Tag poesia

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a chuva sobe
a neve caí
mas continua o frio⁠

Inserida por swley

⁠a tempestade
junto com as nuvens
cobre a luz do Sol

Inserida por swley

⁠não vejo o Sol
o céu não aparece
estou sozinho

Inserida por swley

NOVA HISTÓRIA 

⁠Mais um dia que se inicia 
e mais uma nova história, 
para alguns são grandes 
mudanças,  para outros 
nem tanto; más esteja
certo de que sempre haverá 
mudança, pode até ser à 
constituição da história de
ontem ou não. 
Se foi ruim,  mude sua história.
Se foi boa,  aperfeiçoe, e vai 
em sendo feliz...

⁠Sou o frio, e a solidão 
Sou um lago fundo de águas turvas 
Sou vazio, e a escuridão
Me vejo vagando, procurando por alguém 
Me lembrando de suas palavras 
Me lembrado do seu desdém 
Escutado o lago sangrar 
Onde você está?  
a falta de luz não me deixa enchegar 
Onde estou? 
O que sou? 

Inserida por Elysian

Sou como uma rosa a quem arrancaste as pétalas e deixaste os espinhos
Entre nos ja não ha dialgo nem troca de carinhos 
So berros e discussoes e é disso que eu estou farto 
Deprimido , fico fechado no meu quarto 
A relembrar os nossos bons momentos, confesso cai uma lágrima 
Como eramos felizes e nos tornamos uma lástima
Tento seguir mas nao me sais do pensamento
Palavras sao como folhas , voam com o vento 
Se era amor não resultou, se nao era sinto-me enganado 
Porque para dizer coisas que nao sinto prefiro ficar calado⁠

Inserida por joaquim_silva_js

⁠Um pouco de poesia e vida
“Um dia minha sanidade foi aprisionada,
grades ocultas de civilizações, a história de ontem e hoje.
Embora uma mente massacrada.
O brio, anseio e orquestra da verdade velada.
Complexa vida, uma farofa de miojo.
Sim, entender o que se profana.
A cultura sedenta e arcaica.
A guerra sangrenta que diz santa.
Afegão, Etiópia, Sudão.
Enfim, infinidades, que machuca e massacra.
Minha gente, eu, Brasil.
Soldados isolados, povo sufocado.
O padrão aceitável, incriminar a sanidade.
Vender o caráter de forma covarde.
Refém, culpados, um bando voando sem rumo.
Oh seu Zé, bate o nível, a régua o prumo.
O tribunal que bate martelo é viciado no fumo.
Acende o fogaréu, a quem coloca o povo réu,
Sacerdote, ministros, intelectuais e escambau.
O povo no pau de arara, uma brincadeira infernal e banal.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Na ciranda do tempo, bailavam a dança e a poesia que nascia.

Inserida por AndresaCallegari

⁠Um pouco de poesia e vida
 "O que deveria ser constante, lembrado em momentos.
O equilíbrio, a ponte que tramita a humildade e a arrogância.
Destoante condição quando perdemos, as pálpebras não acompanha o compasso dessa dança.
Confuso a autenticidade da personalidade, quieto e tímido ou sagaz e atrevido.
Sobremaneira sempre bom meditar, calar muitas vezes é ouro, emudecer também é oferecer o lombo ao tronco, de forma que muitos são os coronéis das chibatadas.
Ora, cruel o fel que ainda hoje sobe aos palcos.
De fato é bom consultar a sensatez, comprar no livro certo, porque a cartilha humana é perverso, isso perverso, e precisamos ir em frente, ousar quebra a vertente, de sermos escravos e covardes, de um sofrimento eterno.
Salve, humilde sempre e quebrar o paradigma do medo, omissão e covardia, nos flancos de ontem e hoje a herança, boçal, intelectual e marginal que massacra uma gente."
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠SOU RÉU DE POESIA

Sou réu de poesia! Confesso a minha sina
Porém não me penalizo desse ditado fado
Sublime, o poetar é também feita contina
Jeito tão mais gostoso e tão quão amado

Por certo o que nos redime, nos faz alado
Arte! A quem quer ter a poética inquilina
Eu cedo, e está fortuna, assim, me defina
Se eu portar, por acaso, e for um sorteado

E nesta ação, tão incrível, embora fique
Meu poetizar espalhado em mil pedaços
Eu rogo que a inspiração tenha o clique

Sou réu de poesia, mas também indefeso
Na criação, da geração e dos teus passos
Assim mesmo, da prosa quero ser preso!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
22/08/2021, 05’58’ - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Um pouco de poesia e vida

