Tag século
Em algum lugar do século passado.
Antes,
Éramos o necessário,
Hoje,
Deixamos de ser o básico.
Os costumes do século em que vivemos,
No cérebro ficaram as marcas dos dias bem vividos e por mim muito bem lembrados.
Em outrora,
Comentava-se, falava-se, amava-se, odiava-se e achava-se.
Achava-se que era jovem;
Achava-se que podia mais;
Achava-se que era culto demais;
Achava-se que não era a minoria.
Achava-se até que sabia mais do que hoje.
Fui usuário de finos tecidos;
Fui voluntário dos versos fransinos,
Mas na verdade,
Em algum lugar do século passado eu era apenas mais um mero menino.
O tempo passou,
As rugas vieram,
As marcas são notáveis.
Guardei no armário da vida
Palavras por mim jamais ditas.
Me sentava debaixo das árvores
E apreciava as lindas paisagens.
As folhas secas caíam lá de cima, Cambaleavam e tocavam em meu rosto renovado.
Me comportava...
E acendia a lareira e deixava a chaleira por horas na chapa forjada.
Era tudo flores
E os espinhos eram poucos.
O quê não faltava era:
-A sua Bênção oh ! minha mãe!
-A sua Bênção oh ! meu Pai!
E assim... foi o tempo primitivo;
Pretérito distante e antigo.
Só sei que um Espírito Divino entrou nesse meu corpo,
E um dia não estará mais aqui.
Costumes?
Os vagalumes foram testemunhas
De uma vida centenária.
O progreso?
Invisível é esse dito esperado por muitos.
No entanto,
Vivos aqui estamos.
E isso já basta para os sábios, que sabem valorizar pelo menos
O básico....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
No mundo tecnológico do século XXI, vivemos bombardeados de informações, então, saber fazer uma triagem de tudo que nos chega, exige sensatez, visão crítica e principalmente, organização, para
que não sejamos consumidores de
informações improdutivas ou não verdadeiras. A dúvida que surge é sobre quais competências nos serão exigidas para continuarmos produtivos no século seguinte.
"Se há dificuldades, porém, há certas semelhanças com uma patricinha. Acredite, ela rodou, rodaste e rodarás… Não é o caso de todas, mas sim da maioria. Umas sim, outras não.”
O fanatismo político, tal como o fanatismo religioso e todos os fanatismos, são a máfia da Humanidade em pleno Séc. XXI.
No brilho frio das telas,
uma alma se despe de segredos,
entre notificações e status
desabrocha um coração em streaming.
Palavras digitadas,
em meio a emojis e hashtags,
transformam angústias em posts
e silêncios em stories efêmeros.
Como se confessar nesta era?
Deslizando o dedo na esperança
de que, em cada clique,
a dor se transforme em conexão.
Não há mais o altar de velhas confissões,
nem o sussurro íntimo de uma igreja;
hoje, a verdade se expõe em pixels,
num feed onde a vulnerabilidade encontra público.
É um grito digital,
um manifesto de identidade
entre likes que acalmam e comentários que ferem,
um convite à coragem de ser visto
no vasto e caótico universo virtual.
Mesmo que a privacidade se dilua
na imensidão das redes interligadas,
a confissão permanece –
um ato de fé no agora,
um pedido silencioso de ser ouvido
em meio ao ruído incessante do século 21.
A Ansiedade cega e é até capaz de ensurdecer a alma! Mas ela torna as mãos hábeis a tocar o que a sacia e faz os pés velozes para fugir da realidade!
É fácil resumir a história de Portugal do século XX e do início do século XXI: uma monarquia grande deu lugar a muitas pequenas monarquias, uma ditadura grande transformou-se em muitas pequenas ditaduras e a mãe do snobismo teve um ventre muito fértil nas últimas décadas.
Ter retido vários acontecimentos e datas que marcaram o século XX na mente foi fácil, difícil é consegui digerir cada sentimento em que me é despertado sobre a humanidade toda vez que me recordo de alguma delas.
