Tag perguntas
Já se perguntou hoje quem será você no futuro ?
Já olhou no espelho hoje e fez um elogio a si mesmo ?
Já se perguntou hoje se você esta fazendo a coisa certa para ter o que almeja no futuro ?
Não está ? O que está esperando para mudar ?
Dentre o pouco que sei, uma certeza me cabe: estou certa em dizer que me expresso melhor em palavras e que mais do que responder, eu pergunto.
Filosofia da Humanidade
Havia um defunto morto de pele morena, que era careca e tinha longas tranças loiras. Ele estava num oceano sem água dentro de um barco de papel sem fundo, o defunto analfabeto lia um jornal sem letra que estava escrito: "Foi assassinado o suicida que morreu atropelado". Com isso, o presunto lembrou daquilo que ele tinha feito no passado presente: Ele havia subido num pé de manga, para roubar umas jabuticabas, mas, as uvas estavam verdes, então ele teve que descer de lá com as goiabas, e, no caminho ele sentiu com seus olhos a vaca botando um ovo e um lenhador tirando leite da Galinha, então ele se perguntou: Se tem mosquito porque ficarei aqui?
O Presunto defumado pegou um trem que andava no Oceano Atlântico até Porto Pobre e depois um navio que andava na linha direta até Bermudas, mesmo o defunto estando sem calças, ele estava sem ir ao banheiro há dias. A polícia o avistou e disse que ele seria preso em flagrante, por que ele estava prendendo o seu ventre, as autoridades só deixariam sair quando o morto que havia morrido respondesse a seguinte questão: Qual a cor do Cavalo Branco de Napoleão? Ele respondeu. O outro policial perguntou: Por qual motivo todos fazem esta pergunta? O Defunto Morto conscientemente respondeu: Pelo esmo motivo que o Super-Homem usa cueca por cima da calça! Saindo da delegacia, ele viu uma galinha tentando atravessar a rua um cidadão que passava perguntou: É pavê ou pra comê? Mas ele ficou quieto e seguiu seu caminho. Andando ele viu uma placa escrita: "È proibido pisar na grama", mas, se questionou como ela foi colocada? Viajando olhando para cima veio um veiculo na rua e o invés de ver toda a sua vida diante de seus olhos, ele se lembrou de todas as questões não resolvidas da humanidade: "Por que a palavra "pequena" é maior que a palavra "grande"? Como se escreve o zero em algarismos romanos? Por que se usa uma injeção esterilizada num condenado a morte por injeção letal? Para onde vai o escuro quando se acende a luz? Quando vão ao banheiro como os cegos sabem que terminaram de se limpar? Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha? Para que serve o bolso em um pijama? Porque o nosso planeta se chama Terra se a maior parte dele é água? Se o vinho é líquido, como pode ser seco? Por que, no Brasil, após o asfaltamento de uma rua, as empresas de saneamento arrebentam o asfalto para colocar sua tubulação? Por que chamamos de "papel de bala" se a bala é embalada num plástico? Por que a bota a gente calça e a calça a gente bota? Por que lojas abertas 24 horas possuem fechadura? Por que laranja chama laranja e limão não chama verde? Por que a gente aperta os botões do controle com mais força, quando a pilha está fraca?"
E o veiculo o atropelou. Seu corpo foi jogado no mar, o filósofo não podia mais pensar, e ele de repente acordou nadou até um barco onde tinha um jornal, ele sentou abriu e viu tudo isso que ele sentiu.
Perguntas esotéricas nem sempre, aliás, quase nunca, tem uma explicação esotérica. Pensar assim é meio caminho para ver uma doença se alastrar na esperança que seja só isso. Acreditar no que os "esotéricos" falam é o restante do caminho.
"Nós vivemos lançando questões sobre o mundo, sobre a vida e sobre a história não só porque é desta forma que dialogamos com o que se nos apresenta como desconhecidos, mas também porque nos percebemos desconhecidos para nós mesmos"
Eu não tenho muitas respostas, mas garanto que perguntas tenho sobrando, e o pior é que a cada dia surgem mais.
Desejo de Falar
Sabe quando seu coração está cheio de coisas boas para falar, e você não encontra um alguém para te escutar?
Como assim não encontra ninguém para te escutar? Será que de fato não tem ninguém ou você não se abre a ninguém?
Pois é, essas são perguntas que me faço frequentemente. Sempre que as indago, quero encontrar um culpado, talvez por isso eu não tenha a resposta até hoje. Sinceramente não gostaria de ser assim, mas não sei o que é que me faz ser.
Tem quem diga que sou bipolar, ou coisas do tipo. Ora estou bem, ora estou mal. É uma constante variação de sentimentos que vêm e vão sem mesmo sentir quando as chegam. O que seria isso? Alguém pode me ajudar?!
Sei que nessa vida, tudo é passageiro, sei que tudo passa. Só que gosto de viver a sorrir, quem vive com o sorriso no rosto, cativa, motiva, é até capaz de salvar outras vidas com tal expressão. E é com essa que gosto de viver.
Os dias são frios, estão difíceis de compreendê-los, mas uma certeza eu tenho, em breve voltarei a sorrir, voltarei a viver.
Respostas... Algo que buscamos, esperamos...
Por vezes demoram a chegar, em outras nos pegam de surpresa.
Às vezes vem quando menos esperamos, e às vezes vem diferente do que esperamos, ou então vem de um jeito que mais precisamos...
Ela também vem de quem não esperamos... E por vezes, de quem esperamos ela simplesmente não vem.
Perguntas, perguntas e perguntas...
"Não tenho mais a inocência para me preocupar ou me excitar com as respostas. O que preciso é de novas perguntas." - em Aforismos de Alberto Parlatore
A vida é-me uma professora arguta
que ensina mais, não quando envia respostas,
mas quando me faz certas perguntas.
Por que as pessoas buscam sempre simplificar as coisas? Tudo bem a foto ser entendida como resultado final de alguma coisa, ou mesmo um recorte ou congelamento de um espaço do tempo, mas é só isso?
O ato de fotografar algo não é começo ou fim, mesmo que seja o fim ou o começo. Antes de fotografar é preciso reconhecer os elementos, ter por conta própria um entendimento de vida, de mundo, de espaço. É fácil fotografar com intenção de registrar apenas, fazer-se prova de que esteve como testemunha daquele tempo. Difícil é levar as pessoas a lerem imagens sem saber ler imagens, levá-los por um instante a questionarem algo nem que seja a si mesmo, transformar uma fotografia impressa, algo material, um fim como queiram em sentimento.
