Tag razão
Vivemos num país destruído pela maldade e pelo ódio; a restauração deve vir de um centro inteligente, onde a razão e o amor hão de prosperar com abundância e razoabilidade.
Compartilhar
O sentido da vida, é porque você
está aqui.
Pra dar sentido a outros seres.
Fazer, ter e ser história.
Isso te trouxe aqui.
O homem é um poço de contradições, quando seus atos contradizem a sua razão. A irracionalidade se faz presente quando ele age movido apenas pela emoção.
"Vivemos a procura de um propósito para nosso existir, sem nos darmos conta que talvez justamente esse ponto seja o único a fazer sentido; porquanto em cada busca há um aprendizado, em cada aprendizado uma evolução, e na evolução uma razão por existirmos."
Razão e ação
Explosivo, gatilho explosivo,
tenso desatino, agora evoca
princípio, diga não ao eu.
Todavia ao todo diga o sim.
A razão é presente a ação o
futuro, pense em alunos
que leem o seu livro.
Ferramenta certa evita perigo.
Mesmo de joelhos coração luta.
Explosivo gatilho desativado.
..."Não há o direito de propriedade na verdade, por isso, não tenha razão, mas esteja com ela." ... Ricardo Fischer.
Agora, pra conseguir sobreviver nesse mundo, eu não posso ser cegada pela razão. Usar os outros de uma forma ou de outra pra sobreviver deve ser o normal por aqui.
"Estou sozinho no meio destas vozes alegres e razoáveis (...) passam o seu tempo a explicar-se uns aos outros, a reconhecer com contentamento que são da mesma opinião. Que importância que ligam (...) ao facto de pensarem todos juntos as mesmas coisas"
Cada pessoa que passa em nossa vida, passa só.
Cada pessoa tem um DNA, é única, e ninguém substitui ninguém.
E cada pessoa que passou em nossa vida, não segue só.
Certeza de que leva um pouquinho de nós mesmos.
Assim como, deixa um pouquinho de si mesma.
Ninguém se encontra, e cruza nosso caminho por acaso.
E nós entramos na vida de alguém por alguma razão.
Hoje, nessa viagem, é lindo descobrir que a vida tem um significado.
Se todo gole de bebida amenizasse a ausência de alguém, jamais haveria saudades. A bebida só máscara a verdade que você não aceita. Liberdade é permitir provar os sentimentos sem se culpar de ter privado de ousar fazer suas próprias escolhas.
Quando direcionares os olhares ao horizonte, o deslumbre é inevitável. O que se pode contemplar senão for a perfeição é o que mais se aproxima dela.
Não é nada fácil separar a razão do coração, mas ninguém morre de razão, a gente morre é do coração.
Nós momentos de lucidez, você age como se estivesse embriagado da estupidez. E na embreaguez, surge a lucidez e sensatez, nem nos melhores dias lúcido a sociedade seria capaz de despertar uma nítida razão.
A madrugada está fria.
Meus pensamentos, como as nuvens, pairam sobre o mar,
Ouço sua poesia de sons...
Meu sono navega em meio às culapadas, à procura da calmaria...
Passa das três, ela deve estar dormindo
Procuro a constelação de Órion, o caçador e seus dois Cães...
As estrelas brilham cintilantes, como refletissem a beleza dos seus olhos...
Passa das três, e no balanço das ondas deixo-me levar...
no conforto do travesseiro, meu parceiro, que tudo sabe.
É ele que sopra os versos enquanto sonho...
São oito e oito. A contragosto, do sonho desperto.
Mesmo acordado, continuo enamorado,
Perco-me subitamente nas curvas do riso daquela pequena...
Sem perder-se da vigília o coração pulsa...
A razão estremecida de vaidade, ergue e revela-se:
“Acorda-te, já te perdestes de novo?
Essa alma de poeta, coloca amor e paixão em tudo...”
Olhar quimérico, complacente,
Vejo a pedra sob a cachoeira,
Impacta sobre ela a pressão das águas,
Com o tempo ela muda,
Torna-se resvaladiça, lapida-se!
Se ela pudesse, sairia dali?
Se saísse, continuaria mudando?
Voltaria a ser bruta?
“Desadormece-te poeta desta abstração!
Ama e observa a natureza,
Pertences a ela, pertences a ti...
Sinta o perfume das flores,
Senta-te na sombra da figueira,
Fica aqui, no alto rodeado de verde,
Observa lá longe e sem saudade
Os muros de concreto que a humanidade tanto ama”!
Paulo José Brachtvogel
"No homem, mais além do seu corpo, da sua vida, da sua emoção e da sua razão, existe um Eu espectador e ordenador de actos no qual radica o Ser-Justiça, e ao qual se devem submeter as relações harmónicas dos seus próprios reflexos nas quatro possibilidades assinaladas. Justiça individual será, então, um coexistir de subestruturas de acordo com as suas próprias naturezas particulares, mas finalizadas num Eu que as unifica e que é o Ser-Justiça das mesmas."
