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De tanto querer
De tanto querer o bem....
Deixa de ouvir e aceitar,
O que o outro acredita.
De tanto amor.
Deseja que o outro, ame....
Como acha, de como;
Deve ser amor.
De tanto, procurar o conhecer...
Deixou de respeitar o conhecimento de outros.
De tanto, procurar felicidade...
Não considera a forma de felicidade de outro.
De tanto procurar como o mundo poderia ser melhor....
Resolveu, eliminar, quem em contrario.
De tanto, produzir grandes frutos...
Não tem paciência, de esperar bons
Frutos, daqueles que ainda não te alcança.
De tanto desejar, brilhar abaixo do sol...
Não repara; onde pisa.E maltrata,
Veladamente o semelhante.
De tanto se sentir acolhido...
Discriminava o mais fraco.
E sente um certo tesão.
De tanto, valorizar a própria inteligência...
Joga com as únicas cartas que possuí....
E repete, e repete, e repete.....
Para; poder , ainda sentir alguma coisa.
Sei lá , o que....
De tanto, gostar de si.
Consegue viver para si.
E fica; o tempo em si.
Não encontra mais notas diferentes....
Em diferentes acordes da vida.
Acorde. Si é a última nota,
Da escala.
Como pode alguém encontrar um
Lugar, para compor uma melodia
Nesse coração.
Não é o lhe falta.
Mas, o que possui demais.
De tanto querer.
Não consegue encontrar a forma de largar.
Nem que seja, para alçar, novos vôos.
No imaginável futuro;
Que se escreve a cada momento.
Marcos fereS
(Em tempo de corona vírus)
Noz
Noz, entre sucos em mesocarpo.
Protegidos em pericarpo.
Envolto em casca. Feito capacete.
Protegendo o embrião.
Sendo levado por ventos,
Em uma viagem ao espaço.
Passando diversos caminhos.
Até que; é chegada a hora.
E amadurecido . Abre-se, morre; e finca, na terra.
Que abre-se. E o recebe,
Orgasticamente em seu ventre.
E o alimenta.
O fruto bendito.
E aliança sagrada, é
Novamente renovada.
E a Vida, continua por mil gerações.
Marcos fereS
Os ventos que te sopraram
foram os mesmos que me fizeram
sem barro,
trouxeram
as cinzas do meu corpo
e renasci.
Meu quarto soneto
A tristeza
Substantivo abstrato;
Depende de alguém para existir;
É a marca da infelicidade;
É a companheira da saudade;
Ás vezes é motivo para sorrir;
Para disfarçar aquilo que qualquer pessoa ver;
Mas quando não tem jeito;
Não dá para esconder;
É a impotência de não poder ajudar;
É querer dizer e não falar;
É o sabor amargo da derrota;
É a consequência da desilusão;
É filha da traição e irmã do desamor;
É a distância entre a felicidade e a dor.
poeta Adailton
Versos livres:
Porque é que o estro me disseste
Agora e não noutro minuto
Se as trovas que, outrora, me deste
Deixaram o meu poetar de luto?
Se tudo era apenas uma miragem
E o tempo era apenas uma rima
Então, que me traga coragem
Na poesia, e não enigma...
Nem roupagem!
[...] só os afetos e a emoção
Hão de vir inspirar-me maior
A poemas, basta-lhes a ilusão
Aos poetas, basta o amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14/04/2020 – Cerrado goiano
Paráfrase Pedro Homem de Mello
Meu quinto soneto
O Sorriso
É um ato de amor;
É uma demonstração de felicidade;
Ás vezes discreto;
Ás vezes exagerado;
É uma gargalhada;
É a moça com o aparelho nos dentes;
É um fingimento,descontente;
É a extravagância do banguelo;
É a inocência de uma criança;
É a queda de um distraído;
É aquilo que estava preso na Garganta;
Ás vezes não é vingança;
É derrubar quem um dia te machucou;
É surgir do nada.Solto, livre e sincero.
poeta Adailton
Música Foi prejudicial
Compositor poeta Adailton
Eita modão!
Foi prejudicial
Só me fez mal essa paixão!
Eu amei demais
Não fui capaz de dizer não.
O tempo passou e você fez morada no meu coração.
Foi prejudicial
Só me fez mal essa paixão!
