Tag mentira
“A cotação dos nossos dias mostra que a mentira ganha cada vez mais valorização em relação a verdade”.
Eu amo o disfarçado do teu corte de cabelo
Eu amo o jeito em que tentamos disfarçar
O que sentimos
Eu amo o teu cheiro de solidão infinita
Eu amo o seu caos
E eu as vezes minto
Sobre o que por você
Eu sinto
Muita das vezes é diminuindo
Para você o meu sentimento
E ignorando o fato
De a todo momento
Tu não sair de meus pensamentos
Eu só tento fingir que esse sentimento
Que um dia eu já senti,
Por um outro alguém no qual só me fez chorar
Não está vindo atona
Pois depois de um longo período
Sem nem saber
A definição da palavra AMAR
Você chegou, me mostrou
E me fez entender
Que a definição da palavra AMOR
évocê
E que o amor
Ele não machuca
E sim as pessoas
Que não sabem amar
Sem ter que o outro
Machucar
E outra, se for para jogar
"Palavras para fora"
Eu digo e repito,
Pretinha, eu amo te AMAR.
O silêncio mostra sabedoria segundo a Bíblia, mas o bajulador usa por astúcia para não ser descoberto.
"Errar é humano, persistir no erro é burrice", diz o ditado popular, então como descrever aquele que sabe o certo, se esforça pelo certo e insiste em seguir homens que fazem o errado?
Eu mostrei que te amo e você me chamou de mentiroso.
Num mundo de mentiras, a sinceridade genuína é a característica mais rara. É a capacidade de revelar a alma. No entanto, as pessoas ainda a desperdiçam quando a encontram.
A mentira tem "pernas curtas", mas voa. Voa até ser alcançada pela verdade. A verdade é lenta, mas seu combustível não se acaba.
Mentir
Eu minto pra mim mesmo
Sobre oque sinto
Temo que um dia descubram
Mas oque eu deveria fazer?
Aqueles que amam mentem?
Os que sofrerão contaram a verdade?
É acho que não
Pelo menos não foi em vão
Me acustumei
A falar oque é preciso
Aconselhar
Amar
Chorrar
Tudo é tão facil
Não sei pra onde ir
Não sei quem eu sou
Sou mentiroso
Mentira
Sou estudioso
Mentira
Sou atento
Mentira
Sou seu braço direito
Mentira
Sou quem te encanta
Mentira
Sou poeta
Mentira
Sou idiota
Ou melhor
Sou apenas humano
A verdade não dói se você ficar em silêncio. Não minta, não fale, apenas se cale, e ninguém vai se machucar.
O QUE É A VERDADE NUM ORGANISMO HUMANO?
A Verdade é o que liberta, pois o que prende é a Mentira!
Num Organismo Humano a Verdade, ou a Vida que mantém o Corpo vivo, é o Cristo ou o Espírito Humano; enquanto a Mentira é o Véu-da-Ignorância.
Portanto, num Organismo Humano o Homem ou Alma Humana deve desapegar-se da Mentira e apegar-se à Verdade seguindo suas orientações ou seu Caminho para ter Felicidade e Vida.
A Mentira pode existir por séculos e séculos, mas não para sempre!
Finalmente a Verdade virá à tona e libertará os Homens do Véu-da-Ignorância!
As pessoas nos decepcionam, nos traí, mentem para gente e ainda querem se safar de tudo aquilo que nos causa.
A vida é UNA (como expressado no espanhol), somos e deixamos de ser aquilo que construímos. Tudo o que nos acrescenta trazemos para mais próximo, mas tudo aquilo que nos afligem, queremos distância.
Não é justo imaginar que tal pessoa não cometerá mais, tal erro, pois a conta fecha ao toque de três sinais.
Mas, por hora, para que não ocorra transtornos, tentamos manter um equilíbrio, não nos afastamos por completo, não largamos de vez as mãos, deixamos a vida seguir.
O Emaranhado da Mentira
Um fio tênue, frágil e sutil,
A mentira nasce, pequena e vil.
Tece uma teia, intrincada e densa,
Emaranhado que aprisiona a consciência.
A princípio leve, como pluma ao vento,
Cresce e se espalha, sem nenhum impedimento.
Engana os olhos, a mente obscurece,
E em um instante, a verdade se esquece.
Mas a mentira, como sombra, nos acompanha,
E a cada passo, a alma mais machuca.
A confiança se desfaz, a amizade se rompe,
E o coração, ferido, lentamente se corrompe.
