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O mundo está cheio de novos desenvolvimentos e o amor também deve ser algo que se inova. O risco e a aventura devem ser reinventados contra a segurança e o conforto.
O erro possibilita a criatividade...Mas não é sobre errar de propósito. É sobre aprender com a tentativa mal sucedida e ampliar a visão para novas possibilidades...
Já que muitas coisas não morrem...
Antes, porém, incomodam e dão satisfação.
Cada um em seu ser misterioso e imprevisível.
Kara-a-Kara intransparente e inseguro...
Então nos arriscamos.
Livres para ser feliz ou enfrentar outra desilusão.
Isso é perfeição nas imperfeições.
Não mais que risco.
E assim, sentimos felizes!
Na sobrevivência se diminui os riscos.
Agora para viver, pegasse todos os riscos que puder encontrar.
Varie entre pensar bastante e não pensar...
Uma ação bem pensada tende a ter poucas falhas, mas uma vida sem riscos não tem graça!
O perigo é sempre um ajudante dispensável, mas lembrem se que além dele não saber disso ele é surdo, mudo e cego.
Algumas mudanças podem nos trazer riscos de curto prazo, mas, estar ao lado de quem te faz se sentir pior é uma perda maior que qualquer risco da mudança: Perda da dignidade, autoestima e autoconfiança. Às vezes precisamos abrir mão de alguns confortos para ganhar nossa felicidade
Confie em si mesmo, sempre!
Não vamos perder tempo com medo de sei lá o que.
O máximo que pode acontecer é ser feliz.
Então olha o risco que estamos correndo!
Se os salários dos diversos segmentos trabalhistas seguissem a lógica dos investimentos no mercado financeiro, veríamos que a remuneração do trabalhador no serviço público seria a menor porque tal como a caderneta de poupança é estável e não oferece risco. Os demais trabalhadores teriam salários maiores porque a exemplo dos demais investimentos correm riscos diversos, inclusive da falência da instituição financeira. No entanto, não é o que vemos no serviço público que oferece estabilidade aos funcionários e os remunera com os maiores salários...
O perigo existe. O risco existe. Mas o medo é uma escolha. O medo é apenas um produto da nossa imaginação.
Quem tem medo de se arriscar corre o risco de perder, perde tempo por não tentar e perde a chance de vencer.
Teoria do Risco criado
Quando te vi,
Foi encantador demais...
Ainda não te conhecia,
Mas era tudo previsível...
Seu charme estridente,
Seu sorriso indecente,
Seu corpo reverente...
Mostravam que você tinha
Risco inerente!
Quando me envolvi,
Foi tarde demais...
Em você eu me conhecia
Apesar de ser imprevisível...
Seu carinho devido,
Seu beijo exibido,
Seu prazer deferido...
Faziam a gente apresentar
Risco adquirido!
A culpa então foi concorrente,
O grau de culpabilidade era evidente,
Só não sei quem foi a vítima
E quem foi o agente.
E naquela consumação,
Não existia prevenção
Ou contra-indicação.
Era para acontecer
Conforme o nosso dever-ser,
Queríamos que fosse assim
E deveria-ser assim.
Pois quando se ama
Não se dá importância
Ao perigo que está ao nosso lado,
Só depois a gente percebe
A Teoria do Risco criado.
E foi tudo mesmo arriscado,
Mas assumimos os riscos
E os danos causados
Pela periculosidade
Adquirida e inerente,
E fica assim combinado:
Você responde pelo amor procedente
E eu respondo pela felicidade da gente.
