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⁠O mundo já foi dos poetas e filósofos.
Quem vive a vida poeticamente, simplesmente aprecia a vida à sua maneira até aos confins do universo.

Inserida por richard_felix

O Cedro de Ofir
Em tempos antigos de lenda e luta,  
Cruzou-me o caminho um pedreiro irmão,  
Das histórias contava, com voz resoluta,  
Um templo sagrado, erguido à união.
A terra ressoava, de lutas e dor,  
Moabitas em fúria, no terreno sagrado,  
Perdido o tempo, seu maior tesouro,  
Em fenícios reinos, o saber é legado.
Biblos antiga, berço das letras,  
Tiro, origem do conhecimento audaz,  
Por entre seus rios e mares perplexos,  
Desvendei seus segredos, ouvi sua paz.
Os cedros de Tiro, em sua força de ação,  
Preferem o silêncio à voz da opressão,  
De Salomão filhos, perseguidores não cessam,  
Mas Tiro resiste, forte como leão.
A Fenícia bradou, rumo a novos lares,  
Ainda perseguidos, mas nunca vencidos,  
Construíram em terras novas, antigas,  
Onde JethBaal e Badezir, heróis destemidos.
Trouxeram de Ofir o ouro brilhante,  
Nações ergueram, com troncos justos,  
Em Terra de Justiça, os fenícios plantam,  
Sob o céu empírico, seus sonhos augustos.
Assim conheci o povo de outrora,  
Em suas raízes, encontrei nossa história,  
Em cada pedra, um eco de glória,  
Nas areias do tempo, são os mestres da memória.

Inserida por Albertlouisb

⁠O maior orgulho que eu tenho em mim é que eu consigo tudo ou quase tudo sozinho, o que eu quero do melhor para mim sem precisar de passar por cima de ninguém e nem prejudicar ninguém.
Trabalho no duro, treino e estudo no duro. Palavras sábias de um homem lendário honrado e leal e que nunca desistiu na vida.

Inserida por richard_felix

⁠"Contam que séculos atrás um jovem casal fugiu pra que pudessem ficar juntos. Mas quando ele foi caçar, ele caiu numa espécie de poço que estava abandonado e morreu. A jovem não sabia da sua morte e se perdeu na floresta procurando por ele e nunca mais saiu de lá. Dizem que até hoje ela segue procurando seu amado e que é possível vê-la chamando e procurando-o na floresta nas noites de lua cheia. A irmã dela, que era muito apegada à moça, construiu uma fonte dos desejos igual à que a jovem desparecida admirava num livro. Ela jogou a primeira moeda e pediu que a irmã voltasse, mas ao invés disso, naquele ano, nevou. Muitos consideraram um “milagre” pois não nevava ali há quase um século e a garota desaparecida sempre teve o sonho de ver a neve que via nos livros. Desde então, todo ano, naquela época, não falta neve em Boaventura." Trecho de Amor nos Tempos de Quarentena

Inserida por amandaboaviagem

⁠"Tenho orgulho em dizer que vivi uma era, atravessei um século e ultrapassei um milénio, Então respeite a minha Historia, pois Eu não sou qualquer um, Eu sou uma Lenda"

Inserida por MAXLOWGHAN

John Wick. O cara. O mito. A lenda. Você não é muito bom em se aposentar.

Inserida por pensador

⁠Reza a lenda que o mundo é dos ousados e que crescer é uma ousadia. Se sob essas regras um legado é forjado, eu sou uma lenda em construção. Se nascemos anônimos, é para construir nosso legado. Fazer de nossas vidas uma boa história. Viver em nosso curto tempo fazendo valer a pena. Para mesmo quando tudo acabar, mesmo na morte sejamos lembrados e celebrados. Uma lenda com ações memoráveis e boas atitudes épicas. Lembrados por construir um legado inesquecível. Nascemos anônimos para morrer como uma lenda.