Minhas sinapses viajam velozmente.
Ora desembarca em momentos pensantes.
Como doce e fácil flertar:
Com um amigo gentil, alegre e bondoso.
Com a donzela perfeita como as águas que nasce no sul e sobe para o norte.
Com a família unida.
Confronto, pois a realidade é destoante.
Ignorar o mais feio, pobre e errante.
Desmerecer a árvore singela.
O lar conturbado.
Como somos desafiados.
Muitas vezes insignificantes.
O exemplo maior, foi capaz do tudo.
Assim, o sangue amoroso rege o mundo.
Mas a poesia humana é febril.
A mente insana, do ódio, da insensatez.
A bagagem da natureza pecaminosa é pesada.
Mas ainda assim, viver, conter, enxergar a luz.
Trilhar o caminho ordeiro, manso e ligeiro.
No livro, no coração, no despertar, a poesia da vida que escreveu a cruz.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠⁠Estórias-XV… O/um BILIÃO, a Matemática, a Poesia e a Verdade!

Tratar: um (2*) mil milhões, por bilião (5*) ;
é estar a insultar, a matemática…
tal como, a dar pontapé, na gramática;
por ser citar, não UNIVERSAL; senão...

Vejamos nesse: um com, tais milhões: (2*) vil;
quão rápido, a nós é, pois, contar tais;
dado a em esse haver, tão lhe faltar; mais...
novecentos ‘ noventa e nove mil!

Já o a dez (3*), ou o a cem (4*) mil milhões, contar;
começa a pôr-nos a orelha de lado;
por tais, não parecerem, ele; então...

Unifiquemos, por tal, seu tal ar;
em Portugal: (5*) na Terra, em todo o Estado;
pra que em tais só haja: a UM ver, BILIÃO!!!

1*- 1.000.000- (um milhão) - errado
2*- 1000.000.000- (mil milhões) - errado
3*- 10. 000.000.000- (dez mil milhões) - errado.
4*- 100.000.000.000- (cem mil milhões) - errado.
5*- 1.000.000.000.000- (um milhão de milhões) - CERTO!!!

Inserida por manuel_santos_1

⁠O Amor

Por muito tempo imaginei o amor, então
Lastimava, trovava, e sentia o teu vazio
Hoje sinto que não tinha qualquer razão
Não há o porquê, o tempo tem seu feitio
A solidão é só uma condição, e quão vão
Sinto-o no silêncio, no suspiro, no arrepio
Imagino, crio, sorrio, vive na exclamação
Porque o vazio, o vazio passageiro, assim
Dança, agita, fala, recria, balbucia ilusão
O amor, afim, este ninguém cala em mim...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
23, agosto, 2021, 13’58’ - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Jogam minhas cinzas no mar.
Não dá tempo nem de acenar.
Não volto nunca mais. Digo sim, digo não.
Entro em extinção. Sem nada nas mãos, com peso nas costas.
Sempre vou lembrar de você enquanto eu respirar.

Inserida por HudsonHenrique

⁠mais um dia
de chuva e solidão
perdido estou

Inserida por swley

⁠Viajarmos através da Poesia, até aos nossos SEIS sentidos…

Vamos neste, a tal ler, fechar tentar;
o nosso olhar a males desta vida;
tão tidos em tanta desfeita havida;
à vida que temos neste habitar…
Pois caso tal façamos, em pensar;
naquele bom sentir da dela via;
cheirinho de um odor a maresia;
iremos sentir pra nos compensar!

Comecemos então por nela entrarmos;
pela bonita via, havida em Ver;
tão tido pela sorte de a, em viver;
tal ter, para a tanto em ver contemplarmos…
Porque este, ou o da tal visão, em nós quão tida;
por a tantos milhões de nós faltar;
é mágoa, é dor… é descontentar;
mas é também dádiva em nós havida.

Passemos agora a esse, tal de Ouvir;
sentir em nós havido pra escutar;
a todo o nesta Terra, tão contar;
por tanto em tal a nós, consolar vir…
No cantado das lindas melodias;
vindas do bom cantar dos passarinhos;
tal como do havido em nossos vizinhos;
que em tal, a nós dão tantas alegrias.

Passemos agora para o do Olfacto;
esse sentir que a nós vem em cheirinho;
do mar, flores, petiscos, ou bom vinho;
tal como em tantas fragrâncias, de facto…
Pois dele também tanto dependemos;
quando a nós alerta pra o recusarmos;
levando a do perigoso afastarmos;
os pobres corpos, que por vivos temos.

