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Toda religião, seita e doutrina tem sua origem na necessidade do homem de controlar (no sentido de aprisionar) o Fogo Sagrado para exercer domínio sobre os que sentem, no âmago porém atônitos, a necessidade do mesmo para a liberação do sofrimento do nascimento e da morte em contagem sem fim.
Alumia
Dizer teu nome em vão
É profaná Uamor
É dispedaçá a flor
Modiqui é dentro quiá natureza Salta!
Pequeno
A floresta estava escura
e do nada amanheceu
De repente olharam a criatura
Prazer,sou eu
Quando acordei
estava arrumadinha
atras dos meus pais chorei
parecendo uma princesinha
Com um tempo mamando
nasceu meu primeiro dentinho
parecia um coelhinho
Levando vida mança
E na calçada brincando
velhos Tempos de criança
Deveríamos ficar felizes com a morte, por representar o encerramento da missão aqui na Terra, e preocupados com o nascimento, por trazer consigo uma gama de provações durante uma vida inteira. No entanto, a gente acaba deixando nosso egoísmo humano predominar nessas horas: choramos quando deveríamos rir, e rimos quando deveríamos estar com o coração angustiado. Para quem nasce e quem morre, imagino que as sensações sejam exatamente opostas às que sentimos.
A natureza tem uma idéia original toda vez que um ser humano nasce; e, mesmo no caso do nascimento de gêmeos univitelinos, a originalidade emerge, ainda que alguns instantes a posteriori.
Há determinadas situações pelas quais a vida nos permite passar, que, ainda que quiséssemos, não conseguiríamos descrever. Ser pai é uma delas. É como se “ninguém pudesse dormir nossos sonhos”.
...e o importante é descobrir formas ou "fórmulas" de sorrir ...
porque chorar...
ahhh isso...a já gente nasce fazendo...
é o sinal da #vida, quando nos separam do nosso amor maior #mãe (lembram disso???)
e quem não chorar alguém faz acontecer... !!!
e dá-lhe tapinha no bumbum!!
NASCIMENTO E A MORTE, E SUAS COINCIDÊNCIAS
No dia do nascimento, a face do bebê é que define quem ele é e como ele é.
No dia da nossa morte, é o nosso rosto que nos define também. Inerte, somente o nosso rosto fica à mostra, pálido ou com certa cor, triste ou com ar de tranquilidade... É tudo que se busca em nós, no dia da nossa morte, o nosso rosto.
Flores são bem-vindas no dia do nascimento, flores adornam o dia do fim.
Pessoas nos visitam, na chegada. Pessoas nos visitam no dia do adeus.
Nossos olhos estão fechados quando chegamos ao mundo, não é diferente quando vamos embora dele.
Os que nos amam choram no primeiro dia. Os que nos amam choram na partida.
E se dói, ao respirarmos pela primeira vez, dói mais no dia final. Quando percebemos o ar faltando nos pulmões, dói no corpo e dói na alma.
Começamos e terminamos a vida sendo carregados.
Quantas coincidências ainda poderíamos elencar aqui? Muitas, se insistirmos em relacioná-las. No entanto, duas destacam-se por serem assombrosamente interessantes. Então, vejamos a primeira: do pó viemos e ao pó retornaremos, trazendo à tona um conceito de insignificância no início e no fim.
Agora, analisemos com minúcia: o pó nos constrói e nos desconstrói. Fora de qualquer convenção, o pó nos deixa desconfortáveis pela sensação de temporariedade, de finitude, de prazo de validade.
Que impacto insuportável e destrutivo seria essa coincidência em nós, não fosse existir outra, ainda mais surpreendente, que a neutralizasse. Falo da alma. Se somos corpo perecível, também somos alma vivente. A existência da alma é segunda coincidência de que falava. A mais bela de todas, ouso dizer.
Se o corpo frágil está no começo e no fim, a alma vivente está no começo, no fim e ultrapassa o fim. A grandeza da alma está em ser transcendente, seguir livre eternidade adentro. Enquanto o corpo nos aprisiona, a alma nos desencarcera.
Curiosamente, o nosso corpo começa sem forma no ventre materno, e disforme se revolve no ventre da terra, até desaparecer plenamente. Quando pensamos no corpo nos vemos um verme destituído de graça. Mas se olhamos para a alma, pelo contrário, elevamo-nos à compreensão do amor incondicional de Deus. Se o corpo é um pó desprezível, a nossa alma é o artigo de luxo, de valor inestimável, cuja essência está no hálito do próprio Deus que a soprou em nós e a fez existir. Braços e pernas e órgãos e todo resto que se diz corpo vieram do barro e ao barro retornam. Já a alma habita no corpo e dele se vai carregada no colo de Deus. O corpo é um ponto final e alma são as reticências.
