Tag pobres
Quem dá aos pobres as suas esmolas encontra portas, oportunidades e convites para trabalhar, viajar e estudar com facilidades.
Pobres ricos carnais que falam e possuem muitas propriedades, sem contudo, repartirem com os pobres e famintos dentro da mesma cidade onde moram.
É muito raro um rico e educado manter uma profundidade espiritual, porque não consegue manter sua compaixão para com os pobres, associando a sua obediência ao Senhor nosso Deus.
Quão difícil é um cristão pregar o evangelho aos pobres, quando o primeiro que bate em sua casa a mente entra em discriminação racial.
Os pobres já têm, sem nenhum esforço, os Céus como herança de Deus, porque eles não possuem nada para oferecer ao Senhor.
Havendo algum rico no mundo que dê seu lucro empresarial para os pobres, este é mais rico do que muito empresários e abençoado por Deus.
A vida ensina contrastes no estilo de viver: uns são ricos, vivendo como pobres; outros são pobres, vivendo como ricos.
Os ricos do presente século são todos orgulhosos, porém são os mais pobres espiritualmente falando, por causa da instabilidade de suas riquezas.
Tudo o que os ricos acumulam e investem é para sua própria perdição, visto que, para Deus, ignoram aqueles que mais precisam de suas riquezas, os pobres e ainda passam fome e mal conseguem ser atendidos como seus próprios consumidores.
Não me surpreendo com os mais ricos do Globo, uma vez que a maioria não sabe compartilhar suas riquezas com os mais pobres.
Os ditos nobres que hoje vaiam minha vitória, amanhã tornar-se-ão espíritos pobres, uma vergonha para a história
Os ricos estão a empurrar a vírgula para a direita, mas a força que os mantêm poderosos é considerada sempre zero à esquerda
"Ao ajudar os pobres dás ao universo a possibilidade de te fazer rico ...se não for de dinheiro, será do mais importante de tudo : Sentimentos, e sentimentos não há dinheiro nenhum que os pague"
A EMPATIA ENFERMA.
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.
"Na época em que eu crescia, quando o Brasil ainda vivia numa Ditadura Militar, algumas amigas minhas se achavam ricas. Mas descobri, anos mais tarde, que naquela cidade em que nós morávamos só viviam pessoas tão ou muito mais pobres que elas. Aí, caiu a minha ficha, como se diz.
Infelizmente, nesse tempo era assim, pois quem tinha um aparelho de TV e uma linha telefônica se considerava rico, mesmo em meio a tanta pobreza... Na verdade, eram 'ricas' porque os pobres eram pobres demais."