Viajemos agora até ao Gosto;
ou o nosso tanto usado paladar;
que existe em nós pra nos deliciar;
com todo o bom, em nossa boca posto…
Pois como do anterior, dependermos;
dele e não só pra nos deliciarmos!
mas também para nos acautelarmos;
de um mau que exista, e em ele o apercebermos.

Vamos em ela agora, até ao Tacto;
ou o tal, tido em nosso órgão maior;
pra distinguirmos frio do calor;
permitindo-nos constatar, tal facto.
Por isso ainda bem que o tal, em nós temos;
pra protegermos nosso exterior;
tal como o tão havido no interior;
deste mortal viver, pra que nascemos.

Mas porque em nós existe Um Outro SER;
também para Ele em tais, temos sentido!
no interior do cérebro escondido;
para A Tal, enquanto em tais, cá valer…
Valer desse ajuizar a nós dado;
por nossa consciência biológica;
pois sem ela, A tal Tida, por Ilógica;
perder-se-ia, em tão nosso, instinto achado.

Quanto A Esse SER em nós, Ou A DIVINDADE;
por não haver, Em Tal caber, da maldade;
irá após nós, VIVER em SAUDADE;
enquanto houver na Terra humanidade.

Inserida por manuel_santos_1

Difícil de Responder

Algo que é difícil de entender  
É compreender o porquê  
Saber que podemos morrer  
Sem saber como viver.  
O difícil é continuar  
E pensar sobre o porquê  
A demora para acabar  
Tantas vida a perder.  
Será difícil de aceitar  
E de responder o porquê  
Basta apenas recomeçar  
Com um motivo para viver

Inserida por LuigiBortoloto

⁠Sentimentos Atômicos

Ouço assobios vindo do céu  
E vejo clarões aterrorizantes  
Sinto a terra tremer meus pés  
Pressinto o fim a cada instante

Ouço um choro constante  
E vejo pessoas desalojadas  
Procurando por onde se esconder  
Dessa guerra que não acaba

Ouço outro estrondo alarmante  
Que veio de uma cidade muito distante  
Eu vi, o que já tinha sido visto antes

Ouvi a voz de um pequeno garoto  
E o grito de um homem gordo  
Eu vi as consequências trazidas  
Que é vivenciada até hoje em dia.

Inserida por LuigiBortoloto

⁠Quando está doente, desligar os aparelhos você morre, quando está com saúde, desligar os aparelhos você vive!

Inserida por kravicz

⁠Pessoas manipuladoras vão acrescentar sutilmente cargas de peso à sua consciência até que você se curve. 
Ou você se livra. Ou você se dobra.

Inserida por alineguima

⁠Cicatriz

A saudade dói
Força que aperta o peito
O tempo cura
Força o esquecimento
O silêncio cauteriza
Força que cicatriza pela dor
A cicatriz é marca perene
Lembrança de uma dor
Da saudade
Do silêncio

Inserida por IvenioHermes

⁠Serventia

Na minha alma tem uma condição
Na minha alma tem uma poética
E, na minha poética uma fonética
Vem comigo. Prove da sensação!

Tem força, vive no cerrado, ética
Que me chama, clama, doce ilusão
Na minha alma tem uma variação
Na minh’alma tem vária dialética

Na serventia, inspiração!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
29/08/2021, 08’20’ - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠A poesia é uma arte baseada na linguagem. Mas a poesia também tem um significado mais geral […] que é difícil de definir, porque é menos determinado: a poesia expressa um certo estado da mente.

Wadysaw Tatarkiewicz,
The Concept of Poetry, Dialectics and Humanism, 1975.
Inserida por beatriz_rosario

CURIOSIDADES⁠

O poema épico mais antigo sobrevivente é a Epopeia de Gilgamexe, originado no terceiro milênio a.C. na Suméria (na Mesopotâmia, atual Iraque), que foi escrito em escrita cuneiforme em tabletes de argila e, posteriormente, papiro.

Inserida por beatriz_rosario

⁠Eu acredito no amor como uma poesia paradoxa descrevendo o alvor, na mesma proporção de causa felicita ele  contraditoriamente é avassalador.
Eu acredito no amor como uma manhã de brisa que beija meu rosto suave e uma tarde  instável de calor, se ele não existe por quê tanto temor? 
Eu acredito no amor sem sentir nenhum rancor, apenas o desejo imensurável de  sentir frio e calor, desejo e dor, por onde será que anda você meu temido e aguardado amor?

Inserida por SenhoritaDoMar