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O espelho consegue refletir o exterior, mas "o essencial é invisível aos olhos"...
Temos a prática de rotular as pessoas pelo que vemos, julgamos sem conhecer e em algumas situações a pessoa não tem segunda oportunidade para desfazer o mal-entendido e limpar sua imagem.
Na era de redes sociais isso potencializou, pessoas são “canceladas”, julgadas e condenadas sem o contraditório e ampla defesa. Simplesmente viraliza e sua vida muda da noite para o dia!
É preciso analisar o todo, uma versão não é verdade absoluta! E aparência não é tudo!
Numa época em que qualquer um pode dar conselhos ou dicas nas redes sociais, é importante estabelecer credibilidade.
O objetivo inicial das redes sociais era conectar as pessoas. Mas com o passar do tempo, elas tiveram efeito contrário: separaram mais do que uniram.
Tempo ao Tempo.
Redes sociais
Generalizando, há três grupos distintos nas redes socias que debatem temas variados: o primeiro, composto pelos donos da verdade absoluta;
o segundo, antagônico ao primeiro, reúne os donos da verdade plena.
Mas, há um terceiro grupo: nele estão os donos da verdade plena e absoluta.
Mais uma foto no feed*
Em época de algoritmo onde as redes viraram vilões, vi uma matéria que discutia sobre o problema das mídias, e o problema não era a mídia em si e sim o que as pessoas compartilhavam nelas, você nunca via as coisas mundanas, as inseguranças, as falhas, as tentativas... Você vê apenas o resultado final, quando positivo.
As "mídias sociais" não tão sociais, são apenas uma vitrine de realizações, onde o indivíduo precisa estar bem, mas o que é estar bem? Qual a necessidade? Esse imediatismo é que causa a ansiedade, e como num episódio de "The good Place" o ambiente é criado para torturar uns aos outros. Durante essa semana eu não estava bem, e advinha, "tá tudo bem" não estar bem haha.
As redes sociais e o debate político tem muito em comum: são espaços onde ignorantes sobre o funcionamento do mundo tentam propor e impor mudanças para melhorá-lo.
É como se formigas quisessem ensinar a aperfeiçoar os rotores de helicópteros.
Não espere uma rede social suprir o seu anseio pelo reconhecimento. Que tal se fazer real na vida das pessoas?
Me diz por quê achar absurdo uma vida-self, se o que lasca a alma da gente não é esse despir-se diário, mas o fechar-se contínuo?
A tendência é nos isolarmos, ficar em casa para ver televisão ou nas redes sociais. Mas, na minha própria vida, eu percebi que sou mais feliz quando não estou fazendo isso.
Tenho percebido cada vez mais a angústia que as pessoas sentem por não conseguirem desconectar-se das redes sociais. Muito mais que um vício, para muitas pessoas tornou-se uma obsessão, uma dependência. Não é a toa que temos visto com frequência pessoas que estão preferindo e optando pelo seu aparelho celular do que ter um momento especial com seus filhos ou familiares. Chega-se ao cúmulo de famílias inteiras sentarem á mesa e cada qual interagindo com amigos virtuais, e aquele que está ali, sentado ao lado, passar despercebido. O que será que está acontecendo? O que representa este tipo de conexão? Conexão que te rouba os momentos com pessoas especiais para você ter relacionamentos com pessoas virtuais? O que aqueles tem de tão atrativo? O que aquilo te proporciona?
Quando você perde a capacidade de limitar seu tempo com as redes sociais, quando você perde o interesse pelas pessoas que estão ao seu redor, quando você deixa seus compromissos atrasarem, seu sono ser roubado e sua família de lado, é hora de rever seus comportamentos. Eu entendo que é agradável e contagiante estar conectado, mas é preciso aprender a dar um limite, dar um tempo para que você possa verdadeiramente olhar para aqueles que estão á sua volta e trocar com aquele ser que espera sua atenção.
Faça uma análise e responda; hoje, quanto tempo estive conectado, sem dar atenção aos meus familiares? Sem ler um livro, sem fazer meus afazeres, sem comer tranquilamente, prestando atenção apenas a minha alimentação? Se sua resposta não lhe causa culpa e nem angústia, provavelmente você está sabendo lidar bem com seu tempo, sua família e seus compromissos. Parabéns, você está sabendo dosar a hora de estar conectado e a hora de parar. Agora, se sua análise causa desconforto, culpa e ansiedade, provavelmente você pode estar se tornando um dependente pela internet e assim como outros transtornos psicológicos, esta dependência causa isolamento social, perda de interesse pelos estudos, perda de foco, perdas sociais e familiares importantes e perda de tempo pela vida real.
Preste atenção nos seus comportamentos. Se sua necessidade de estar conectado é muito alta, talvez você precisa de ajuda para tratar desta situação.
Vício nunca foi bom, dependência seja ela de qualquer natureza, nunca é boa, geralmente deixa um rastro de destruição.