Inserida por macoslesiuk

⁠Uma boa metade da arte de viver é a resiliência!
Surgem coisas novas e tudo muda.
Eu sou insaciável e intenso e tenho grande apetite por coisas novas.

Inserida por richard_felix

nada dura para sempre .. você não durou para sempre mais o que sinto por você talvez sim, não digo que sumiu mais apenas não lembro de como era te amar pois nada dura para sempre.

Inserida por bluelower

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Inserida por bluelower

⁠Deus limita-se ao espaço disponível em seu cérebro.
(Nepom Ridna)

Inserida por ridnaruJ

Entre águas e encantos

O Boto

Deslizando  
Entre águas e encantos  
Sigo navegando pelo Solimões  
Não estou bicho nem homem  
Estou  
À tua espera

Num tempo  
Suspenso na correnteza  
Remos parados no momento  
De tua ausência

Não preciso de rede  
A me prender  
Tua falta é corrente mais eficaz  
A me segurar

Sou soma de encantos  
Amontoado de lendas  
Esperanças e sombras

Tudo o que me resta  
Pesado numa balança  
De um só prato

Seguindo  
O curso de um rio de histórias  
Não desisto  
De te buscar entre as águas  
Teu amor  
É o que me leva a existir

A Virgem

Meus passos ecoam as margens do Rio Negro  
Minha voz já é parte da floresta  
Meu coração habita entre vitórias-régias

Busca-me  
Perco-me em ti  
Para me tornar inteira  
O espetáculo  
Na junção de nossas águas  
Lenda viva  
Amazonas

Existiremos  
Como o encanto perfeito  
Horizontal  
Assim como o rio que rasga a floresta

Nossa fertilidade  
Garantida  
Na umidade dos dias  
Ecos de canções  
Rios, igarapés e os guardiões da flora serão testemunhas  
Os peixes e as feras verão  
Nosso mistério  
Existo, existiremos  
Apressa-te,  
Leva-me  
Para dentro da lenda

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠crônicas da fronteira. A lenda do pé de Ipê.

Era uma vez, em uma vasta mata que existia na região de fronteira de Ponta Porã com Oedro Juan Caballero, quando não existia estas duas cidades,   onde os espíritos da natureza e os guardiões das plantas medicinais conhecidas pelos nativos como yuyos reinavam. 

Certa vez uma grande tribo de guerreiros que  vivia em harmonia com a a natureza e a terra fez um oacto para selar a uniao entre duas grandes nações que existia na região nestes tempos. 

Nessa tribo, havia uma linda moça  indígena chamada Jaciara, filha do grande chefe guerreiro. Jaciara era prometida ao filho primogênito da tribo vizinha, um casamento arranjado para selar a paz entre os dois povos.

No entanto, o coração de Jaciara pertencia a outro. Ela estava apaixonada por,Tekohá o jovem filho do xamã da tribo. Tekohá era conhecido por sua sabedoria e conexão profunda com os espíritos da floresta. O amor entre Jaciara e Tekohá era puro, mas impossível, pois ela estava destinada a outro.

No dia do casamento, Jaciara, com o coração pesado, decidiu fugir com Tekohá, eles correram pela floresta, mas foram perseguidos pelos guerreiros das duas tribos. Uma grande batalha se seguiu, onde Jaciara e Tekohá lutaram bravamente pela vida, amor e felicidade. Infelizmente, foram capturados e mortos como castigo.

O xamã, devastado pela perda de seu filho e da jovem que ele considerava uma filha, lançou um poderoso feitiço para salvar as almas dos amantes. Ele invocou os espíritos da floresta e os guardiões da natureza, pedindo que transformassem o local de seus túmulos em um símbolo eterno de seu amor.

Com o tempo, no lugar onde Jaciara e Tekohá foram enterrados, nasceram três pés de Ipê. Um Ipê branco, representando a pureza e a beleza de Jaciara; um Ipê amarelo, simbolizando a coragem e a força de Tekohá; e um Ipê roxo, representando o fruto proibido de seu amor impossível.

