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Acerca das emoções...
É um equivoco achar que ao engolir os sapos eles morrerão!
Tudo de ruim que enterramos vivo dentro da gente não morre, nos mata!
O que nos mantém vivos?
Os sonhos loucos?
Os amores bobos?
Ou tudo isso apenas nos mata aos poucos?
Numa guerra ninguém faz considerações morais: ou se mata ou se morre. Mata-se e pronto.
Entre as canções a melhor ficou em mim.
Eu nunca tive algo tão esquisito sério esquisito.
Essa “Pitiquinha” ela fez algo em minha cabeça.
Algo que mudou a direção em que seu estava indo.
Você mudou estou perdido e nem sei a onde estou.
Faço coisas além de mim para me consumir.
Perdi o sentido das coisas e o interesse sem saber.
“Pitiquinha” acerta a minha direção estou vago.
Eu olho você em status e outros, mas bate a saudade.
Suas fotos me marcaram estou sem direção.
Eu queria era mesmo e ter você, mas não posso.
“Pitiquinha” ta difícil vou deixar meu coração.
E que a letra dessa música me basta vou pra frente.
Sei que você já me marcou “Pitiquinha”.
Saudade de você isso está piorando quero você.
Mas tenho que me conter.
Saudades “Pitiquinha”.
Não existe dúvida quando se tem decisões, esperar pela decisão aumenta a dúvida, decidir dói, e não decidir mata...
Poty Porã (microconto)
Numa aldeia guarani vivia triste um casal que não podia ter filhos. O pajé fez um ritual e lhes deu um remédio da mata. Tempo depois, nasceu a indiazinha Bela Flor, que a todos alegrou.
Qual será a sensação?
Que ela sente em se olhar no espelho e ver que é a mais gata
Que desde novinha, esse olhar de felina
Tem que ter cuidado se não mata
Roberto Padrinho
1° Setembro
Mais um ano
Parabéns para Você...
No porto Novo ele cresceu
Em São Pedro
Da Aldeia, foi morar.
Amigo leal, companheiro
Irmão fiel, verdadeiro
Sinceridade, honestidade
Alma leve, generosidade
Trabalhador
Foi no mar desbravar
Conquistar sua vida
Velejar, viajar
Alimentar seus sonhos
Para ter na família
E para os netos
Um doce e maravilhoso lar...
Bom ter andado contigo
Aprendido
Orientações profundas
Que para vida se leva
Na alma e no coração...
Liebfraumilch: o leite da mulher amada...
Que descia suave, com sorrisos nos lábios
Com muitas histórias, descontração...
Após o regresso dos oceanos
Era um passatempo
Conversas, bate papo, família reunida: descontração...
Bom ter sua vida presente
Maninho lindo
Que provoca saudades nas entranhas
Com aquele sorriso largo
Inocente
Que contagiou tanta gente
Tantos afilhados
Que nos dedos, difícil de contar
Agora ao lado de São Pedro, estás
No céu sua alma cintila
E agora quis o destino
Que em São Pedro
Também vim morar
Só que no Estoril
Mas estaremos sempre
Todos juntos
Nesse lindo paraíso
De lindas MATAS e VARGAS
De planícies infinitas
Onde nos voltaremos
Todos
A nos reencontrar
Nos abraçar
Liebfraumilch
Gratidão pela sua existência
Em nossas mentes
E corações
Paz no coração de todos
Matas e Vargas
Que vive entre nós
Amém!!!
Paz em vossos corações
Muita luz em vossas vidas
Para todos vocês
Beijos saudosos
Conforto
Paz
E serenidade
Em vossos corações
Saudades desse maninho...........
Muitas...
Paz no coração
Regina Helena da Mata Luciana Vargas
Quando a lua se deita sobre o monte
Descansando a face sobre a mata
Eu vejo em teu semblante
Água fresca rolando na cascata
Nas coxilhas da alma gaúcha, a Mata Atlântica é a tapeçaria verde que entrelaça nossas histórias. Entre ervas e araucárias, a natureza sussurra segredos de um sul que abraça a diversidade, e em cada folha, encontramos o eco da responsabilidade de cuidar dessa joia escondida sob o céu do Rio Grande.
Meus amigos e irmãos cristãos, vocês precisam parar de querer surrar os homossexuais; estão dando murros em pontas de facas. Existem problemas maiores e mais delicados em que a igreja precisa voltar os olhos. Devido a essas indiscrições, nós cristãos temos sido julgados como culpados por associação. Em vez de ficarem com tais disparates, que tal confrontarem a massa de cristãos levianos impregnados nas igrejas? Chega de dissimulação, chega de irar-se com os que pecam de forma diferente. Em todo o ministério de Jesus, os pecados que mais lhe incomodaram foram os que mais encontramos ainda hoje dentro da igreja brasileira, a saber: hipocrisia, orgulho e legalismo. Que tal cuidarmos das feridas do corpo primeiramente?
A arte nos transporta, nos deixa à parte. Ela mata as limitações e nos leva para o além, enquanto ainda vivemos. Assim, a arte é a mídia real que liberta e eleva a alma, ainda que por um instante.
