desnutridos, desempregados, sem dinheiro para livros, dá autoestima a si mesmo, contextualizando cada indivíduo com seu próprio ritmo de desenvolvimento. Os jovens têm interesse pelas coisas da vida prática, a vida não é apenas o prazer carnal, há sociedades que não permitem ou reprimem relações sexuais antes do casamento e o melhor da faculdade é o senso crítico que brota na cabeça de cada um. O instinto de inutilidade pode ser canalizado para os estudos, os problemas psicológicos que os adultos enfrentam, são repressões na infância de que nasceram para ser pobres. O desenvolvimento é um processo contínuo e ordenado, ser alguém exige esforço, uns poucos são privilegiados e a maioria é explorada.
Povo livre em uma terra presa
Em um país onde a fome predomina,
Onde o índice de analfabetismo é muito grande,
Onde existe um grande desnível social;
Existe um grande patriotismo em torno de seus habitantes.
Pessoas acostumadas com as injustiças sociais,
Não tendo como negar o sacrifício do dia a dia,
Através das rugas em seus rostos.
Povo que apesar de tudo
Ainda leva o Brasil no peito,
Faz com que esse país seja um país feliz, vibrante
E deixam transparecer em seus semblantes,
Orgulho de serem brasileiros.
País do carnaval, país do futebol,
País onde a liberdade é tão restrita,
Onde pessoas se submetem a salários indignos,
A grande espera em filas públicas,
Mas não se deixam abater, pois são pessoas corajosas.
É muito fácil perceber um brasileiro,
Basta notar a pessoa alegre, vibrante,
Que não projeta as marcas de sofrimento em ninguém.
Onde quer que se vá, sempre irá ter um brasileiro,
Não importando sua raça, cor ou religião,
Ele sempre se postará contente,
Pois, liberdade é uma questão pessoal
E será sempre permeada pelos brasileiros.
As mídias sociais tornaram-se local de disputa de narrativas e discursos de poder. Antes dos atuais movimentos sociais ganharem as ruas, eles precisam marcar presença no ciberespaço.
O objetivo inicial das redes sociais era conectar as pessoas. Mas com o passar do tempo, elas tiveram efeito contrário: separaram mais do que uniram.
Tempo ao Tempo.
Redes sociais
Generalizando, há três grupos distintos nas redes socias que debatem temas variados: o primeiro, composto pelos donos da verdade absoluta;
o segundo, antagônico ao primeiro, reúne os donos da verdade plena.
Mas, há um terceiro grupo: nele estão os donos da verdade plena e absoluta.
As relações sociais abrem mais portas do que qualquer título universitário; treinamentos sobre essas habilidades são mercadorias tão acessíveis quanto sal e açúcar, tem gente que ganha mais com essa capacidade do que com qualquer outra sob o sol.
As redes sociais e o debate político tem muito em comum: são espaços onde ignorantes sobre o funcionamento do mundo tentam propor e impor mudanças para melhorá-lo.
É como se formigas quisessem ensinar a aperfeiçoar os rotores de helicópteros.
Inversão de valores
Na subida desse morro
Sobe toda essa gente
com a perna arriada
com a alma deprimente
Bem no alto desse morro
muitos já não querem não
ter que descer novamente
pra viver de ilusão
Mas o que tem de tão ruim
lá embaixo desse morro
que faz com que ninguém desça
pra ter que subir de novo?
Muito simples a resposta
hoje é dia de novela
e só tem TV lá em cima
na casa de Dona Maria,
onde a vida é mais bela.
Não espere uma rede social suprir o seu anseio pelo reconhecimento. Que tal se fazer real na vida das pessoas?
Me diz por quê achar absurdo uma vida-self, se o que lasca a alma da gente não é esse despir-se diário, mas o fechar-se contínuo?
Em um país com fissuras sociais tão profundas e que nunca deixou de apresentar altos índices de violência, imaginar que a perda de direitos e uma piora no padrão de vida passarão despercebidas é multiplicar por mil o wishful thinking que se abateu sobre a elite intelectual norte-americana e inglesa.
A tendência é nos isolarmos, ficar em casa para ver televisão ou nas redes sociais. Mas, na minha própria vida, eu percebi que sou mais feliz quando não estou fazendo isso.
Tenho percebido cada vez mais a angústia que as pessoas sentem por não conseguirem desconectar-se das redes sociais. Muito mais que um vício, para muitas pessoas tornou-se uma obsessão, uma dependência. Não é a toa que temos visto com frequência pessoas que estão preferindo e optando pelo seu aparelho celular do que ter um momento especial com seus filhos ou familiares. Chega-se ao cúmulo de famílias inteiras sentarem á mesa e cada qual interagindo com amigos virtuais, e aquele que está ali, sentado ao lado, passar despercebido. O que será que está acontecendo? O que representa este tipo de conexão? Conexão que te rouba os momentos com pessoas especiais para você ter relacionamentos com pessoas virtuais? O que aqueles tem de tão atrativo? O que aquilo te proporciona?
Quando você perde a capacidade de limitar seu tempo com as redes sociais, quando você perde o interesse pelas pessoas que estão ao seu redor, quando você deixa seus compromissos atrasarem, seu sono ser roubado e sua família de lado, é hora de rever seus comportamentos. Eu entendo que é agradável e contagiante estar conectado, mas é preciso aprender a dar um limite, dar um tempo para que você possa verdadeiramente olhar para aqueles que estão á sua volta e trocar com aquele ser que espera sua atenção.
Faça uma análise e responda; hoje, quanto tempo estive conectado, sem dar atenção aos meus familiares? Sem ler um livro, sem fazer meus afazeres, sem comer tranquilamente, prestando atenção apenas a minha alimentação? Se sua resposta não lhe causa culpa e nem angústia, provavelmente você está sabendo lidar bem com seu tempo, sua família e seus compromissos. Parabéns, você está sabendo dosar a hora de estar conectado e a hora de parar. Agora, se sua análise causa desconforto, culpa e ansiedade, provavelmente você pode estar se tornando um dependente pela internet e assim como outros transtornos psicológicos, esta dependência causa isolamento social, perda de interesse pelos estudos, perda de foco, perdas sociais e familiares importantes e perda de tempo pela vida real.
Preste atenção nos seus comportamentos. Se sua necessidade de estar conectado é muito alta, talvez você precisa de ajuda para tratar desta situação.
Vício nunca foi bom, dependência seja ela de qualquer natureza, nunca é boa, geralmente deixa um rastro de destruição.
Faça um favor para você mesmo, desligue o seu celular, seu computador e vá dar um tempo especial para a sua cabeça.
Tem muitas coisas interessantes te esperando.. É só você perceber!
"Há algum tempo atrás as redes sociais eram uma válvula de escape, hoje em dia elas tem sido o carro todo."