Eu me entreguei
Eu não me liguei
Estou viciado em você.
Foi prejudicial
Só me fez mal essa paixão!
Desculpa, foi mal
Não sei te esquecer
A culpa é sua.
Foi prejudicial
Só me fez mal essa paixão!
poeta Adailton
Ser poeta…
Escolher ser poeta, é opção;
Que em todos nós humanos, tem caber;
Devido a pra tal ser, saber não haver;
Melhor que o havido na Alma, ou coração!
É resolver ser persona non grata;
É resolver o mal denunciar;
Esteja o tal no mais alto, lugar;
Político, ou religião ou outra ingrata!
É falar, é gritar, é tudo dar;
Quer de si, quer da sua tão pobre Alma;
Sempre com o intuito: proteger!...
Sabendo bem, que isso não vai agradar;
Mas mesmo assim saber manter a calma;
Por tal, ser cá seu único querer.
Com alegria, por tal ter escolhido pra meu eu SER;
Música A última vez
Compositor poeta Adailton
Ah!
O seu olhar sumindo
No seu cavalo partindo
Em outra direção
Ah!
Vaqueira bela
Montada naquela sela
No seu cavalo pedrês
Aquela foi a última vez(Refrão)
Ah!
O seu sorriso lindo
Os seus olhos cor de mel
As suas botas e o seu chapéu
Ah!
Vaqueira bela
Montada naquela sela
No seu cavalo pedrês
Aquela foi a última vez(Refrão)
Ah!
Asua despedida
A partir daquele hora foi como um par de espora furando o meu coração
Ah!
Vaqueira bela
Montada naquela sela
No se cavalo pedrês
Aquela foi a última vez(Refrão)
poeta Adailton
Música Qual a sua dúvida
Compositor poeta Adailton
Eita modão!
É que ás vezes você liga pro meu celular
Só para me acordar
E para me lembrar que sou seu ex
Fala de uma vez!
Fala de uma vez
Ou vai se arrepender por não ter dito tudo aquilo que deveria(refrão)
Fala de uma vez
Que não me esqueceu
Que eu sou a sua dúvida
Que eu sou o seu pesadelo das madrugadas
Fala de uma vez!
Fala de uma vez
Ou vai se arrepender por não ter dito tudo aquilo que deveria(refrão)
poeta Adailton
A minha primeira poesia
Passear em Martins
Vou ficar em uma casinha no Sítio canto e nas noites de lua apreciar seu encanto.
O Sol raiou no céu, vou mergulhar nas piscinas do chalé ou do hotel.
Para se hospedar em Martins não tem ingancho, temos as pousadas e o rancho.Existem pessoas que conhecem Martins desde menino, fala sobre toda a nossa história e até do Memorial Manoel Lino.
O Sol se e Pôs e a Lua traz o seu mistério.Á tardinha vou rever os amigos do jacú, da Cohab e do caminho do cemitério.
Á noite vou pedalar."Arrudiar" a pracinha do Jocelyn Villar.
Deitar com frio em Martins não é nada mal.Á noite ouvir o som das águas da cachoeira da Umarizeira. Acordar com as comadres conversadeiras pilando coloral.
Os flhos ausentes teem Martins no coração.A lagoa Nova, o Caminho da Bica e o lamarão.A deliciosa comida e o belo açude do Porção.
Quem vem passear em Martins, leva consigo fotos, lembranças e saudade.A igreja da Rua das Pedras e o centro da cidade.
"Quando a pandemia passar, venha conhecer a nossa cidade."
poeta Adailton Ferreira
Poema da vida do poeta vilafranquense e galego 🇵🇹🇪🇦
Bebe este vinho e vive a vida, esta é a vida eterna. Tudo o que a juventude, o amor e a amizade traz.
'É a estação do vinho e da vida, das rosas e dos amigos e dos apaixonados juntos embriagados de felicidade e aventura.
'Sê feliz por este momento. 'Este momento é a tua vida' Poeta Ricardo Félix
Poeta Vilafranquense e Galego
Poema de um Escritor Poeta Romântico Aventureiro que levou uma vida aventurada.
Estamos nos meados 1725 XVIII na fascinante Cidade do amor e aventura, mágica e libertina Veneza, Itália.
