Tag sexualidade

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⁠A mais terrível prisão, bem como a mais difícil de nos libertarmos, não é aquela que os outros podem nos prender, mas a que nós mesmos nos encarceramos: A PRISÃO MENTAL.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠O livro que escrevemos é a materialização de nossa Alma através das letras, pelo qual conversamos com o leitor sem estarmos presentes, mesmo que ele nem tenha noção de quem sejamos, e isto é o que menos importa.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Mesmo que esqueçamos o nome do pintor ou mudemos o seu nome, o quadro continuará sendo dele. Assim é com Deus e Sua criação.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠COACHING DE CARREIRA tem função de mapear o caminho profissional do cliente depois de analisar seus valores e perspectivas, e que a escolha promova realização pessoal acima de tudo.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠HIPNOTERAPIA é uma abordagem terapêutica que acessa o subconsciente do paciente e promove direcionamento de mudanças mentais através da ressignificação de traumas e afins.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠COACHING promove autoconhecimento, autoconfiança e autoestima, aumentando a performance do colchee.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Somos o que somos, e agimos como agimos, enquanto reflexo da nossa programação mental, a qual pode passar por mudanças através da ressignificação dos estímulos que a forjaram.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠A fronteira entre a sexualidade normal e a patológica se encontra entre: o prazer e o sofrimento; a escolha consciente e a dependência; a paz e a autopunição; o controle e o descontrole; e entre o respeito e o abuso.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL busca compreender o outro, como ele atua e o que motiva, promovendo assim um melhor e mais produtivo relacionamento.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Hipnoterapia, além de promover relaxamento e autoconhecimento, é ferramenta de reprogramação mental necessária pela promoção de saúde do paciente.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Simplicidade se conquista com o próprio desenvolvimento humano, e sobre tal é proporcional.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠A sexualidade humana é uma organização psíquica variável não determinada pelo biológico. Ela é constituída pela organização de suas experiências e processos pulsionais. Não tem nem a ver com gênero, mas sim, com a organização psíquica de cada sujeito. Tentar padronizá-la fazendo analogia à sexualidade animal que é institiva e não pulsional, é pura ignorância e a ignorância é base para qualquer violência. 

Inserida por Leivanio

⁠Nem sempre a sexualidade de uma mulher está ligada ao biotipo do seu marido mas sim a fala que ele a presenteia todos os dias.

Inserida por artigos_diversos

⁠Vida é movimento, eis porque nos conceituarmos é relativamente perigoso, pois temos ainda o futuro a nos definir, afinal, enquanto vivos estivermos, o jogo ainda não acabou.

Inserida por carlos_alberto_hang

Por vezes, a organização pode ser desconcertante.⁠

Inserida por lucy_cruz

⁠Não existe, num panorama coletivo, SEXUALIDADE, mas SEXUALIDADES, pois em caráter individual passa a ter sua construção e reflexo peculiares diante das vivências de cada qual, desde a mais tenra idade.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Das verdades que ninguém fala, uma é a de que o amor carnal é, inequivocamente, supérfluo.

Inserida por brunoescritor01

⁠Olá, meu nome é Ana e eu queria dizer que você não precisa se preocupar, não precisa se sentir mal, não precisa se forçar a se descobrir, não precisar forçar a si mesma pra se encaixar em algo que não é, não precisa ser alguém que outra pessoa quer que você seja, e também não precisa sentir um sentimento estranho no peito com tudo isso. Eu tive anos de confusão pra descobrir quem eu sou, pra ser sincera, eu não conhecia o mundo, apenas conhecia a superfície, depois que eu comecei a descobrir que existem gêneros, sexualidades e que com isso eu poderia ser quem eu deveria.

Inserida por aninhaaa1224

⁠1. "Aos 60, a sexualidade é uma celebração da intimidade e do autoconhecimento."


2. "A maturidade traz uma nova dimensão ao prazer e à conexão emocional."


3. "Minha sexualidade não diminui com a idade, apenas evolui."


4. "Aos 60, descubro que o desejo não tem prazo de validade."


5. "O prazer é uma jornada que continua, não importa a idade."


6. "Com a experiência dos anos, o amor e o desejo ganham profundidade."


7. "Aos 60, a liberdade de explorar a sexualidade sem pressa é uma dádiva."


8. "A sensualidade não está no corpo, mas na confiança e na conexão."

Inserida por Celyteixeirafrases

⁠Para ser justo com os novos gêneros diferentes, acabamos sendo injustos com os dois únicos gêneros existentes que dão origem a vida.

Inserida por SidhartaCostaPinto

“A Mentira como Corda Bamba”

Infidelidade não é só um ato, é um comportamento que se enraíza. Quem trai não só atravessa a linha da confiança: aprende a morar na terra da mentira. E como bem disse Fabrício Carpinejar, “O infiel não muda dentro daquela relação. Só aprende a mentir melhor.”

A frase tem o peso de uma verdade inconveniente. Porque, por mais que quem foi traído queira acreditar no arrependimento, no recomeço, o infiel raramente muda enquanto ainda está ali, no mesmo palco da traição. Ele se adapta. Como um equilibrista na corda bamba, não busca sair da situação, apenas aprender a não cair.