Quando criança, quem já adormeceu no sofá da sala, e acordou na cama do seu quarto, compreende bem o corpo e a alma; o início e o fim; e todas as suas coincidências. Porque é assim o dia do nascimento e o dia da morte: no sofá, dormimos desajeitadamente, com o corpo torto e encolhido, descoberto e com frio, mas nos parece bom estarmos ali. Até que nosso pai nos pega no colo e nos leva à cama. Ele nos apoia na cama macia, nos cobre e sussurra palavras de carinho. Fecha as cortinas da janela, cuidadosamente, e o quarto fica à meia luz. O sono tranquilo toma conta de nós e os bons sonhos o adornam. O fato é que nos apegamos ao sofá. Deixar o corpo é como deixar o sofá da sala, aparentemente penoso. Não sairíamos dele se dependesse de nós mesmos. Então, Deus o fez perecível, como uma casa que vai ruindo até os escombros estarem todos no chão. Só então há liberdade para alma seguir o caminho de volta, feliz como a borboleta que acha o vão da janela e voa em direção ao sol.
E as coincidências? Arrisco-me a pensar que elas foram minuciosamente arrumadas aqui e ali, para que o homem se desapegasse do sofá e percebesse o conforto aprazível da cama. Mas a percepção é uma porta que podemos fechar dentro de nós, infelizmente. E é por negligenciarmos as evidências, que seguimos sofrendo com a iminência do ponto final, como se não houvesse alma, como se não houvesse reticências.
O nascimento de uma criança, trás o límpido brilho, de progressão da vivência...
Autor: Antonio Cícero da Silva - Águia
Vai ser mãe pela primeira vez? Não se preocupe, quando nasce uma criança, uma mãe nascerá junto com ela.
Vejo flores, sinto cheiro de terra brotando verde, exalando nascimento, recolhendo as folhas secas e acolhendo a natureza no pólen. Os pássaros cantam e os girassóis anunciam à primavera em grande estilo adentrando os jardins e ruas afora! Que seja uma primavera perfumada e viçosa, então, um caminho de rosas seja plantado e regado todos os dias em cada coração!
Um nascimento é um momento único, é um dos pontos altos da história da união de um casal, e ao mesmo tempo O MOMENTO ÚNICO do início da história de uma nova vida.
A Insatisfação é a raiz de um sonho Prestes a Nascer, Então olhe no seu interior e descubra qual é o seu sonho.
E já é Natal novamente...
Mas este ano, não além de te desejar somente alegrias, afetos, confiança, paz, amor, amizade, esperança, perdão, paciência, união, respeito, felicidades, saúde, solidariedade...quero te desejar que recupere o verdadeiro sentido do Natal. Isso mesmo, eu te desejo que está noite você possa lembrar o porquê que esta data é tão especial. Desejo que se lembre e seja grato pelo fato dessa madrugada representar o nascimento do Menino Jesus, aquele que veio a terra para morrer por nós, aquele que nasceu sabendo que morreria pelos nossos pecados, aquele que mostrou à humanidade que sim, é possível viver sem pecar.
Com o tempo as pessoas se apegaram tanto a decoração natalina, presentes, panetones, papai Noel, peru, amigo secreto e blábláblá, que eu acredito que o maxímo que eu posso desejar a todos nesta noite, é que destro de cada um nasça o menino Jesus. Hoje é o dia de nascimento e que este que é o salvador venha a nascer crescer e viver dentro do coração de cada um. Que nesta noite ao olhar para os fogos de artifício, se lembre dos 3 reis que olharam a estrela para chegar até Jesus. Desejo que deixe de lado as coisas materiais e se apegue aos laços sentimentais.
Te desejo uma noite maravilhosa, de reflexão e amor...
Um feliz Natal para você e sua família.
Ser avô é o caminho natural pra quem teve filhos, é a lei da natureza (multiplicar), mas não quer dizer que estou velho.
neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar.
minha mãe no quarto, chora... está feliz!
meu pai em uma maca, chora... fraturara a perna.
eu no berçário, choro... olho os seios da enfermeira! faminto, não sei quais os perigos por não reconhecer a verdadeira fonte de alimentação!
No dia em que ganhei nova vida, não nasci de novo. Foi um nascimento inédito mesmo. Quando decidi que, se tinha uma chance, é porque valia a pena ser quem sempre quis. Agora sou.
