Tag mãe

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Eu comecei a escrever um poema sobre mães, para celebrar o "Dia das Mães". Fiquei olhando para o computador e pensando nos meus filhos. Fechei o documento sem salvar, porque vi que vida de mãe já é um poema.

Inserida por anita301071

Olho pela minha varanda e vejo como está tudo tranquilo, mais sim por que as pessoas não saem de casa medo apavora a todos que imensamente toda população mundial tal de covid veio pra mostrar a todos que somos iguais !

Inserida por rony_bandeira

Estou muito preucupado com essa nossa vida que a cada dia nós torna mais vulnerável!

Inserida por rony_bandeira

Vivo por aí sem saber o que realmente devo fazer , sai sem rumo, sem vida ,sem nada ,mais obstáculos sempre a frente irei subir cada degrau dessa escada

Inserida por rony_bandeira

Hoje vivo mesmo não querendo e meu dever fazer isso , honra meus pais que sempre me fizeram de grande homem

Inserida por rony_bandeira

Falar e pra todos fazer e pra poucos estou nessa classe aí de fazer admiro muito a quem tem qualidade

Inserida por rony_bandeira

Aquela rua que morei não está como antes era cheia de buracos, hoje sua qualidade está igual a minha solitária

Inserida por rony_bandeira

Mãe vem de uma semente que já foi flor.

Inserida por rojane_mary_caleffi

Mamãe!

Primeira palavra balbuciada,
repetida zilhões de vezes.
Clamamos seu nome no medo, alegria, socorro, sucesso, tristeza,
amor, desespero, euforia, gratidão...
Mãe sabe tudo, cura tudo
e cuida corrigindo nossos desvios.

Mãe é presente de Deus, agradeça!

Feliz Dia das Mães !

Inserida por abgail_mendes

Podemos comprar mansões, mas nada se compara ao amor da nossa primeira casa... o ventre de nossa mãe.

Inserida por diego_daniel_1

Mãe, falta-me palavras mas, sobram-me sorrisos quando penso em ti.

Inserida por domzeferreira

Quando nada existia, mamãe-do-Céu me deu uma alma.
Quando precisei de abrigo, mamãe-Terra me acolheu.
Quando estive pronto, mamãe-mamãe me deu a vida.
Quando tive curiosidade, mamãe-professora me ensinou.
Quando tive medo, mamãe-sentinela me protegeu.
Quando tudo era regra, mamãe-vovó me deu liberdade.
Quando me feri, mamãe-doutora me curou.
Quando me entediei, mamãe-amiga brincou comigo.
Quando chorei, mamãe-colo me abraçou.
Quando quis amadurecer, mamãe-esposa me tornou pai.

Eu percebi que maternidade é Amor disfarçado de presente.
Todas as nossas mães, em todos os seus disfarces, entregaram-nos tudo o que há de mais importante.
Cabe-nos agora aprender que nada de relevante nos falta. Talvez o único que falte seja compartilhar esse infindável oceano de Amor que nos foi presenteado por todas elas.

Inserida por drleonardolourenco

A Revolução dorme na Periferia

Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.

Inserida por JWPapa

Perder uma Mãe é levar uma tremenda paulada e lembrar dessa dor a vida inteira. As vezes nosso egoísmo não aceita essa partida. A tarefa foi cumprida e é chegada hora de voltar para o lar lá de cima.

Inserida por max_gallao_mesquita

Amor de mãe é...
Preocupação (constante e eterna )
Empatia ( sempre se põe no lugar do filho )
Proteção ( de tudo e de todos )
Aconchego ( está sempre de braços abertos)
Doação ( se doa sem querer nada em troca)
Insônia ( não dorme enquanto o filho não chega )
Transcendental (ultrapassa a normalidade)
Grandioso ... DIVINO!

Inserida por selibranger

Parabéns pra você:
Mãe que gera
Mãe que adota
Mãe que cria
Mãe que abençoa
Mãe que cuida
Mãe que ensina
Mãe que educa
Mãe que cura
Mãe que ouve
Mãe que observa
Mãe que acolhe
Mãe que chora
Mãe que sorri
Mãe que renuncia
Mãe que grita
Mãe que cala
Mãe que afaga
Mãe que é pai
Mãe que é tia
Mãe que é avó
Mãe que é filha
Mãe que é neta
Mãe é assim, tudo isso e um pouco mais
Mãe é sinônimo de paz, felicidade, alegria...
... mãe é a tradução do amor que Cristo nos ensinou.

