Tag riso
Que você tenha juventude infinita de felicidade com sorrisos perfeitos, daqueles enormes, gigantescos e memoráveis em cada gargalhada
Riso
Deixei livre
nas corredeiras,
meu riso.
Assim
será sempre novo,
sempre rio .
Se rio,
ou riacho,
se me derramo
nas cachoeiras
serei sempre riso novo.
Você
Das lágrimas fiz um riacho
por onde a dor escoei
Foi descendo as correntezas
que um belo riso encontrei
De sorriso florescente
renasci naquela manhã
E de repente encontrei brisa,
em você, meu amanhã.
Segue o dia, segue o verbo
ditando nos casos e acasos
desta vida em ações -
guarida, riso, choro,
tropeços - ninguém merece -
nem eu mereço,
mas quando chega a poesia,
escrevo, a obedeço !
Trovando
Meu poema não soa triste,
não sou poeta triste, não !
apenas retrato o que existe
pelas plagas deste mundão
Muitas vezes os olhos mostram
algo, que nem eles sabem,
se é alegria, saudade ou tristeza,
as lágrimas que lhes cabem
E se o Riso resolver ir embora?
E se ele não sentir mais o desejo de ficar?
Carinhosamente pegue na mão dele e mostre os caminhos que ele pode trilhar, mostre para ele que nem sempre foi fácil e mesmo assim ele venceu.
O sr. Riso às vezes precisa se recordar dos planos que estão por vir, precisa ser relembrado das metas e objetos que fazem ele ficar aqui.
O sr. Riso ama à todos, mas nem todos o sabem amar.
Tem gente que doa o que tem, e outros nem sabem o que doar.
Tem gente que doa sorriso, que doa riso, que doa dor, que doa amor, que doa frustração.
Na verdade, só devemos doar, o que faz bem ao coração ♥️
Poetamento
Meu simples poetamento, pouco explica em seu rumar.
Faz parte dessas ruelas que sempre surgem,
Como meus pequenos passos a marear.
Insinuando trilhas, avistando mapas, a orbitar.
As palavras servidas, além do que, tanto perguntam.
Como guardar o beijo que será efervescido?
Como carregar os pedaços dos que nos faltam?
Como desalumiar os pirilampos da saudade?
Meu palavrear não tem controle de custos.
Pode arquejar no tempo, não estar imune,
Ficar laçando luares, impávido escapulindo.
Querendo partilhar em si, fugaz raio da vivência.
Minha confabulação desmerece acanhamento.
Anda indócil, quase sempre nua, a entregar-se a um riso.
E quando eu pouco me descompasso, num alvoroço,
Sem qualquer anúncio, faz surgir estelares num pingo d’água.
Carlos Daniel Dojja
Não oferece motivo de riso quem ri de si mesmo.
Será que ainda existe a nossa canção? Aquela que dançava no ritmo das nossas risadas, que embalava os dias e preenchia o silêncio das noites? Procure dentro do seu coração, entre as memórias que o tempo não apaga. Talvez a melodia esteja lá, suave, esperando apenas o toque da saudade para soar novamente.
Durante muito tempo, confesso, temi o mundo... mas não por suas dores naturais, nem por seus silêncios frios. Tive medo de viver em um mundo onde você não estivesse. A simples ideia da sua ausência era como um vento cortante atravessando o peito, como uma noite sem estrelas, como uma eternidade sem luz. Havia algo na sua presença que fazia o tempo parecer menos cruel, e a vida, ainda que imperfeita, tornava-se suportável, quase bela. Sem você, tudo perdia cor, propósito e rumo. E assim, mais do que temer a morte, temi a vida sem você... porque viver, se não for para dividir o olhar, o riso e o silêncio com quem se ama, é apenas existir à margem do que poderia ter sido eternidade.
" Não tenho sorriso largo na cara, mas tenho um coração imenso,
Talvez não tenha aprendido na altura certa a arte do riso,
Mas, muito me alegra a alegria de alguém, e então rio por dentro,
E assim vou tentando viver, e ser feliz? Isso já consigo."
A presença do palhaço na sociedade não é para garantir o riso, é para consolar a alma daquele que chora
Creio que entre o riso e o choro há uma discreta melancolia, que nos permite sempre louvar a Deus derramando lágrimas ao cantar sorrindo
