Tag momento
A melhor festa é aquela que acontece dentro de você. Aquele momento explosivo de realização e satisfação pela conquista desejada.
Tem palavras que traz consigo um gosto amargo, ditas sem analisar o momento do ouvinte, não doí o ouvido, mas na alma .
Menina
Oi,tudo bem?
Aqui quem fala é a menina que você deixou,
Que você rejeitou e nunca amou,
Sabe? Aquela menina idiota
Que estava com você a qualquer hora
A que pegou na sua mão,
E que te deu o coração..
Pra você amar e respeitar,
Não simplesmente usar.
Aquela menina que você fez questão de magoar
Quando te olhava,tinha brilho no olhar,
Só que esse brilho se apagou
Quando você a maltratou.
A menina aprendeu,amadureceu
E finalmente entendeu,
Que se não teve valor
Nunca foi amor.
O tempo mexeu as cartas, as peças do jogo da vida, e me deixou com aquela saudade, que só conhece os felizes. Aquele instante ficou gravado em mim.
Tudo o que você precisa virá na hora certa e no momento perfeito da sua vida.
Vai plantando e regando a semente, regue todos os dias, você pode não ver as folhas, mas algo está brotando embaixo da terra.
Assim são nossos sonhos, use seu talento e seu dom sempre. Ainda que não veja nada, continue fazendo, lutando, estudando, trabalhando e sonhando com atitudes.
Uma hora vai brotar algo maravilhoso.
Desprenda-se do ontem, desinquiete-se do amanhã e desfrute o hoje, pois, quando estamos harmonizados com o momento presente o inferno se transforma em paraíso
"Nem sempre mas:
Para que pensar no amanhã, se ele acaba depois de amanhã'
Viva o presente e curta o momento!.
Ao contrário do entendimento de muitos, o caráter é medido pelo erros. Ter caráter é agir certo sempre!
"Foi um momento de fraqueza, a carne é fraca.."
A carne não é fraca, mas sim o seu caráter, tanto que justifica seu erro se ausentando da responsabilidade ao invés de assumi-lo.
Existem diversas palavras no mundo que tornam nossa vida diferente quando dita em algum momento. Porém, as 3 palavras mais poderosas são "Eu Te Amo"
O melhor da vida é crer que sempre teremos um momento seguinte a desfrutar na intensidade daquilo que buscamos para ser feliz.
Confessei…
(Nilo Ribeiro)
A noite demorou a passar,
foi de puro sofrimento,
mas logo ao sol raiar
pude falar do meu sentimento
- Bom dia…!!!
foi minha primeira fala,
soou como poesia,
pois era para minha amada
uma conversa sincera,
mas que nada trouxe,
parecia uma quimera,
falou-se até de golfe
conduzi divinamente,
pois tinha uma intenção,
fervilhava em minha mente,
poder te falar da minha paixão
você me evitava,
não dava oportunidade,
uma hora já se passava,
mas para quem ama nada é tarde
assim ao me despedir,
o teu nome eu chamo,
e sem deixá-la reagir,
disse que te amo…
não sei o que aconteceu,
se o céu, ou o inferno,
ela nada respondeu,
mas meu amor continua eterno…
Um dia uma das estrelas ira brilhar como jamais brilho, nesse dia você pode ter a certeza de que seus olhos irão se brilhar juntamente aos meus! M.M
1. QUANDO O AMOR PERDE O ROSTO
Quando o amor perde o rosto
Um fiasco deixa de ser
E o combate esta por acontecer.
Só quem se curva ao amor
Sabe curar cada etapa da ferida.
Sabe se portar no dia da despedida
Só aquele que já amou
Sabe que lembranças não são torturas.
Que promessas sobrevivem de aventuras
Só aquele que ama
Pode aprender com as palavras
Impedir que o mundo lhe remova a alma.
Só quem encara o amor
Doa-lhe certo entendimento
Para calcificar o ferimento.
Só quem ama ou amou
Pode se perder do tempo
Sem notar a embriagues do momento.
