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Nas Escolas, a Espiritualidade dos Alunos desenvolve-se através dos Objetivos do Domínio Afetivo, contudo, os Professores negligenciam os Objetivos do Domínio Afetivo!
O professor é por excelência um jardineiro e só é um bom profissional aquele que, ao invés, de semear certezas planta interrogações na cabeça dos seus alunos.
Um bom professor não é aquele que semeia certezas, é o planta interrogações na cabeça dos seus alunos.
Não há nada mais inquietante para um professor do que perceber que faz parte de um processo de ensino e aprendizagem que pode ser taduzido pelo significado, literal, da palavra "processo", pois o mesmo é uma sequência contínua de fatos ou operações que apresenta uma unidade, contrariando a diversidade que é uma caracteristica inata daqueles que ele pretende mediar o conhecer.
É possível que o aprendiz supere seu mestre em termos de habilidades, conhecimento e realizações. O aprendiz pode se dedicar intensamente ao estudo e prática, desenvolvendo suas habilidades de forma excepcional e até mesmo inovando e criando novas abordagens ou descobertas na área de conhecimento em que estão se desenvolvendo.
É natural que o aprendiz, com sua dedicação, determinação e motivação, possa ter um desempenho superior ao mestre em algum momento. No entanto, é importante lembrar que o respeito e a gratidão pelo mestre devem sempre ser mantidos, pois ele foi fundamental no processo de aprendizado e desenvolvimento do aprendiz. A relação entre mestre e aprendiz é uma via de mão dupla, com trocas de conhecimento, experiência e aprendizado constante.
תלמיד – Talmid – Aluno ou discípulo
O aluno seja perfeito no aprendizado da Torah; porque Elohim abriu a porta da salvação com o Mestre Yeshua...
O professor é aquele que faz de sua práxis um preceito deontológico, não se prende ao currículo e muito menos ao sistema educacional.
Lecionar é mais do que transmitir conteúdos; envolve interação, discussão, reflexão e troca de experiências. Professores, que estão em formação há mais tempo, têm a responsabilidade de ajudar os alunos da melhor forma possível.
Quanta luta que se abraça
Na educação que liberta,
Que oferece porta aberta
Na linda lição que grassa.
É pela fé que arregaça
As mangas, com tanto amor
Neste pacto regedor
De sentido insofismável,
Por conduta elogiável,
Meus parabéns, professor.
Por ser mestre incontestável
Nos gestos do dia a dia
Por toda luz que irradia
De maneira indubitável.
Pela fonte inesgotável
Frequentemente ao dispor
No modo libertador
De ensino tão respeitável,
Por conduta elogiável,
Meus parabéns, professor.
Pela ação de qualidade
Nos mais que incontáveis gestos
Ou desejos manifestos
De tamanha intensidade,
Por notável imensidade
De caráter benfeitor
Deste ser transformador
Certamente admirável,
Por conduta elogiável,
Meus parabéns, professor!
O professor não é um trabalhador;
O professor não é um colaborador;
O professor não é um mediador;
O professor não é um facilitador;
O professor não é um educador,
ele é o que a situação de sala exije que ele seja, portanto, ele é tudo isso e mais amor.
Embora mestres e livros sejam recursos valiosos, os resultados mais completos e brilhantes são fruto do esforço individual de quem tem interesse em aprender!
O novo professor será um medidor intelectualmente honesto.
O que isto significa? O aluno saberá responder.
Como você espera vencer na vida, sem antes amar a si mesmo?
Nem espere, vá sofrer, afinal, o sofrimento também é um ótimo professor.
O silêncio pode ser um poderoso professor. Nele, podemos ouvir a nossa voz interior e encontrar clareza.
"Vivemos um tempo em que o papel do professor vem sendo desvalorizado não apenas pelas instituições, mas também, e de forma alarmante, por pais e responsáveis. Houve uma inversão de valores gritante: antes, o professor era autoridade e referência de respeito. Os pais, ao ouvirem que seus filhos haviam cometido algum erro, diziam com firmeza: “Se meu filho errou, pode corrigir”. Hoje, a cena se repete, mas invertida — o aluno desrespeita, o professor tenta intervir, e os pais correm para a escola não para ouvir, mas para confrontar.
Essa nova postura, onde o professor se vê acuado e o aluno é blindado de toda e qualquer consequência, gera uma geração de jovens sem limites, sem noção de responsabilidade e com uma perigosa sensação de impunidade. Quando os pais se tornam "amiguinhos" dos filhos, esquecem que educar é impor limites, e que amar não é sempre dizer sim. Ao protegerem seus filhos a qualquer custo, inclusive quando estão errados, contribuem diretamente para a desautorização do professor e, em muitos casos, alimentam um ambiente de violência psicológica — e até física — contra esses profissionais.
Essa inversão não apenas compromete a educação, como corrói os pilares da convivência social. O professor, desrespeitado, desmotivado e desprotegido, acaba por se afastar da missão de educar com paixão e firmeza. E sem professores respeitados, não há futuro digno para uma nação."
Professor que ensina, mas não aprende, corre o risco de repetir o passado sem transformar o futuro.
Capacitar-se é afiar a lâmina, é renovar o olhar, é manter viva a paixão por ensinar e a humildade de continuar aprendendo
Muitos professores apenas passam pela área rural, indo embora na primeira oportunidade, porém, ao trabalhar com as pessoas mais simples, do povão, levando instrução, o mesmo conhecimento que levei aos alunos dos melhores colégios da capital, me deixa com a sensação de dever cumprido, não há salário melhor do que tornar esses jovens esclarecidos.
A intolerância religiosa é caracterizada pela negação acompanhada de atitudes de perseguição em relação às diversas expressões religiosas, sendo a educação um dos princípios fundamentais necessários para liderar ações que promovam respeito à diversidade e combatam todas as formas de hostilidade.
