Tag mão
Se um dia quiseres confiar em alguém, confie em si mesmo pois a realidade é que o mundo está cheio de pelegos.
Falsos, insidiosos, incompetentes e analógicos, não possuem valor algum e serão sempre metamórficos.
Inúteis, parados no tempo, ao relento, sem pensamento, pessoas vazias sem qualquer esclarecimento.
Sempre dependendo de um empurrão, sempre de um ladrão, geralmente registrado como Senador, Deputado, ou outro político dessa laia, meu irmão.
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A incompetência dominou a administração, hoje nos órgãos públicos só domina a recomendação.
Competência? Sai pra lá sangue bom. O que eu quero é ter votos na urna para vencer essa eleição.
Aqui quem manda é o governo, que regado pelo seu dinheiro, já que você paga o ano inteiro centenas de impostos para bancar o luxo e o exagero desse real desgoverno.
Aqueles que sempre se aproveitam da ignorância para ocultar sua maldade e sua ganancia, garantindo seu salário, seu saldo fundiário, por meio do nosso imposto pago, deixando-nos com cara de humilhado, quando chegamos no mercado e pagamos o preço dobrado, pois 50% vai para o bolso do estado, para o bolso do estelionatário que te pediu voto prometendo o céu, mas te deu apenas o calvário, só você nem percebe, nem vê a maldade, pois vinho e circo é o que te deram, porquê assim podem te fazer de otário e no fim de todo mês, embolsar metade do seu salário, que ao contrario do deles, foi trabalho e ressudado.
Deve haver segurança para todos ou ninguém está seguro. Mas isso não significa abrir mão de qualquer liberdade. Exceto a liberdade de agir irresponsavelmente.
O orgulho é só mais uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo que dá para ser e ser sentindo, dá para ser usado para fingir que não é, e que não se sente nada.
O sol se pôs e completará 11 noites, 11 noites a procura de uma bela mulher. Andando na madrugada, sob a luz da Lua. Tudo que se via era a Lua, estrelas e árvores e tudo que se ouvia era o vento. Mal conseguia enxergar a rota que eu trajava. Subi até a mais alta colina. Atravessando montanhas. Enfrentando o vento gelado, o calor escaldante do verão a procura de uma mulher.
Elas eram o meu tesouro, a minha alegria e tristeza.
Completou 17 noites, e ainda estava à procura da bela dama. Honra, nobreza, dinheiro são nada comparados ao beijo de uma mulher. As minhas mãos são tão frias, mas as mãos de uma mulher são quentes. E lá estava eu com uma fogueira atrás de uma montanha coberta de neve.
Meus pés sangravam. Meus gritos de dor ecoavam pelo vento. Andei até a cidade á procura da bela dama.
Vi uma subir ao cavalo. Ela será minha dor e alegria. O meu tesouro secreto. A bela dama vestia o vestido vermelho, cabelo tão preto como a noite, olhos estão negros e brilhantes e a pele feita tão branca quanto a neve.
Ela cavalgou pelas as ruas da cidade. Chamava atenção por onde passava. A bela dama se chamará Bella, a mulher mais linda viva.
Deixar partir, quem amamos, liberta a pessoa do sofrimento e do nosso egoísmo de NÃO querer ver a partida da pessoa querida.
Seu ente querido será recebido em um plano de harmonia e amor eterno.
Deus conforta a família no momento da despedida.
É preciso avaliarmos se vale a pena abrir mão de você próprio em prol de outrem que não te dá o devido respeito.
desconheço quem ande com a Bíblia na mão e não seja um Hipócrita, Cristo andava com a verdade e não com a bíblia.
SENTIR
Olho em teus olhos,deles desço à boca.
Da boca ao seio,são dois beijos só.
Sinto a maciez.
Freio o meu ímpeto.
As mãos na cintura ficam,
de novo as bocas se encontram.
Os sentidos, atentos buscam mais, em tudo.
A minha mão esquecida em tua perna fica.
O coração aos pulos bate muito e alto,
contrariando a fala que aquieta e cala,
ficamos totalmente mudos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Você disse para eu não pensar só nas coisas de que vou ter de abrir mão. Eu estaria arriscando minha juventude, minha saúde, meus colegas, minha vida social, meus planos de carreira e meu futuro. Não é à toa que só consigo pensar em tudo de que estaria desistindo. Mas e você? O que você vai perder ao ganhar um filho?
Para ganhar um jogo, ter de fato uma vantagem real, as vezes é necessário recuar muitos passos. As vezes é necessário perder espaço. Abrir mão...Por isso que o sucesso pertence a uma ínfima parcela de pessoas. Isso serve para toda forma de sucesso...
De nada adianta realizarmos as nossas missões e sonhos se esquecermos de estender a mão para as pessoas que estão ao nosso redor!
"Aquele que põe nas mãos desta vida toda a sua felicidade é semelhante a uma criança que construiu seu castelo de areia à beira do mar."
Você alargou meu horizonte
Quando me levou ao cume do monte
Você mudou minha visão
No momento em que segurou minha mão
Fez-me descobrir que eu tinha um coração.
Depois de andar por vales e desertos
Depois de vagar pelo caminho incerto
O destino te trouxe pra perto
Foi como nascer uma flor no meio do concreto.
Pouco adianta a vida oferecer muito se impomos condição para receber. O que VEM de mão beijada não tem o compromisso de FICAR.
A vida segue um único caminho, mas é uma via de mão dupla: pode ser para cima ou para baixo, em uma constante de idas e vindas.
Ela não tem medo do caminho e segura segue com a confiança de quem está segurando a mão do próprio pai, porque crer no Deus que a guia e sabe que o melhor para ela, já foi preparado por Ele.
Hoje Deus tocou em meu coração para que de você eu abra mão
Logo ao anoitecer pois ao amanhecer você irá reviver uma nova paixão
voltará a sentir frio na barriga e suspirar de emoção
Tu és uma bela jovem e tem pela visa adiante muito chão
lugares ainda não vistos, risadas ainda não dadas
beijos e abraços tão apertados de parar o coração
Seja feliz sempre independente da situação
Permita-se viver tudo que Deus por em sua vida com ousadia e discernimento
não lute contra o vento nem contra a maré, jamais perca a sua fé
siga seu coração, acredite em sua intuição
pois é a direção que Deus aponta com a mão.
NO CÔNCAVO DA MÃO MORTA
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No côncavo da mão morta
havia uma chave...
não sei para que castelos.
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Para qual porta, oh Deus Entranhas,
tal chave – tão triste chave –
em certo dia foi forjada?
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Havia aquela chave
não como uma pedra
no meio do bom caminho,
mas no côncavo da mão morta.
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E essa mão,
tão inerte e já bem morta,
cujo corpo era seu mero apêndice,
ao mesmo tempo oferecia
e segurava a chave.
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O gesto, embora pálido,
tinha a cor dos desesperos!
Parecia dizer, nos entrededos:
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Pega esta chave,
se tu és digno dela,
e cuida do seu metal
como se fosse cristal
precioso, de tão frágil.
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Antes de tudo o mais,
colhe-a como uma fruta
já por mais do que madura.
A ela recebe – tão suculenta –
entre teus próprios cinco dedos.
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A chave, no côncavo da mão morta,
parecia a mim implorar-assim:
“Leva-me... a meu destino,
que para isso nasci”.
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E a mão côncava
acrescentava:
“Leva-a, que somente por isso
insisto em me entreabrir”
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[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Ipotesi, 2021]
