Tag roupa
Reconhecer um caráter
É coisa muito rara
Por ser algo subjetivo
Não fica estampado na cara
Não se pode medir
Como latitude e longitude
Só se pode conhecer
Observando atitudes
Se o caráter é mau
E a bondade é só fachada
É como vestir calça nova
E por baixo cueca furada .
"Temos que parar de engessar a vida, rir até doer a barriga, rolar no chão com a melhor roupa e deixar ela com cara de velha, velha não! sabia, clássica, deixar ela com a cara que ela quiser, roupa suja se lava, roupa velha se doa...
É boca com boca é mão com mão,
É a gente com a gente, roupa no chão.
É mente com mente, nós no coxão.
É aquilo com aquilo e muita paixão!
Não é através de roupas (capa) que a humildade se retrata.... Ela é sutil, não pode ser vista nem ouvida... Está contida no silêncio da renúncia, no desapego da compreensão, no encantamento do perdão.
"Se o teu pedaço de pão pode alegrar um pobre andarilho, por que deixá-lo endurecer em cima da tua mesa?
Se a roupa que te sobra pode vestir o pedinte, por que guardá-la no armário?
Se a tua força ainda pode levantar o caído, por que descansar de braços cruzados?
E, se podes fazer o bem a alguém, por que te omites deste dever?"
“Conhecimento inovador pra mim é como acordar todos os dias, colocar a melhor roupa e se sentir renovado de bem com a vida”.
Existem paixões que nunca, nunca se desvanecem
Por mais que o tempo passe, por mais que se pense que já está, já foi, fica sempre o travo agridoce de tudo –
Uma paixão deixa sempre algo em nós. Não deixando não foi paixão.
Paixão, arranca a roupa do corpo, faz transpirar, sufoca. Paixão faz taquicardia, solta-nos as lágrimas, faz nos ouvir música, deixa-nos acordados pela noite.
Paixão traz vida! Paixão acorda-nos da morte acordada dos dias. Faz nos ansiar pela noite…transforma o dia em noite, a noite em dia.
Ai a paixão!
Escreve se poesia, faz se música.
E até um dia de inverno se transforma em Primavera. Desperta os sentidos, renasce, revive.
E tu es um ser maravilhoso, e eu, eu nasci para ti. Toda a minha vida existi para este momento. So existo porque tu respiras, e quando te vi, todos os barulhos se calaram, tudo perdeu a cor à tua volta e só tu exististe. E eu fiquei ali, a ver te existir, presa no teu Ser, naufraga no teu olhar.
O mundo ganha cor quando passas, como eu quando te vejo chegar; ilumino me.
Toda a minha vida existi para este momento. So existo porque tu respiras, e quando te vi, todos os barulhos se calaram, tudo perdeu a cor à tua volta e só tu exististe. E eu fiquei ali, a ver te existir, presa no teu Ser, naufraga no teu olhar.
O mundo ganha cor quando passas, como eu quando te vejo chegar; ilumino me.
Ai a paixão!
Escreve se poesia, faz se música.
E até um dia de inverno se transforma em Primavera. Desperta os sentidos, renasce, revive
Despetizar a máquina pública é como trocar as roupas de seu guarda-roupa: você tira todas as roupas de cor vermelha dos cabides e dependura outras de cores diferentes, principalmente verde, amarelo, azul e branco. Mas os cabides continuam...os mesmos.
Silêncio, estou feliz! Tranquei a mágoa á sete chaves, assustei o fracasso e vesti roupas de gala na alegria. De hoje em diante não aceito menos que olhares de aceitação e gestos de acalanto.
Ser amor…
(Nilo Ribeiro)
Tocar teus seios,
não ter receio,
usar todos os meios,
não fazer rodeio
deixar-te louca,
beijar-te a boca,
despir tua roupa,
deixar-te rouca
fazer amor,
te dar amor,
morrer de amor,
“será mor”…
A vida não vai te esperar trocar de roupa pra mergulhar. Pula do jeito que estiver, de olhos fechados onde não dá pé.
— Olha a chuva!!!
— Cadê a chuva? Meia hora depois
— Cadê a chuva? Uma hora depois
— Cadê a chuva? Duas horas depois
Por que isso só, acontece comigo e justo no dia que lavo roupa.
Angústia de Influência
A mulher e o toureiro
têm em comum o cheiro
de sangue no esmero da roupa
têm em comum a graça
com que transpassam
a besta com a capa e a espada
têm em comum o estro
poético do gesto antes da
morte, os olhos de martírio
o homem-fera
babuja a bainha da Valquíria
quando
o infinito
lavra no lacre
seu sinete:
a besta expira, atônita
diante da verônica
de Manolete
