Tag palácio

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⁠Autonomia é fundamental.. A saúde é o seu bem maior. Não adianta morar um Palácio e não poder usufruir.. Coloque o seu corpo, coração e mente em primeiro lugar.

Inserida por JivatmaUncas

⁠As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenininha
A rosa, um lindo palácio
E o espinho, uma espada fina.

A gota d'água, um manso lago
O pingo de chuva, um mar
Onde um pauzinho boiando
É navio a navegar.

O bico de pão, o Corcovado
O grilo, um rinoceronte
Uns grãos de sal derramados,
Ovelhinhas pelo monte.

Vinicius de Moraes
A arca de Noé. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1993.

Nota: Poema A formiga.

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Inserida por viviane_1

⁠Não pretendo ser apenas mais um com fotos na galeria do palácio; quero fazer ressurgir a esperança no coração do povo. 

Inserida por JBP2023

O palácio também tem um plano para a senhora. Ele muda as pessoas. Ele se infiltra nelas.

A Imperatriz (série)
1ª temporada, episódio 3.
Inserida por pensador

⁠Prefiro ser rei do meu barraco a ser escravo no palácio real.

Inserida por jadatam

⁠Quem foi chamado para viver as grandezas do reino, não pode contaminar-se com as iguarias do palácio.

Inspirado em Daniel 1:8.

Inserida por Gabriel98

Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização


No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?

Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.

Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.

Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?

Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.

Inserida por lilianmorais0803

⁠COLAPSO
No princípio era um palácio
Por isso nem comecei
De pensar veio o cansaço
E por isso me entreguei
Já na base o colapso
E a culpa é de quem?

Inserida por alfredo_bochi_brum

No Palácio do Jaburu entra tatu, gente com bambu, caju e menu; mas, no Palácio do Rei Jesus só não vai entrar quem serviu ao Belzebu e muito amou o tutu.

Inserida por HelgirGirodo

Dentro do Palácio do Rei não há demônio que convide a pobre alma para dar uma volta fora dele.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Ainda que o palácio esteja iluminado, é no interior da cabana ⁠à luz de velas, que se dialoga verdadeiramente com a escuridão

Inserida por RandersonFigueiredo

O Palácio Maçônico do Lavradio, não foi construído exatamente para isto. Na verdade em 1838, a verdadeira história do casarão, remonta ao início do século XIX, quando o efeminado artista português Victor Porfirio de Borja começou a construir no local um teatro, que abriria as portas para competir com recém inaugurado em 1813, que se chamava Real Theatro de São João, localizado na Praça Tiradentes, que hoje é o Teatro João Caetano. Por falta de dinheiro, o artista português, não conseguiu concluir o projeto, e várias lojas maçônicas fluminenses se juntaram e resolveram formar a Companhia Glória do Lavradio para financiar a compra do imóvel, que resultou na compra. Logo o imóvel foi adaptado para uso da tradicional filosofia maçônica mas muita coisa do projeto original do Teatro, permaneceu.⁠

Inserida por ricardovbarradas