Enide Santos 27.06.17
Talvez quem sabe seja minha hora, ou não.
E se tudo tivesse um tempo marcado, ia ser ruim porque tem coisas que eu queria estender
Ter mais tempo aproveitando é ser mais feliz
Quem sabe poderá ser assim.
O tempo parece brinca comigo escolhendo o que eu nunca quis
Tentando me fazer dúvida que realmente posso ser feliz, não sei se fico alegre ou triste, que creio ou não que o tempo existir
Mas independente do que aconteça o tempo sempre estará aqui, em quanto eu serei mais um que apenas vai curtir até que o tempo da minha vida chegue ao fim
A vida só triunfará sobre a morte, se houver pelo menos uma testemunha ocular e consciente, no momento de sua reflexão, após o término da leitura desta... ( acabou a luz, mas ainda bem que essa mer#@ tá ligada na bateria rs
Quando cheguei do trabalho o corpo clamava pelo sossego da casa vazia.
Os ombros espremidos feitos limões depois de um dia inteiro vivenciado no antes e depois. Nunca agora.
O agora pertence ao reino das pessoas bem resolvidas, do presente selvagem, da ausência de dores e dúvidas. Por isso tal lugar me é tão fantasioso e desconhecido. Estou sempre presa entre dois tempos. Meus limões e eu.
E a silenciosa ordem da casa vazia era a única coisa de que precisava para que o dia terminasse afinal. Não haveria ninguém me esperando, não precisaria contar como foi o dia, o que fiz. Tudo estaria no exato lugar que a mão desatenta deixou pela manhã.
Estaria… do Pretérito mais que perfeito condicional.
Condição em que eu teria encontrado a casa se tivesse deixado a bendita janela fechada.
Mas a mão (aquela mesma descuidada que nunca repara o que está fazendo) abriu a janela antes de sair e foi embora despreocupada como só as mãos sabem ser. Nem pensou em olhar a tempestade que se anunciava desde cedo no horizonte.
Suspeito, na verdade, que exista uma relação profunda entre mão e vento. É o que percebo toda vez que minha mão esgueira para janela aberta do carro quando ninguém está olhando. Estende-se para o vento que corre livremente do lado de fora, finge que voa enquanto o ar se espreme entre suas partes sempre tão guardadas por anéis.
Em todo caso, a mão não estava lá quando o vento entrou enfurecido procurando por ela. Raivoso brandiu com força papéis para todos os cantos, derrubou aquele vaso feio que ficava sobre a mesa, o único que aceitou receber a estranha planta que eu nunca sabia se estava viva ou morta. Agora entre os cacos de vidro no chão não restava dúvida: morta.
Os papéis que permaneceram sobre a mesa molhados pela água do vaso, o restante espalhado no chão.
As cortinas caídas sobre o sofá como se cansadas de lutar contra o vento e tivessem simplesmente desistido. Ficaram observando enquanto o caos reinava na casa.
Nada naquele lugar lembrava a paz que eu buscava quando entrei.
A mão primeiramente cobriu os olhos com mais força do que o necessário, foi se agarrando a cada osso do rosto até se prostrar entre os dente a espera de ser castigada. Respirei fundo e a coloquei em seu devido lugar ao lado do corpo.
Caminhei entre vidros, cortinas, papéis e flores que já estavam mortas muito antes do vento chegar.
No meio da sala olhei para as mãos descuidadas e famintas por vento. E por um instante me senti bem em meio ao caos. Não sabia por onde começar a arrumação e, sinceramente, não havia qualquer pressa para isso.
Soltei o peso dos ombros que pela primeira vez eram nada além de ossos, músculo e pele. Fiz um azedo suco com o saco de limões que carregava e bebi inteiro, sem açúcar.
E ali, cercada pelo silencio caótico que se estende após a tempestade não havia nenhum outro lugar em que eu pudesse estar. Só o famigerado momento presente e eu em meio a sala. Sós.
