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Você trocaria a Literatura pela Moda:
"A Literatura está em meu sangue. A Moda é uma de minhas paixões, talvez eu acorde uma manhã e descubra não estar mais apaixonada.
A moda consumada não significa desaparecimento dos conteúdos sociais e políticos em favor de uma pura “gratuidade esnobe”, formalista, sem negatividade histórica. Significa uma nova relação com os ideais, um novo investimento nos valores democráticos e, ao mesmo tempo, aceleração das transformações históricas, maior abertura coletiva à prova do futuro, ainda que nas delícias do presente.
Não tenha medo de ser ''estranho''. A sociedade hipócrita criou o ''normal'' e ''estranho'' e como podemos ver, o que é estranho hoje, poderá ser a moda de amanhã
É também através da moda que, além do sujeito buscar identidade, se distancia de suas dores e se aproxima de suas fantasias.
Percebi uma coisa essencial: na Moda é preciso ousar, correr riscos e experimentar para nos encontrarmos. Sentir mo-nos bem com a nossa própria moda aumenta a nossa confiança.
Não tento seguir as tendências, a todo o custo. Adoro a ideia de inventar o meu próprio estilo, a minha própria moda.
Case-se com alguém que faça teus dias interessantes e não entediantes. Felicidade não esta nos bens, mas no querer.
A nova ditadura: pela ditadura do sabor eu me distancio da saúde quando me aproximo das calorias. Já pela ditadura da beleza, eu me aproximo da magreza mas me distancio do salário...
No país do carnaval e da metáfora, da piada pronta e da Lei de Gérson, a mais recente moda feminina é aparecer nas redes sociais dizendo "sofrer preconceitos por ser bonita e gostosa". #pegouavisão
Quando eu era menino tinha tempo de tudo, todo ano tinha as temporadas. De repente começava o tempo de jogar bola de gude, tempo também de pião, de empinar papagaio, de criar peixe beta pra botar pra brigar, mas, eu não botava não, tinha pena dos bichinhos, e no final, que graça tinha, o peixe bonito, do rabão, super colorido, bem tratado, quando postos em luta, saindo "ratados", convalido, quase mortos, aquela coisa triste. Criava mais por gosto mesmo, exibição, em meia garrafa cortadas, artesanais aquários. Depois do mesmo modo que vinha, do nada, repentinamente, ia. E eu ficava sozinho no mundo com meu brinquedo. Ai batia uma angustia, um desassossego, uma enorme sensação de abandono, culpa, parava também. Era quando eu seguia moda, era igual aos outros. Hoje não ligo muito pra isso, não me incomoda se estou sozinho no mundo, se só eu sou assim ou assado, desse jeito ou não, der vontade, me sinta confortável, o que manda a consciência, o que me apraz.