Assim, a lenda do Ipê nasceu. Todos os anos, na primavera, os Ipês florescem, lembrando a todos da luta pelo amor e felicidade de Jaciara e Tekohá. As flores dos Ipês enchem a floresta de cores vibrantes, um tributo eterno ao amor que transcendeu a morte e se tornou parte da própria essência da natureza.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Crônica: Lendas da Fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.

A fronteira entre Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é um lugar onde o passado e o presente se encontram, tecendo uma rica tapeçaria de histórias e lendas. Essas cidades-gêmeas, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma história que remonta aos tempos das primeiras migrações e das nações indígenas que habitavam essas matas.

Após a Guerra do Paraguai, a região viu um influxo de migrantes que buscavam novas oportunidades. Foi durante a produção de erva-mate que muitas das lendas locais começaram a tomar forma. 

Nas narrativas orais que e passada por geração, dizem que nas noites de lua cheia, os espíritos dos antigos habitantes ainda vagam pelas matas, protegendo os segredos da terra. A erva-mate, além de ter por décadas ser a principal fonte de renda, também é cercada de histórias de tropeiros e viajantes que, ao redor do fogo, contavam causos de encontros sobrenaturais e assombrações.

A Laguna Porã é um dos cenários mais emblemáticos da região. Ao redor desta lagoa as duas cidades surgiram e cresceram. 

Conta-se que, em noites de neblina, é possível ouvir os lamentos de uma mulher que perdeu seu amor nas águas escuras da lagoa. Essa lenda, passada de geração em geração, é um lembrete constante dos mistérios que envolvem a fronteira.

Os enterros do Lopes e os tesouros de Madame Lynch são outras histórias que alimentam o imaginário local. Dizem que, durante a Guerra do Paraguai, muitos tesouros foram enterrados na região, e até hoje, aventureiros buscam por essas riquezas escondidas. Madame Lynch, uma figura histórica controversa, é frequentemente mencionada em lendas sobre tesouros perdidos e batalhas épicas.

Os mitos indígenas também desempenham um papel crucial na formação da identidade local. As histórias dos Guarani, que habitavam a região antes da chegada dos europeus, falam de seres míticos que protegiam as florestas e rios. 

Essas lendas moldaram a relação da população local com a natureza, promovendo um profundo respeito pelos recursos naturais.

A fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero é um lugar onde o passado e o presente se encontram. Cada pessoa que passa por aqui leva consigo um pedaço dessa história rica e fascinante. As memórias dos causos e lendas são guardadas com carinho, perpetuando a identidade única dessa região fronteiriça.

Hoje, a neblina que cobre a cidade nas manhãs frias são testemunhas silenciosas de um tempo que continua vivo na memória de seus habitantes. 

A fronteira seca, cheia de mistérios, é parte indissociável da história de cada indivíduo que aqui vive, passa ou parte, levando consigo as histórias que ouviu e viveu nesta terra de histórias, causos e lendas.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Crônica da Fronteira: A Guavira, Joia do Cerrado Sul-Mato-Grossense.


Na região de fronteira entre Brasil e Paraguai, onde Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se encontram, a guavira, também conhecida como gabiroba, reina como símbolo do Mato Grosso do Sul. 

Nos estudos científicos: Esta fruta nativa do cerrado, com seu sabor doce e refrescante, floresce de novembro a janeiro, trazendo consigo histórias e lendas que atravessam gerações.

Segundo pesquisadores em em seus estudos. A guavira não é apenas uma fruta; é um elo entre o passado e o presente, alimentando corpos e almas com seu frescor. Rica em vitamina C, ferro e outros nutrientes, ela é uma dádiva da natureza que fortalece a imunidade e previne doenças do corpo e da alma. 

Seu consumo é uma tradição herdada dos povos indígenas, que conheciam bem seus poderes curativos e a utilizavam em chás para tratar infecções urinárias e cistites.