Faça um favor para você mesmo, desligue o seu celular, seu computador e vá dar um tempo especial para a sua cabeça.
Tem muitas coisas interessantes te esperando.. É só você perceber!
"Há algum tempo atrás as redes sociais eram uma válvula de escape, hoje em dia elas tem sido o carro todo."
A paciência, a mão ligeira e o pensamento lento.
Nesses tempos modernos em que vivemos.
A paciência está dando lugar a mão ligeira e ao pensamento lento.
Ontem li um comentário no qual era citada a falta de bom senso em relação a quarentena.
Comentário este que ao "meu" modo de pensar estava correto.Porém este mesmo comentário ao mesmo tempo que possuia um relato muito coerente.Também continha
palavras que insultava as pessoas envolvidas. Enfim, apareceu a mão ligeira.
As pessoas parecem estar pensando com as mãos, isso mesmo com as mãos. Ou seja : escrevendo sem pensar nos prós e contras, no direito que todos nós possuímos de se expressar.
Após alguns minutos ou horas você volta a ler o que escreveu e quase sempre se arrepende do que relatou sem pensar.
Hoje culpamos a pandemia contudo isso acontece muito antes dela.
Antes de se expressar em redes sociais sobre assuntos polêmicos.Escreva o seu comentário(desabafo - opinião) em um caderno, em uma folha, diário no que seja.Leia, releia e pense : isso afetará alguém de uma forma ruim?
Não pense com a mão ligeira.
Gentileza gera gentileza.
O problema em sermos protocolares.
Começamos com boas intenções, preocupados em saber de quem queremos bem, mandamos mensagens... visualizamos as mensagens, curtimos e até mesmo comentamos... Com o passar do tempo isso cai no hábito, faz parte da nossa rotina e então nos enganamos...
Ah, como tenho saudades de seu abraço, o aperto de mão, aquele sorriso... como me fazia um bem sentir o perfume da sua presença, ouvir suas histórias, sentir a proteção...
Não espere o amanhã, pois este pode não existir, agradeça pelo hoje, exalte sua amizade, familia... Não esqueça de amar, espalhar esse amor, pois este é o sentido da vida...
“A ciência ainda não detectou sinais de VIDA INTELIGENTE fora da Terra; dentro dela, segundo as análises de conteúdos postados nas redes sociais, o encontro desse tipo de ser está cada vez mais raro.”
Nas redes sociais ou em nossos espelhos só olhamos aquilo que convém para as nossas aparências, poucos de nós sentimos o que somos em nossa essência.
Apenas nos vemos através de imagens produzidas por lentes de vidro, transmitidas por fibras de vidro e exibidas em telas de vidro. E, devido a essa fragilidade, um dia as relações se quebram!
Redes sociais, criadas para fazer você sentir alguma atenção do mundo. Claro, em troca do seu tempo, em troca de cada oportunidade que deixas ir em status online, em troca da atenção do mundo mesmo que virtual, girando por uns minutos em torno dos teus caprichos.
"Comente aqui" "Faça uma pergunta" "Escolha um número - resposta no chat" "Curta que eu te chamo" "Curta que marco a pessoa" "Essa eu gostei" "Entrei na brincadeira" "Foi bom me conhecer?" "Ano está acabando"... #PARAQUETÁFEIO!
Tudo isso representa nossa "carência". Estamos vivendo tempos de loucos amores só é FELIZ quem SABE o que QUER como diria saudoso #Chorão. Tá tenso, vivemos cheio de "amigos" nas redes sociais e ainda choramos sozinhos em nossos quartos. Estamos cheio de "contatinhos" no whatsapp mas sem conteúdo para desenvolver o papo. Estamos cada vez mais conectados e ao mesmo tempo tão distantes uns dos outros.
Que geração é essa que tem medo de fazer uma nova amizade real? Tem vergonha de conversar? Não sabe puxar assunto? E se esconde atrás dos perfis das redes... Que não se encontra mais para um piquenique, não joga mais bola no quintal. Quando vai em um amigo antes de perguntar como esta pede a senha do wi-fi e ficam ali, tão perto e tão distantes...
Claro que eu curto redes sociais, claro que também vivo com o telefone na mão, mas como eu gosto de encontrar as pessoas, de abraçar, de incomodar, de mostrar que tô ali, de ser chato mesmo e curtir os momentos. Umas das coisas que mais gosto é conhecer pessoas, é ouvir suas histórias e ver como somos tão parecidos, como existem pessoas boas para serem conhecidas, mas que estão se escondendo com a intenção de serem vistas. Galera! Vamos viver! Vamos nos ajudar, vamos fazer novos amigos, a vida é de fato curta, frágil e de uma hora para outra acaba e o que fizemos dela enquanto estávamos aqui?
Nunca escreva nada no Whatsapp, Facebook, ou qualquer lugar na Internet, que não possa ser mostrado no telão da igreja.