Inserida por robensjr

Misturinha de mãe 
Misturinha de mãe, olhos, boca e nariz
Cheirinho de mãe que invade a narina dos filhos desde o primeiro momento
Paciência de mãe: “Só vou contar até 3!”
Colinho de mãe para ninar e embalar a vida inteira
Olhos de mãe, iluminados, observadores, amorosos e complacentes
Braços de mãe para conduzir e orientar
Pernas de mãe, cavalinho, corrida, pega-pega, esconde-esconde
Misturinha de mãe, razão e sensibilidade
Angústia de mãe, mil preocupações por minuto
Trajetória de mãe, profissão, estudo, carinho e dedicação
Coração de mãe sempre aberto e cada vez maior
Abraço de mãe no estilo canguru, bem protegidinho
Bronca de mãe: “Você não é todo mundo!”
Profecia de mãe: “Eu bem que te avisei!”
Misturinha de mãe por toda vida, agora e para sempre, misturinha sem fim...

Inserida por mayaravellardi

Poema de duas palavras. Mão Mãe

Inserida por jahernandez

SER MÃE

Ser mãe é carregar os filhos durante 9 meses no seu ventre,
Ser mãe é dar a mão para que você possa aprender a andar,
Ser mãe é acompanhar seu crescimento dia após dia,
Ser mãe é passar noites em claro preocupada com você,
Ser mãe é preocupar-se mais com você do que com ela mesma,
Ser mãe é dar bons conselhos para que o filho(a) não caía nos mesmos erros,
Ser mãe é ver os filhos de seus filhos alegremente, como se o pequeno(a) netinho(a) também fosse seu filho(a),
Ser mãe é um amor fraternal, que só perde para o amor de Deus,
Ser mãe é dar tudo de sí para o seus filhos(as) até mesmo a vida se for necessário,
Mãe é um presente de Deus pra nós os filhos,
Mãe é amor sem igual, Te amo !

Autor: Ewerton A Silva

Inserida por ewerton_a_silva

NamastÊ a Mãe Gaya, mãe Terra que nos supre , que nos enriquece que fornece o tudo .
E com indistinto Amor incondicional Gratidão eterna!

Inserida por dalainilton

Decifrando o amor de Mãe!

Amor sem medida
Alegria que nos contagia
Em seu poder a eficácia da magia
A ela Maria foi concedida.
E seu filho Cristo foi antecedida
No coração de filho me prendeis
Tua valentia nunca tereis
Dedicas na labuta com amor
Encontra a efervescência do fervor
Nos ensinamentos teus amei.

Inserida por WILAMYCARNEIRO

Nesse dia, seja a lembrança, a saudade ou o carinho da presença, o que importa são elas, mulheres que hospedam a vida e transformam o mundo, filho por filho.

Inserida por Ceifas

Feliz Dia das Mães!
Mãe, que gera e dá à luz, um lindo portal de vida! Mãe que acolhe, cuida e ampara!
Feliz Dia das Mães do jeitinho de cada mãe!
Feliz dia para cada mãe de cada sistema familiar! Para mães de filhos nascidos, filhos não nascidos, filhos que nasceram, mas já retornaram para a Grande Morada. Mães do coração, mães de projetos!
Que a força e a coragem de cada uma de vocês ressoe em partículas de amor reverberando vida em todos os pontos cardeais!
Que saibamos nós, filhos, honrar a vida vinda de vocês e ser continuidade consciente do nosso lugar e do nosso papel!
Que o amor e a gratidão estejam sempre presentes, porque é possível viver relações harmoniosas!

Inserida por estellalucas

Mãe...

Pequena palvra de amor mas de grandeza e profundade sublime.

Que ultrapassa o sentido da alma e cujo sentido nao repousa apenas em imaginações.

Inserida por Samuelblessedoficial

Mãe,
Que bom, que tive oportunidade.
Nesta vida de expressar meu amor.
Agora sigo compartilhando nossas lembranças.
E te agradecendo todos os dias,
por ter compartilhado alguns anos ao seu lado.
Minha gratidão eterna, Minha bonita!
Que a Virgem Santíssima te cubra com seu sagrado manto.
Por toda eternidade!
Seguirei te amando!
Gratidão!

Inserida por EdmaCatarinadaCosta