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Assim como a vida prega testes nas pessoas, nós devemos pregar testes nelas também. Somente assim você saberá do que os seres humanos são capazes.
A segurança pública nas principais periferias das cidades brasileiras não precisa só de um maior e mais beligerante movimento para enfrentamento violento frente a criminalidade crescente. Existe sim a necessidade urgente de políticas públicas culturais de segurança, para as favelas e todas as áreas de baixa renda para erradicar por vez a nefasta marginalidade em meio de uma população vitima, refém, digna, honesta e operária. A máquina pública por si deve efetivar setoriais conselhos de moradores locais, dar voz a população local e retomar a qualquer custo a soberania e a tranquilidade constitucional local às famílias que vivem tradicionalmente há muito tempo nestas comunidades. Em segurança pública contemporânea, não existe mais na menor possibilidade de usar o fogo para combater o fogo. Hoje, combate-se o fogo com a água, e é assim que a cultura pode se esparramar de forma sutil, por meio de plataformas culturais locais não artificiais e nem alienígenas do próprio lugar. Em muito pouco tempo a cultura que é a nova meta linguagem do poder público, começará a ganhar força onde o poder público só vem perdendo ao longo dos anos, entre o espaço ambíguo e artificial provocado por suas equivocadas frentes sancionais de beligerâncias ardentes.
Eu odiava sentir, evitava qualquer demonstração de afeto por questões de segurança, a frieza era o meu abrigo, mas era estranho porque os meus sentidos gostavam de mim, pegavam-me desprevenida e eu me via, de repente, amando o perigo... O perigo me trazia vida!
A praça é do povo, disse Castro Alves. O poeta não disse que a praça é dos larápios, dos psicopatas institucionais, dos vendilhões do templo e negociadores da pátria.
A vítima é credora do atendimento prioritário. Apoio médico, apoio psicológico, apoio social, apoio jurídico e, quando for o caso, apoio material do Estado.
Perdemos a segurança, pois a paixão do idealismo deu lugar ao ódio do intolerante e novamente perdemos.
Mas se perder também é ganhar, podemos dizer que ganhamos a maturidade ao perder a inocência; ganhamos a malícia ao perder a ingenuidade; ganhamos a perspicácia ao perder a segurança.
Nunca havia sentido esta sensação…
Ela sentou ao meu lado, estava tensa. Sua energia mostrava isso
Havia um homem, um senhor, poderia ser seu pai, um amigo, um tio, um namorado conversando. Mas sua resposta diante dele era sempre seca e firme. Até que escutei” com licença,o senhor está me incomodando”. E ele começou a ficar nervoso, e baixo remedava suas palavras…Se revoltou, mas de forma tímida distribuindo palavras cruéis de escutar.
Eu paralisei. Tudo aquilo que escutamos, assistimos nos noticiários, redes sociais.
Eu toquei nela levemente e perguntei: “está tudo bem?”
Ela continuava tensa, mas respondeu que estava. E de repente disse: você descerá em qual ponto?
Estávamos no ônibus. Ela indo para seu destino, eu voltando para casa. Mas ali, eu não soube seu nome, nem nada sobre ela, mas sabia que estaríamos juntas ali naquele instante. Eu passando a segurança, ela me passando de certa forma a força e também segurança.
Se caso ele tentasse algo contra ela, iria lhe defender.
Outro dia mesmo vi uma publicação “juntas somos mais”. E nunca senti o valor desta palavra. Juntas nos fortalecemos para assegurar o mal que infelizmente há espalhado pelo mundo.
Enquanto houver maldade, malícias que fazem mal, teremos e devemos ser mais e estarmos juntas.
O final ocorreu tudo bem… Ela foi para seu destino. Eu desci logo depois. E ele ficou lá pelo destino resmungando e talvez bêbedo, inconsciente de suas falhas e sua vergonha.
Ela me agradeceu e se despediu. Eu só consegui falar ” se cuide”.
Que possamos cuidar e ser cuidadas sempre por alguém.
E assim se segue a vida, nas buscas insistentes por aconchego e segurança emocional, devemos valorizar os momentos, as oportunidades. Desejo a todos que se encontrem e se permitam serem encontrados, se entreguem quando for a hora e valorizem os abraços.
«Estou tão farta de necessidades. Necessidade de sobrevivência, de comida de segurança e de conforto. Só quero silêncio e paz»
«Prometi-lhe que não me contentaria com segurança e tranquilidade. Pelo menos se isso significasse abdicar dos meus sonhos»
eu sempre fui a mão que te mantinha seguro
enquanto você flertava com a beira do abismo.
hoje sou a mão que me mantém de pé para chegar ao topo.
já não sei mais se você decidiu pular ou não.
Falar de dinheiro no Brasil é um tabu tão grande que as pessoas se limitam a falar em SEGURANÇA financeira. No dia que o Brasileiro entender que ser ambicioso não só é uma qualidade, como também é uma qualidade necessária para o sucesso, conseguirão de fato alcançar a LIBERDADE financeira.
Quero acordar com a chuva
Caindo num telhado de estanho
Enquanto estou segura em seus braços
Então, tudo o que peço é que você
Venha embora comigo no meio da noite
Cabe as politicas publicas pelo direito universal contemporâneo o oferecimento de serviços de alta qualidade, atualizados ou melhores quando comparados aos mesmos serviços disponibilizados pelas politicas privadas do setor. A arcaica e nefasta politica do brinquedo quebrado, das roupinhas sujas e rasgadas e das comidas vencidas e estragadas deve ser banida de uma vez por todas do assistencialismo barato publico estatal e das ações filantrópicas social, filosóficas, profissionais e religiosas. Até por que ao invés de resolver uma carência de solução para um problema emergente, impõe ao cidadão que busca, uma condição de miserável, mais abandonado, um titular de orfandade social e uma grande diminuição de auto estima como não devesse reclamar do que está sendo dado por felicidade.
A minha sensibilidade me ensinou tão bem: não fique triste e não fique triste se você não for nem preferida nem querida. É que as pessoas costumam não notar essas coisas.
Naquela tarde de domingo, até me esqueci que o tempo existia, com o conforto da maciez de suas mãos deslizando sobre os meus pasmos ardentes. Foi quando nos apavoramos de amor.
A ideia de segurança está cada vez mais difícil de ser discutida, difundida e realizada no país que vivemos. Parece que este termo não existe.