Do período paleolítico
para o século XXI
O homem evoluiu consideravelmente,
entretanto, a possibilidade de ver
o nascer do sol a cada dia
continua sendo ainda
um motivo de agradecimento
que cada um de nós deveria fazer ao Deus
que acredita e ao mesmo tempo
encarar como insignificante
tudo que possa aparecer até
a próxima possibilidade de
uma nova visualização de
um novo amanhecer, mas infelizmente ainda não evoluímos a esse ponto.
No século 21, acho que os celulares são nossa forma de nos casar com o mundo. Se for isso mesmo, é um casamento ruim.
“Cinco séculos é tempo suficiente para um povo escolher entre quebrar as correntes ou continuar servil. Escolhemos a segunda opção.”
Num século de avanços, a carência de empatia revela a mais devastadora toxicidade humana, corroendo as bases da compaixão e obscurecendo o caminho para uma sociedade verdadeiramente evoluída.
Como as coisas devem ser?
As coisas devem ser exatamente do jeito que elas são, até porque se não fosse assim, não iríamos entender nunca como elas funcionam.
Tudo nessas “coisas” tem um propósito, as vezes a gente pode não entender, mas pode demorar o quanto for, um dia vamos descobrir.
Nem sempre elas vão funcionar do jeito que a gente quer, elas podem funcionar do total oposto, mas devemos levar isso como uma lição, até porque a vida ela não vai ser do jeito que a gente quer, devemos levar isso como uma lição de moral, que mesmo que a gente não goste, devemos aceitar o que elas são.
É péssimo você querer que uma coisa dê certo e não dar, isso serve para tudo, relacionamentos, amizades, família e tudo que você conseguir imaginar.
Isso serve para nos mostrar que não temos o controle de tudo e que mesmo que se tivéssemos, as coisas ainda assim, seriam do jeito que elas são.
Nada muda, você tenta, muda aquilo, faz esse outro, mas no fim, nada muda. Até porque essas coisas que nós tentamos mudar de nada foi o nosso esforço por elas, até porque, as coisas nunca mudam.
Pode ser difícil ler essas coisas, mas como já dizia um grande sábio do século XXI: “aprenda a ouvir a verdade, não importa o quão difícil seja, apenas ouça”, no fundo ele tem razão, não podemos querer mudar as coisas até porque, é a simples verdade que nós não queremos aceitar.
Em pleno século 21
Aonde amar de verdade
Não é comum
Você é excluído da sociedade
Por que trair
Já é comum
E mesmo falando a verdade
A outra parte
Só mente
Oque aconteceu com essa gente?
Em pleno século 21
Aonde ser romântico
Virou uma coisa retro
Aonde as pessoas não faz mais poesias falando de amor
Aonde não tem mais pessoas dando buquê de flor
Quando e por que tudo isso mudou
Lembro quando era tudo lindo
Pessoas juntas nos domingos
Ouvindo músicas ao longo do caminho
Éramos felizes, porém não víamos
Mas do nada mudou essa gente
E quando falamos se fazem de dementes
Viraram pessoas imprudentes
Que não liga com oque tem em sua frente
Pra quer vou falar de amor
Se as coisas agora mudou
Não sei quando isso começou
Mas com minha felicidade acabou
Só me pergunto o porquê
De tudo isso acontecer
Mas em quanto eu escrever
Nunca vou deixar as pessoas esquecer
Receio que os tempos atuais seja de revolucionária regressão. A arte é considerada obscena. Por outro lado, temos que nos calar perante a injustiça porque, pelos vistos, o escândalo fere mais que o próprio delito. No século XXI estamos assim...
O início do século XXI foi o período em que as pessoas mais tiveram acesso à comunicação e menos souberam se comunicar...
Tenho dificuldades em manter pessoas na minha equipe de MMN, eles não continuam. O problema não está na quantidades que sai do seu negócio e sim, quantos você recruta por mês, essa rotatividade e normal.