Em 1725 do século XVIII nasceu um homem que seria uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
Assim nasceu um homem inigualável, fascinante, especial, famoso e poderoso e foi um poeta e aventureiro pela Europa fora. Interrompeu as duas carreiras profissionais que iniciou, a militar e a psicologia, um homem fascinado pela ciência, psicologia, filosofia á mistura, poesia e astronomia, um homem que tinha a visão do futuro, que era diferente de tudo que alguém tenha tido o privilégio de ver e conhecer.
As mulheres e os homens o admiravam pela sua poesia e pela sua vivacidade de viver e pela energia que transmitia a todo o mundo e simplesmente levou uma vida aventurada e viveu como quis e foi feliz á sua maneira, e que é falado e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
O poeta aventureiro viajou por toda a Europa e conheceu todas as personagens relevantes da sua época e figuras Importantes e mediáticas que todos admiravam a forma como ele vivia a sua vida. Era um homem honrado e leal, especial e famoso e poderoso, por sua vez, característico do Iluminismo do século XVIII, aventureiro e Feliz á sua maneira, é recordado sobretudo pelas suas inumeráveis histórias galantes e fascinantes viagens pela Europa fora.
E que escreveu dois livros que foram comprados e lido por milhões de pessoas em todo o mundo, e que deixou inúmeros poemas de amor e da vida, que simplesmente deixava homens e mulheres fascinados e apaixonados pela sua poesia amorosa.
Não é um sedutor, é um gozador. Ele gosta do prazer que lhes proporciona pois às suas relações são sempre leais, são simplesmente de ordem da essência pura interior e exterior. Ele não provoca nenhuma catástrofe, fez muitas mulheres felizes (…) todas saem intactas de uma aventura para voltar à vida quotidiana. Durante vinte anos, viveu entre França, Suiça, Itália, Inglaterra e Bélgica, Espanha e Portugal tendo deixado amantes e mulheres felizes e concretizadas de fascinação pela Lenda do Poeta Romântico e Aventureiro pela Europa Fora.
Num dos poemas de amor e da vida ele diz assim...
Homens poetas sarados são incríveis. Homens aventureiros galanteadores são inesquecíveis. Homens românticos são imbatíveis.
Meu coração é do tamanho do universo.
Posso comparar meu coração com o tamanho de uma galáxia.
E se posso, qual tamanho escolheria? O tamanho do amor e da felicidade.
Seria uma casinha simples nos montes com esplendor da lua e das estrelas a iluminar as minhas noites, ou uma mansão luxuosa nos alpes suíços para poder ver melhor o universo.
Se meu coração fosse do tamanho de um universo, o que eu colocaria em seu interior?
Pessoas ou objetos ou simplesmente o amor e à arte...
Sentimentos ou razões?
Meu coração, minha casa, meu refúgio d’alma meu mundo.
Para adentrar em minha casa, não será tarefa fácil, será necessário, será bater palmas em frente ao portão da confiança, e dizer, bem vindos ao meu mundo! Isso será requisito para visitar meu coração e ficar fascinado.
Ao escutar o bater de palmas, espiarei pela janela d’alma e direi te amor e te quero, observarei atenta e cautelosamente e, se o calor das palmas, ecoarem para o interior do meu coração, abrirei suas portas e direi o quanto és bela e maravilhosa.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar e de um vinho gostoso.
me entrego aos ruídos que faço ao beijar!
O perfume do teu suor e do teu calor.
Teu toque em meu corpo me fazem viajar pelo nosso mundo.
Nos meus mais loucos pensamentos, lindos momentos que me ponho a imaginar!
Me pergunto sem entender como alguém na face desse mundo tem medo de amar e ser feliz?
Um sentimento verdadeiro, prazeroso e inteiro que não deixa nada a desejar e sim amar!
Quase uma arte, o amor pinta quadros na vida da gente e nos faz lembrar.
como é bom ser amado e ser responsável pela felicidade daquele que ao meu lado está!
Poema do Poeta VilaFranquense e Galego 🇵🇹🇪🇦
Nunca desistir - Amor próprio
Quem é puro e especial sempre será feliz á sua maneira, pessoas puras e únicas são pessoas com amor próprio, vivem e desfrutem da beleza da vida.
Se te elogiam e te admiram, trabalha mais no duro e vive na vida com garra na vida.