Uma das lendas mais conhecidas sobre a guavira vem do Paraguai, narrada no livro “Leyendas y creencias populares del Paraguay”. Nos tempos da colonização, uma tribo indígena enfrentou colonizadores e, após uma vitória, levou um soldado prisioneiro para a aldeia. O inesperado aconteceu quando o prisioneiro branco conquistou o coração de Apykasu, a filha do grande chefe Jaguati. Esta história de amor e conflito é apenas uma das muitas que cercam a guavira, destacando seu papel não só como alimento, mas como parte do tecido cultural da região.

Durante a época da “Cata Guavira”, é comum ver grupos de pessoas colhendo a fruta nas estradas e fazendas da Serra da Bodoquena. Este evento festivo celebra a abundância da guavira e a conexão das pessoas com a terra e suas tradições.

Assim, a guavira continua a ser um símbolo de resistência e vitalidade, uma fruta que não só nutre, mas também conta histórias de um tempo em que a natureza e a cultura estavam profundamente entrelaçadas. 

Na fronteira sul de Mato Grosso do Sul, a guavira é mais do que uma fruta; é uma herança viva que continua a inspirar e alimentar inúmeras gerações.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Lendas não são definidas pela maneira em que se recuperam da derrota, mas pela forma em que aprendem com ela e perseveram até que a vitória aconteça.

Inserida por wilenheilesilva

Nascemos como autênticos desconhecidos e morremos como lenda aos olhos de meros curiosos.

Inserida por EdgarFonseca

COMO NASCERAM AS TRICOLORES
Amara Antara
Para Esperança

Num tempo além do tempo, no momento da criação de todas as formas de vida sobre Terra, foram surgindo os animais cada um com suas peculariedades, foram criados segundo as características de cada espécie.

Quando chegou a vez dos felinos, o primeiro a ser criado foi o guepardo (Chita), o Criador lhe disse: entre os animais terrestres serás o mais veloz. Depois veio o leão, serás conhecido como o rei dos animais.

E assim, o Criador foi colocando cores, beleza, harmonia em cada um, porém, todos foram criados com as mesmas características, respeito e amor pela Natureza.

O Criador compadeceu-se dos humanos e resolveu criar os animais domésticos, para que pudessem “domesticar” o coração dos homens e os ensinar a amar incondicionalmente.

Primeiro vieram os cães, chegaram alegres, entusiastas, servis, amorosos e leais.

Em seguida vieram os gatos, apesar de amorosos, leais e companheiros como os cães, tinham a missão de ensinar aos humanos a sabedoria do silêncio, da observação e da sintonia com a alma.
Foram recebendo as formas e cores, primeiro vieram os brancos, depois os amarelos, depois os pretos, os cinzas etc.

Assim disse o Criador:
Ao branco, terás a pureza das crianças.
Ao amarelo, terás o esplendor do sol.
Ao preto, terás o mistério da noite.
Ao cinza, terás o mistério da noite (preto) permeado com a pureza do branco.

Porém, todos os gatos, de todas as cores e raças receberão uma individualidade meditativa, serão diferentes da maioria dos animais, terão o direito de subir nas árvores, muros e poderão ver o “mundo” do alto dos telhados com elegância e graça.

De repente apareceu uma pequena gatinha ainda “inacabada” que ao aproximar-se do Criador, se esfregou, ronronou e deitou-se silenciosamente e delicadamente aos seus pés.

O Criador lhe disse: pequena criatura terás a pureza do branco e a delicadeza das nuvens.
Depois deu uma pincelada do preto e disse: terás a mistério da noite escura.
Depois uma pincelada do amarelo, e disse: terás o fulgor do sol que brilha no firmamento.

