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Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...

Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...

Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades, às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

Adriana Britto

Nota: Texto publicado inicialmente de forma anônima, sendo muitas vezes erroneamente atribuído a Mario Quintana. Também surge com o título "Não Quero".

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Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.

Desconhecido

Nota: O pensamento é frequentemente atribuído a Buda, William Shakespeare, Albert Einstein, entre outros autores. A citação mais antiga conhecida data de 1992 (Elizabeth L., Food for Thought: Daily Meditations for Overeaters).

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A morte devagar

Morre lentamente quem não troca de ideias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

Martha Medeiros

Nota: A crônica foi publicada por Martha Medeiros no jornal Zero Hora, em 1 de novembro de 2000. Muitos vezes é erroneamente atribuída a Pablo Neruda.

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Morra onde for necessário renascer.

Morra, esta é a única maneira de se livrar das torturas da vida...

Simplesmente não suporto sua soberba. Tomará que isso um dia te mate !

Se viver é um jogo de mate ou morra
Então Corra, desista dessa coisa
Não mate, nem morra
Faça outra escolha.

Ninguém morrerá de sede, só de conhecimento, se você pensa o oposto, então amaldiçoe seu deus e morra, antes de contaminar a muitos!

Tu nasceste original
Não morra cópia

Que você sofra de saudade,que alguém estupre sua alma e arranque o melhor de você sem anestesia, sem piedade.

Declare apoio ao honesto e morrerá apedrejado, declare ao corrupto e morra de peso de consciência.

Inserida por pastoeverardoalves

Eu vou para o amor! Porque é neste canto iluminado, ao qual me faz elevar-se de emoção, que tento esvair as durezas do mundo. É no amor que entrego minha vida, na certeza que saberei florescer, darei frutos doces e sombras de paz. É no amor que os meus dias serão infindáveis e o meu sentir será eterno, ainda que eu morra.

Inserida por GilBuena

Em um mundo onde todos os dias se matam de ódio, morra de amor!

Inserida por SabrinaRodriguess

Lute ou morra.

Inserida por Rockland

Se segunda-feira você me ver dentro de um Mercedes andando pelas ruas de Macaé.
Não morra de inveja...
É que estarei sem carro e vou andar de ônibus.

Inserida por sergiopaschoal

⁠Aceite a sua vida, e seja feliz, ou então, morra infeliz. 

Inserida por wcaraujo

E que a tristeza morra de alegria

Inserida por musofico

A guerra é a última posição de quem ama. Ninguém que ama cruza os braços. Pelo contrário, vai até o fim. Até que se morra ou vença.

Inserida por brunocidadao

Eu não suporto mais escrever essas frases de amor, não suporto mais tua presença insistente na minha mente. Morra em mim!

Inserida por paolasanfer

Na Ilha do Poderá, morra, ou viva e se deixe roubar.

Inserida por leovcastro

⁠Talvez hoje eu morra

Talvez hoje eu morra — e o mundo siga,
sem notar o silêncio da minha partida.
O sol nascerá com a mesma coragem,
e o tempo seguirá sem pressa ou miragem.

Talvez hoje eu morra — e ninguém veja,
a lágrima oculta, a alma que almeja
um último abraço, uma palavra guardada,
um perdão não dito, uma dor calada.

Talvez hoje eu morra — e em minha ausência,
fiquem perguntas, vazios, ausência.
Fiquem poemas sem fim, versos sem dono,
um copo pela metade, um sonho sem sono.

Talvez hoje eu morra — e no fim de tudo,
encontre em Deus o silêncio mais mudo,
a resposta que em vida busquei, aflito,
nos becos do peito, no chão do infinito.

Talvez hoje eu morra — ou talvez não,
mas já deixo escrito, do fundo do chão:
se eu partir, que seja com paz no olhar,
pois viver também é saber descansar.

E se hoje eu morrer — só peço, enfim,
não chorem por mim, nem pelo meu fim.
Guardem apenas o que fui de verdade:
um sopro, um suspiro, um eco de saudade.


Patrono: Mateus Sebastião Kilola 

Inserida por MateusSKilola

Não sei se vou me casar ou se vou ter filhos. Ou talvez eu morra antes de fazer essas coisas. Por que eu tenho que me negar algo que eu quero agora a fim de me preparar para um futuro que pode vir ou não?

Cho Nam-Joo
Kim Jiyoung, nascida em 1982. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.
Inserida por pensador

⁠se me amar for um erro, morra errando, por que de falsos acertos, nos estamos cheios.
att; Anderson França

Inserida por andersonfrancaa__

⁠Viver como se fosse Morrer...
E morrer dia-a-dia como se estivesse vivido plenamente!

Inserida por dalainilton

⁠Este mundo é seu legado! Não vou deixar que ele morra.
(Aloy)

Inserida por pensador