Se te criticam por inveja e ciúmes trabalha mais no duro ainda e vive na vida com garra na vida e simplesmente sorri para o mundo e o mundo sorrindo para ti...
Perdoa a quem recusou dar-te a mão depois de lhe dares o ombro. Perdoa a quem te virou a cara depois de tu te teres virado do avesso para ajudar. Perdoa a quem te abraçou para melhor te apunhalar pelas costas. Perdoa a quem precisou de te fazer mal para se sentir bem. Perdoa-lhes, não porque não saibam o que fazem, porque o fazem com intenção, mas porque tu não és o que fazem de ti. Perdoa. Não deixes que roubem a tua paz. Isso é que não tem perdão... A vida é isto, reflexão, compaixão, perdão, oportunidade, aconchego, família, amor e... Um caminho livre para seguir e ser poético e feliz.
O Silêncio
Meu sexto Soneto
É verbo no imperativo;
É calar mesmo sentindo a dor;
É o pedido do professor;
É a mais dolorosa resposta para um bom entendedor;
É expressar com um olhar tudo o que sente no coração;
É o momento de oração;
É falar com Jesus;
É suportar o peso da cruz;
É o grito no deserto;
É não dizer aquilo que não vale a pena;
É a noite na cidade em quarentena;
É o porquê que muitos não podem compreender.
E outros não merecem saber.
É,ás vezes, a responsabilidade do que dizemos.
poeta Adailton
Senhor dos Passos...
Ó Senhor dos Passos, visão triste e dolorosa
Aperta-me a alma, assim, chorosa
E faz-me comover com tal bruteza...
Oh Virgem de Nazaré
Oh Mãe de Jesus
Mãe dolorosa aos pés da cruz
Amparo nosso, força e fé...
Ó visão triste e tão pavorosa
Deixa-me com tanta tristeza
Soluça-me em amarga prosa
Desventurada infausta fraqueza
Ó Cristo, Jesus, Senhor dos Passos
De braços nus, árduos cansaços
Perdoai-nos por tanta pequeneza!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 abril, 2023, 15'25" – Araguari, MG
Semana Santa
CADA TANTO
Cada tanto que a poesia se abre, plena
E tatua o branco do papel com primores
Tenho sensação nesta tão poética cena
De atraentes sentir com criados vigores
E vou versando. A paixão não é pequena
Inspiração da alma, encantados louvores
Ali, repousados em uma sagrada patena
E, tão repleto de sentimentos amadores
Sim, eu, um casto sonhador, emocional
Dum coração, devaneador, sentimental
Enredado de uma sedutora imaginação
Na minha prosa, eu, conto o quotidiano
Se triste, o alegro, se pranto, do engano
Assim, canto, cada tanto, duma emoção
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05 abril, 2023, 14'00" – Araguari, MG
O AMOR, NA VOZ DA POESIA
De repente, não se sabe quando, o amor
Cheio de voz, de poesia, onde há magia
Carnaval que flama o sentimento, ardor
Num olhar em chama, sedutora energia
Dos seus versos aquela paixão derrama
Tem prosa, emoção, caricia em sinfonia
Em cada estrofe um fascínio sem drama
Em toada com terna harmonia e euforia
E na poética serenata, o som da aurora
Compondo gestos, beijos, a grata hora
O abraço que consola, o marcante teor
Assim, projetando no horizonte do viver
Criando sentido, enredos, de um querer
O amor na voz da poesia é em tom maior
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06 abril, 2023, 14'02" – Araguari, MG
SE, CORAÇÃO ESTREITO
Se, por ventura com aspereza estares
O coração suspiroso, coração estreito
Tu, não tomes o caminho dos pesares
Procura aos sentimentos do bem feito
Lá, tem afagos, venturas aos milhares
Que se encontra nos apreços, perfeito
Encantador. De imaginações salutares
E, que lateja sensação dentro do peito
Dizem que, assim, se tem inteiramente
Tem gesto, toque, em forma de poesia
Afinal... ter magia faz a gente diferente
Depois... é dar o valor a prenda tocada
Podes ser, e também, ter a companhia
Aí, é partilhar da cortesia encontrada!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 abril, 2023, 13'41" – Araguari, MG
Sexta Feira Santa
