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Se tu não consegues mais sentir prazer no teu trabalho, mude de emprego, seja para que tua empresa não seja prejudicada, seja pela manutenção de tua saúde física e mental.
Devemos vislumbrar o futuro, desnudos da roupagem do preconceito, de traumas, do negativismo, de conceitos limitantes, da falta de fé e experiências desmotivadoras, mas visualizá-los providos de olhos puros e sonhadores como de uma criança.
A mais terrível prisão, bem como a mais difícil de nos libertarmos, não é aquela que os outros podem nos prender, mas a que nós mesmos nos encarceramos: A PRISÃO MENTAL.
O livro que escrevemos é a materialização de nossa Alma através das letras, pelo qual conversamos com o leitor sem estarmos presentes, mesmo que ele nem tenha noção de quem sejamos, e isto é o que menos importa.
Mesmo que esqueçamos o nome do pintor ou mudemos o seu nome, o quadro continuará sendo dele. Assim é com Deus e Sua criação.
COACHING DE CARREIRA tem função de mapear o caminho profissional do cliente depois de analisar seus valores e perspectivas, e que a escolha promova realização pessoal acima de tudo.
HIPNOTERAPIA é uma abordagem terapêutica que acessa o subconsciente do paciente e promove direcionamento de mudanças mentais através da ressignificação de traumas e afins.
COACHING promove autoconhecimento, autoconfiança e autoestima, aumentando a performance do colchee.
Somos o que somos, e agimos como agimos, enquanto reflexo da nossa programação mental, a qual pode passar por mudanças através da ressignificação dos estímulos que a forjaram.
A fronteira entre a sexualidade normal e a patológica se encontra entre: o prazer e o sofrimento; a escolha consciente e a dependência; a paz e a autopunição; o controle e o descontrole; e entre o respeito e o abuso.
INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL busca compreender o outro, como ele atua e o que motiva, promovendo assim um melhor e mais produtivo relacionamento.
Hipnoterapia, além de promover relaxamento e autoconhecimento, é ferramenta de reprogramação mental necessária pela promoção de saúde do paciente.
A sexualidade humana é uma organização psíquica variável não determinada pelo biológico. Ela é constituída pela organização de suas experiências e processos pulsionais. Não tem nem a ver com gênero, mas sim, com a organização psíquica de cada sujeito. Tentar padronizá-la fazendo analogia à sexualidade animal que é institiva e não pulsional, é pura ignorância e a ignorância é base para qualquer violência.
Nem sempre a sexualidade de uma mulher está ligada ao biotipo do seu marido mas sim a fala que ele a presenteia todos os dias.
Vida é movimento, eis porque nos conceituarmos é relativamente perigoso, pois temos ainda o futuro a nos definir, afinal, enquanto vivos estivermos, o jogo ainda não acabou.
Não existe, num panorama coletivo, SEXUALIDADE, mas SEXUALIDADES, pois em caráter individual passa a ter sua construção e reflexo peculiares diante das vivências de cada qual, desde a mais tenra idade.
Quem está confortável com a sua identidade sexual não se sente ameaçado com a vida privada dos outros.
Olá, meu nome é Ana e eu queria dizer que você não precisa se preocupar, não precisa se sentir mal, não precisa se forçar a se descobrir, não precisar forçar a si mesma pra se encaixar em algo que não é, não precisa ser alguém que outra pessoa quer que você seja, e também não precisa sentir um sentimento estranho no peito com tudo isso. Eu tive anos de confusão pra descobrir quem eu sou, pra ser sincera, eu não conhecia o mundo, apenas conhecia a superfície, depois que eu comecei a descobrir que existem gêneros, sexualidades e que com isso eu poderia ser quem eu deveria.
1. "Aos 60, a sexualidade é uma celebração da intimidade e do autoconhecimento."
2. "A maturidade traz uma nova dimensão ao prazer e à conexão emocional."
3. "Minha sexualidade não diminui com a idade, apenas evolui."
4. "Aos 60, descubro que o desejo não tem prazo de validade."
5. "O prazer é uma jornada que continua, não importa a idade."
6. "Com a experiência dos anos, o amor e o desejo ganham profundidade."
7. "Aos 60, a liberdade de explorar a sexualidade sem pressa é uma dádiva."
8. "A sensualidade não está no corpo, mas na confiança e na conexão."
Para ser justo com os novos gêneros diferentes, acabamos sendo injustos com os dois únicos gêneros existentes que dão origem a vida.
“A Mentira como Corda Bamba”
Infidelidade não é só um ato, é um comportamento que se enraíza. Quem trai não só atravessa a linha da confiança: aprende a morar na terra da mentira. E como bem disse Fabrício Carpinejar, “O infiel não muda dentro daquela relação. Só aprende a mentir melhor.”
A frase tem o peso de uma verdade inconveniente. Porque, por mais que quem foi traído queira acreditar no arrependimento, no recomeço, o infiel raramente muda enquanto ainda está ali, no mesmo palco da traição. Ele se adapta. Como um equilibrista na corda bamba, não busca sair da situação, apenas aprender a não cair.
A infidelidade cria um ciclo vicioso. Não é só o beijo ou a mensagem escondida que fere; é o teatro que vem depois. O infiel se torna um ator exímio, ensaiando álibis, inventando histórias, medindo palavras para parecer inocente. E quanto mais ele se aperfeiçoa nessa arte, mais se distancia do que é verdadeiro. Ele não reconstrói a relação, apenas remenda os próprios atos para não ser descoberto novamente.
O problema é que mentir melhor não é amar melhor. Pelo contrário, é uma forma de fugir do amor. Porque amar de verdade é despir-se de máscaras, é enfrentar a vulnerabilidade. Quem trai e continua mentindo escolhe o caminho da fuga, não da mudança.
E quem está do outro lado? Muitas vezes, permanece na esperança de que o amor seja suficiente para transformar o outro. Mas amor não salva quem não quer ser salvo. Você pode oferecer sua confiança de novo, mas se o infiel não estiver disposto a encarar a dor que causou, ele continuará a andar na corda bamba. Não para equilibrar a relação, mas para sustentar a própria mentira.
Carpinejar nos faz enxergar que mudança real exige ruptura, não conveniência. O infiel só muda quando sai do jogo — quando é confrontado pela perda, pela solidão, pela necessidade de se encarar no espelho. E mesmo assim, nem sempre muda. Porque mudar não é sobre o outro, é sobre si mesmo.
A verdade é que não dá para amar com a sombra do engano por perto. Ou o amor é inteiro, ou é apenas um disfarce de algo que já não é. E, no fim, quem ama de verdade não precisa aprender a mentir. Ama porque é livre, porque a verdade basta.
E você, vive em um palco de mentiras ou em um lar de verdades?
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Sexóloga/ Comunicadora/ encorajadora da Liberdade Feminina