A teia se complica, a cada nova trama,
E a mentira, como um monstro, nos consome.
A verdade, aprisionada, clama por socorro,
E a alma, cansada, busca um novo norte.
Quebrar a cadeia, libertar a verdade,
É a única forma de encontrar a felicidade.
A mentira, um fardo, que a alma não suporta,
A verdade, a cura, que regenera e conforta.
Eu te odeio, te amo
Eu te odeio tanto que mordo a língua,
Fecho os olhos para não te ver passar.
Cada vez que você se aproxima,
É como se o mundo desabasse, sem avisar.
Te odeio ao ponto de desejar teu esquecimento,
Que teu nome seja vento,
Que teu rosto se torne névoa,
Mas fugir desse tormento é puro intento.
Te odeio por me obrigar a mentir,
A esconder o que grita dentro de mim.
Te odeio por me fazer te amar,
E depois, sem aviso, me deixar no fim.
Te odeio porque te amo mais do que posso,
Porque, em silêncio, carrego esse fardo profundo.
Você me deu asas e, depois, me jogou no poço,
E eu me odeio por ainda te querer no meu mundo.
Dez meses se passaram, e aqui estou,
Prisioneiro de lembranças que não me deixam partir.
Você me vê como amigo, e eu me perco,
Pois ser apenas isso, eu nunca vou conseguir.
Eu odeio teus olhos castanhos brilhantes,
Teu sorriso que ilumina e desarma,
Teu cabelo, que é um mar de seda,
E me odeio por te amar com tanta lama.
Te odeio por não conseguir seguir adiante,
E me odeio por te amar com tanta ferocidade.
Te odeio por te manter num pedestal,
Mesmo agora, penso em ti, de modo irracional.
Me prendi em minha própria loucura por ti,
De onde não consigo me libertar, nem se quisesse.
Te odeio e te amo em cada verso,
Sou cativo do teu riso e do teu olhar.
Nessa confusão, me perco, me disperso,
Sabendo que nunca vou deixar de te amar.
O Deus Criador, ao criar o ser humano e dar-lhe como habitação um lindo jardim, dizendo-lhe claramente que poderia comer livremente de todas as árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mau, explicando que se dela comesse certamente morreria, estabeleceu de forma clara e objetiva o princípio do livre arbítrio, da liberdade. Deus não usou de subterfúgios, de mensagens ocultas, ou mesmo de enganos. Assim, a obediência do ser humano se daria por meio de uma escolha consciente e não por indução, engano e imposição. Para que sejamos verdadeiramente livres em nossa maneira de viver, precisamos tanto de um discurso verdadeiro, que apresente as diferentes opções de escolhas com suas reais consequências, quanto do real direito de escolher. Não há liberdade e nem democracia quando somos induzidos a fazer certas escolhas motivadas por promessas de um mundo perfeito, qual o jardim do Éden, quando na verdade se trata de um discurso falso, com o propósito de enganar e dominar, que resulta em afastamento do Criador e do perfeito jardim com o qual nos presenteou. Onde há a verdade, há deleite. Onde há a mentira, há vergonha, inimizade, maldição, escravidão, dominação, perseguição, sofrimento e morte!
Quando um grande meio de comunicação ou setores da mídia se rende à mentira, ao extremismo e a versação relativa da verdade, o país é assoalhado pelo caos – sabemos, porque já vimos, isso acontecer–.
A mentira sempre muda de face, de atitude, de idéia, sempre faz suas adaptações.
Já a verdade, não importa o que aconteça, é imutável.
Pós-verdade é quando as pessoas se deixam influenciar mais por emoções e crenças pessoais do que por fatos reais. Nessa situação, o que importa é o que parece ser verdade, mesmo que não tenha base em evidências.
As pessoas gostam da mentira, de ser enganadas.. Não buscam autoconsciência.
Preferem pagar, por algo que lhe traga um prazer momentâneo.
Há uma sombra no palco,
os olhos vazios, o corpo de pedra,
repete as palavras como quem mastiga silêncio,
e a multidão segue, sem ver o caminho.
Há música no ar,
não de flautas,
mas de cordas gastas que rangem,
e eles dançam,
dançam como folhas no vento,
sem perguntar para onde os leva a corrente.
O abismo espera.
As bocas sorriem, as mãos caem,
há corpos que já se foram,
mas ainda seguem os outros,
com o brilho de uma fé cega
ou de um desespero antigo.
Quem os ouve, quem os vê?
Só o vento, que leva tudo
antes da queda final.
