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Vestir-se sempre e rigorosamente de acordo com a ditadura da moda é garantia de alegria futura. Você terá bons motivos para rir daquilo que 'tinha coragem' de usar no passado.
O fotógrafo precisa buscar: sua singularidade, traços de sua própria história, deixar-se levar pelos elementos que constituem a sua vida e que formaram seu olhar sobre as coisas.
Concordo que é realmente difícil fazer coisas transcendentais, diferentes o tempo todo, mas acho que você tem de ter esse objetivo em mente, seja qual for o trabalho
O objetivo do meu trabalho vai além de compor uma imagem. Procuro mesclar o brilho da luz que vem da modelo, com a composição da luz que crio, valorizando em um todo a essência atemporal da arte e da moda.
Sapatos e acessórios são importantes para mim porque, com eles, todo mundo usa o manequim de uma modelo.
Não estou interessado no que já fiz. Estou interessado só no que estou fazendo, no que pode ser inspirado.
"Mar Privado, Escola VIP: O Show de Horrores da Privatização Brasileira"
Em um país tropical, onde o sol brilha mais forte do que a esperança de um político honesto, surge uma ideia brilhante: privatizar tudo! Porque, afinal, se tem uma coisa que o brasileiro sabe fazer bem, é transformar qualquer situação em motivo para piada.
Imagine só: escolas privadas, com direito a camarote VIP e open bar de conhecimento. Os alunos desfilando pelos corredores com uniformes de grife, óculos escuros e mochilas Louis Vuitton. Afinal, quem precisa de merenda quando se tem um caviarzinho de entrada antes da aula de matemática? E, claro, os professores seriam substituídos por influenciadores digitais, porque nada ensina melhor do que um tutorial de maquiagem no YouTube. Quem precisa de física quântica quando se pode aprender a fazer contorno com um pincel kabuki?
Mas não para por aí! A praia também entra na dança. Agora, para pisar na areia, você precisa comprar um ingresso. Sim, meus amigos, adeus ao nudismo espontâneo! Afinal, quem quer ver celulite quando se pode admirar um belo contrato de concessão? As praias privatizadas teriam até dress code: biquínis de grife e sungas com etiqueta. E, claro, os salva-vidas seriam substituídos por personal trainers, porque afinal de contas, ninguém quer se afogar com o corpo fora de forma. "Atenção, senhoras e senhores, o bronzeamento está liberado, mas só se você estiver usando um protetor solar com fator de proteção igual ao seu saldo bancário."
E o povo? Ah, o povo! Ele se adaptaria, como sempre. Nas ruas, surgiriam os camelôs vendendo “passaportes para o mar”, e os mais espertos criariam um aplicativo chamado “Uber Praia”, com motoristas que te levam até a beira-mar por uma bagatela. "Seu destino é a Praia do Capitalismo Selvagem? Claro, só R$ 99,99 e você ainda ganha um voucher para um drinque de água de coco!" E, claro, não faltariam memes nas redes sociais: “Quando você percebe que a privatização chegou até o seu bronzeado.”
E assim, entre uma selfie na sala de aula e um filtro de Instagram na praia, o Brasil seguiria seu curso. Porque, afinal, somos um país que transforma problemas em piadas e piadas em soluções. Mas, antes de rir, vamos refletir: privatizar praias e escolas pode parecer engraçado, mas é como vender o ar que respiramos. Afinal, já é um direito adquirido em constituição que esses espaços sejam públicos. Talvez, em vez de privatizar, possamos investir em educação e preservação ambiental. Quem sabe assim, um dia, chegaremos a um lugar melhor. Ou pelo menos a um lugar onde a lipoaspiração seja mais acessível do que o ingresso para a praia.👎🏻😉🥳🫶🤣🧐
A moda não pode escravizar ninguém.
Ela é quem melhor te define como ser humano e te liberta de padrões estéticos que a mídia vende.
por muitas das vezes queremos nos expressar por palavras e não conseguimos. Use a moda como um recurso para transmitir a sua verdade, e consiga através dessa atitude a sua liberdade.
Lembro de falarem que algumas pessoas não gosta de mim, mas não me importo, pois sei que o que disseram foram apenas palavras para ferir meu coração, então vá em frente e tente destruir algo que nem começou por algo que terminou em vão.
Eu não preciso chamar atenção para calar a pessoa, o silencio sempre será a me ajudar a acabar com uma discussão, mas não uso sempre essa técnica, pois ser obrigada a ouvir criticas também não ajuda, acumula psicologicamente, e me deixa com vontades extremas de chorar, e maiorias do fato é deixar as lagrimas descer ou apenas observar a pessoa e não saber se pede desculpas ou começa uma discussão desnecessária, sabendo que não resultará em nada.
O “x” da questão não é a marca (não que eu despreze, não seria hipócrita), mas fundamentais são os ajustes, eles fazem das suas peças únicas. Aproveite e faça os ajustes na sua vida também.
