Tag mata

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A benesse divina de poder participar de uma ⁠aventura marcante, trilhando por um pedaço de Mata Atlântica, sentindo o ar puro, ouvindo o canto sereno dos pássaros, adentrando uma diversidade verdejante, a natureza sendo uma anfitriã amável, recebendo de braços abertos, transmitindo uma paz incomum, trechos de águas cristalinas, grandes rochas, belas  vistas por várias partes, uma visão grandiosa, experiência entusiasmante, um fôlego de vida, um frescor de liberdade a cada instante.

Assim foi o meu dia atípico de ontem, quando os aventureiros estiveram reunidos, partilhando o encanto pela riqueza do meio ambiente, benéfico em vários sentidos em um ecossistema fascinante, raios de sol passando por entre as árvores, iluminando com mais expressividade algumas partes da trilha, revelando até as formigas em atividade, aves cantando e voando tranquilamente como se tivessem nos dando as boas vindas por meio de uma vívida sonoridade.

E já que nem tudo são flores, após muitos passos durante o percurso, suor derramado, respirações que ficaram um tanto ofegantes, batimentos acelerados, ainda aconteceu um imprevisto desagradável e cômico ao mesmo tempo, todavia, seguimos para o ponto mais alto e fomos agraciados ao vermos a grandeza de uma linda árvore que antes estava solitária, mas logo ficou cercada por vários corações vitoriosos de mãos dadas, todos iluminados por um incrível pôr do sol, avivamento genuíno para a alma.

Vivenciamos momentos de contemplação, conhecimentos, interação de rostos familiares e outros recém conhecidos, caminhamos, subimos, descemos, os nossos olhos foram afagados pela graciosa naturalidade, também houve cenas engraçadas, bons sentimentos, certos medos foram enfrentados, tomamos banhos de vitalidade, um misto de desafios e contentamentos, tudo isso compensado pela renovação do espírito, pelos olhares que ficaram deslumbrados, o amor pelo o que é simples e belo, a essência de Beija-flor e seu íntimo liberto.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Livre, agradecido, trilhando por uma mata fechada, uma trilha aprazível, iluminada por alguns raios de sol, regada por alumas gostas de chuva, 

ouvindo o som de pássaros, das águas, do farfalhar das folhas, conduzido pelos ventos, restaurando minhas forças, alegrando o meu espírito aventureiro, 

cercado por uma natureza calorosa, bem receptiva, permitindo um momento naturalmente marcante, o qual revivo por intermédio de uma memória viva.

Inserida por jefferson_freitas_1

Respirando o ar puro, trilhando um pouco pelas sombras de uma mata fechada, o sol radiando sobre várias folhas de muitas árvores frondosas, 
enquanto que a minha alma recupera calmamente o seu fôlego, o meu corpo renova e usa a sua força, uma bênção valorosa de Deus, 
que conversa com a minha natureza calorosa, que abrilhanta alguns dos meus pensamentos, que ajudam a minha resiliência em determinados momentos.⁠

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠"Quem mata a mata, morreu primeiro, não tem dinheiro que replante."

Inserida por gilsonjs

A Luta Nao Pode Esperar

Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.

Por Josielly Rarunny
               

                                     

Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O  que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.

Inserida por JosiellyRarunny

Aquele que desiste se mata aos poucos,
Aquele que persiste vive como poucos.

Inserida por Alegoria

⁠"Ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele verdejar.
Aqueles olhos verdes, que me remetiam ao mais belo e profundo mar.
O macio da tez, me causa tortura, ao lembrar.
Deveria tê-lo feito, te pedido pra ficar.
A distância que nos separa, me faz ter o doce do seus lábios, somente no sonhar.
Aqui estou eu e ela está lá.
Longe do seu aconchego, sou sofrimento, longe do seu abraço, não tenho um lar.
Sinto falta do negror dos cabelos, que cobriam-me a alma, naquelas noites de luar.
Eu já não sei o que pensar.
A ausência do vermelho dos teus lábios, me afoga como o mais profundo rio, não posso nadar.
Encontro um suspiro nas lembranças, de outrora, ao lhe beijar.
Recordo-me do olhos verdes, que ao fitarem-me, vieram a calma me roubar.
E eu ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele doce, sereno e profundo, verdejar..."

Inserida por wikney

⁠São tantas as palavras, é lindo o destino.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Liderança sem vida, atrai abutres, mata a igreja e gera cadáveres. 

Inserida por fabiocabral

⁠A cobra que não tem veneno, mata pelo aperto.

Inserida por Luizdavi

⁠A preguiça gera o tolo, e mata de fome os próprios filhos.

Inserida por Luizdavi

⁠Ipê-amarelo-da-mata
florescendo pela manhã,
Elegi por ti ser abrigada 
e me afastar do que 
não me deixa inspirada 
e impede ver a intenção vã.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ipê-amarelo-da-mata
com a sua floração 
que me deixa nesta tarde 
simplesmente em êxtase 
desejosa de florescer 
igualmente em liberdade 
e distante de quem 
ignora viver com bondade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ipê-amarelo-da-mata
filho de alguma estrela 
dourada que numa noite 
foi semeada na Terra
assim como eu: poeta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ipê-amarelo-da-mata
as tuas flores fazem 
companhia na minha 
estrada da vida,
É verdade que escolhi 
ser da madrugada:
a tal poesia declarada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Lindo Ipê-amarelo-da-mata
florescido no Pico do Montanhão,
É como o Sol sobre Rodeio 
trazendo luz para o meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Precioso Ipê-amarelo-da-mata
florescido no magnífico 
Médio Vale do Itajaí 
traz a marca eterna do destino 
eleito para viver só 
de amor muito bem feito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

“Quem tem sete vidas sabe que só uma mata”.

Inserida por DAmico

“Hoje está tão moderno que uma arma virtual mata.”

Inserida por DAmico


-Sociedade, o que te mata é a hipocrisia!
Haredita Angel 
07.05.21

Inserida por HareditaAngel