A infidelidade cria um ciclo vicioso. Não é só o beijo ou a mensagem escondida que fere; é o teatro que vem depois. O infiel se torna um ator exímio, ensaiando álibis, inventando histórias, medindo palavras para parecer inocente. E quanto mais ele se aperfeiçoa nessa arte, mais se distancia do que é verdadeiro. Ele não reconstrói a relação, apenas remenda os próprios atos para não ser descoberto novamente.

O problema é que mentir melhor não é amar melhor. Pelo contrário, é uma forma de fugir do amor. Porque amar de verdade é despir-se de máscaras, é enfrentar a vulnerabilidade. Quem trai e continua mentindo escolhe o caminho da fuga, não da mudança.

E quem está do outro lado? Muitas vezes, permanece na esperança de que o amor seja suficiente para transformar o outro. Mas amor não salva quem não quer ser salvo. Você pode oferecer sua confiança de novo, mas se o infiel não estiver disposto a encarar a dor que causou, ele continuará a andar na corda bamba. Não para equilibrar a relação, mas para sustentar a própria mentira.

Carpinejar nos faz enxergar que mudança real exige ruptura, não conveniência. O infiel só muda quando sai do jogo — quando é confrontado pela perda, pela solidão, pela necessidade de se encarar no espelho. E mesmo assim, nem sempre muda. Porque mudar não é sobre o outro, é sobre si mesmo.

A verdade é que não dá para amar com a sombra do engano por perto. Ou o amor é inteiro, ou é apenas um disfarce de algo que já não é. E, no fim, quem ama de verdade não precisa aprender a mentir. Ama porque é livre, porque a verdade basta.

E você, vive em um palco de mentiras ou em um lar de verdades?

✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Sexóloga/ Comunicadora/ encorajadora da Liberdade Feminina

Inserida por Sibelecristina

O Peso Que Não É Meu

Às vezes, carrego pesos que não são meus. Palavras ditas no calor de um desdém, olhares que medem, julgamentos que pousam sobre mim como quem diz: você não é suficiente. É curioso como tantas opiniões alheias tentam se instalar dentro da gente, como hóspedes indesejados. E, por muito tempo, eu abri a porta e deixei entrar.

Até que entendi a frase de Eleanor Roosevelt: “Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento.” Foi como ouvir um eco dentro de mim, algo que eu já sabia, mas fingia não saber. Porque aceitar o poder dessa frase é, ao mesmo tempo, libertador e assustador. Liberta porque me devolve o controle. Assusta porque também me responsabiliza.

Percebi que o problema não era o que diziam sobre mim, mas o espaço que eu dava para essas palavras. Era o sim silencioso que eu oferecia toda vez que acreditava ser menos, que duvidava do meu valor. Era o consentimento invisível que assinava quando tentava agradar a todos, apagando a mim mesma.

Ser inferior não é uma sentença que o mundo pode te dar; é um contrato que você escolhe assinar. E, às vezes, assinamos sem perceber, porque fomos ensinados a buscar validação fora de nós. Como se o espelho não bastasse, como se a nossa própria voz não fosse o bastante para nos reafirmar.

Mas há uma beleza em recusar o peso que não é seu. É um ato de coragem dizer: isso não me define. Quem escolhe não se sentir inferior aprende a devolver aos outros as bagagens que tentam lhe impor. Aprende a diferenciar crítica de crueldade, conselho de manipulação.

Dizer não ao consentimento da inferioridade não é arrogância, é autoconhecimento. É compreender que ser humano é errar, cair, aprender — mas nunca ser menos. É olhar para o mundo com firmeza e dizer: eu sei quem sou, e a sua opinião não altera isso.

No fim, a grande lição é essa: ninguém pode te diminuir sem a sua permissão, e ninguém pode te elevar além do que você já é. O verdadeiro poder está em recusar as correntes invisíveis e, finalmente, caminhar leve.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia

Inserida por Sibelecristina

⁠Com o tempo 
descobrimos que 
bissexualidade 
é algo natural.
Todas as sexualidades 
são comuns.

Inserida por diegorbor

⁠Se cada uma das pessoas cavarem bem fundo a história de suas famílias, vai saber que teve alguém LGBTQIAPN+... 

"Ah, mas na minha família nunca teve gay", provavelmente foi silenciado logo cedo, e apagado ao longo da vida.

Viva a comunidade LGBTQIAPN+, que ainda hoje sofre preconceitos, mas atualmente resistimos com persistência, inteligência e voadoras!

Inserida por diegorbor

              A Pele Entre Sombras
⁠Em passos hesitantes, um novo caminho trilho,
Desvendando em mim desejos, rompendo o lençol.
Com garotas, a troca de um toque macio,
E no abraço trans, um novo arrepio.

A fé antiga, um laço que já não prende,
Em liberdade, a alma busca e se entende.
O dogma outrora forte, um nó desfeito, a verdade emerge em mim,
Um ser em descoberta, enfim.

Sombras da infância, memórias em recuo,
A sede de vida luta contra um fluxo escuro.
Em cada carícia, a lembrança a ferir,
Um corpo renascendo, aprendendo a sentir... a dor persistir.

A descoberta pulsa, um ritmo crescente,
Em cada toque, um saber que me presenteia.
Aceito quem sou, sem véu ou disfarce,
Na dança da vida, meu corpo é a minha arte.

(a.c) -> 30/04/2025

Inserida por SrAnonymous