Pequena criatura serás diferente de seus irmãos felinos,
suas cores ficarão na memória dos humanos para que aprendam a desenvolver.
Do branco: a pureza nas intenções e no coração.
Do preto: na escuridão é que poderão encontrar o caminho para a pureza.
Do amarelo: depois de atravessarem a escuridão com confiança e sabedoria, encontrarão a luz que está em seu interior.
Muitas vezes as tricolores terão o tom cinza no lugar do preto, para fazê-los lembrar-se da chuva que fecunda a terra nas manhãs cinzentas e frescas.

Algumas de vocês nascerão como a beleza do sol no firmamento, outras nascerão com a beleza do alaranjado para lembrá-los das cores do nascer ou do pôr do sol.

As tricolores trarão a energia feminina ao mundo, terão a missão de serem mães, aprenderão a amar e dar vida a outras vidas.

Porém, as tricolores e todos os gatos caminharão pela Terra silenciosamente, com leveza, beleza, delicadeza e um certo mistério.
Assim, nasceram as lindas tricolores.

Inserida por amaraantara

⁠Tudo o que você faz aqui, fica aqui. Então faça o máximo de coisas boas, pois quando você se for dessa vida, os seus rastros motivarão muita gente. Dessa forma você deixara essa existencia e se tornara uma lenda!

Inserida por RSilvaEscritor

Eu sou a Lenda!
Se você quer ser uma lenda
Estimule a sua coragem.
Esteja presente para o momento.
Viva o agora.
Seja humilde para ouvir.
Esteja disponível para aprender.
Viva o seu sonho.
Seja ousado.
Tenha paciência.
Perdoe a si memso e ao proximo.
Agradeça o que já é e o que já conquistou.
Ame a natureza e o planeta.
Reflita antes de responder e decidir.
Escute os dois lados.
Não importa se você será uma lenda para você, para sua família, para seu bairro, para sua cidade, para seu estado, para seu país ou para o mundo.
Apenas Faça!
Vai pra cima!

Inserida por mcmarombado

Um pouco de lenda nas nossas histórias faz tão bem à nossa alma, que se confirma com o brilho dos nossos olhos.

Inserida por NinoCarneiro

⁠Ladrão de ilusões


Navegando pelo mar das ilusões, espalhei sorrisos e abraços fortes,

em cada ancorada pratiquei o escambo e como moeda de troca me oferece como prêmio em busca das joias pulsantes,

sonhos derretidos, prazeres passageiros, promessas jogadas nas ondas, sentimentos aprisionados, distancias infinitas,

conquistador de corpos e mentes, deixei perdido no tempo a magia de um navegante aventureiro, roubei almas, distribui desejos, vendi o retorno, carreguei gritos e sussurros nas viagens sem destino, 

de uma lenda, a uma história, 

de um pirata aos corações.

Inserida por Ricardossouza

⁠Sempre que acharmos que não devemos conviver com educação 
com quem é bom existirá
sempre alguém que se toca
sobre quem você é de verdade,
E um novo ovo surgirá na porta 
da consciência dando origem
a uma nova Cuca adormecida,
assim é a lei que rege a vida.
Quem age como Cuca dormindo
tarde e agindo com maldade 
não encontrará mais nem 
um único sono a cada sete anos,
e sem se dar conta por estar
afogado no ego apenas existe enquanto a caravana passa, 
o galo canta, o destino se cumpre,
o mundo gira e a vida segue adiante.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu Negrinho do Pastoreio, 
eu só posso contar contigo 
para acreditar que 
ninguém pode comigo; 
Sempre que eu perder 
a minha fé me ajude 
a encontrar em Nossa Senhora 
como você acredita, 
Independentemente da hora
não me deixe só nesta vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com a mesma lealdade
do Cavalo Branco 
da lenda campeira,
O meu coração é um 
cavalo selvagem 
que espera pelo seu;
Não importa quanto 
tempo demore,
O importante é que
a chama perdure
até encontrar contigo
e em nós cumprir 
o quê é belo e infinito.

Inserida por anna_flavia_schmitt