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Vai chegar o tempo que as pessoas não vão acreditar e ficarão impressionadas em saber que um dia se comprava produtos e serviços com dinheiro de papel. Autor :Ricardo Limite
NEFASTO DIGITAL
A internet que um dia aproximou,
hoje nos afasta.
Seja pelo vício, desinformação ou lacração.
A cultura do cancelamento,
o uso incorreto, um perfil falso ou a fake news.
As redes tornaram-se munição
que revelaram um mundo cada vez mais atroz.
A geração tão criticada são na verdade a oposição,
rotuladas de mimadas por não compactuarem aversão.
Não se cala para atrocidades.
Não normaliza o politicamente correto.
Não se submete ao arcaico poderoso.
Antiquados que viveram um mórbido passado
E que mesmo assim consideram prudente o reprise em suas gerações.
Famosos comportamentos que primitivo tem o prazer de honrar e nós de desmascarar.
Não fosse a Internet que me possibilitou ser técnico programador de Informática, e profundo conhecedor da IA generativa, jamais eu conseguiria ficar rico como serei.
Você que tem um negócio próprio, não consegue se questionar se realmente há outras saídas de como estender para o meio virtual e poder vender mais além do físico? Já pensou em vender os seu produtos ou seus serviços usando sites de comércio eletrônico e até redes sociais? Pode ser que aumente o campo de visão de quem busca algo relacionado ao que você faz de melhor?
Pai nosso que estais no Google
Pessoalmente procuro estar na virtualidade o mais próximo da realidade possível é lamentável aliás é extremamente lamentável em que as pessoas ao longo de décadas tenham deixado se moldar pela tecnologia artificial e tenham se tornados Frias e calculistas como as máquinas que nos separam. Nas redes sociais não se fala em qualitativo e sim em quantitativo em likes compartilhamento enfim as relações de virtuais que tanto então pouco tempo nos uniu nos juntou é a mesma que em pouco tempo tem nos separado e nos tornando cada vez menos humano. O que me entristece nisso tudo é que são pessoas próximas muito próximas de nós e se fecharmos os olhos com a intensidade do nosso coração é possível tocá-las como se estivessem frente a frente conosco.
Para mim, militante petista, me foi perguntado outro dia: "Como você vê a política?" Eu vejo a política como uma forma de influenciar a sociedade, positiva ou negativamente. O que falamos, o que dizemos e nossas ações são marcadas por décadas e gerações, e muitas vezes influenciam a forma como as pessoas nos veem. Portanto, devemos ser políticos ao falar ou agir, para que nossas falas e ações não sejam usadas contra nós no futuro.
Precisamos saber jogar, como diz a música da imortal Elis Regina: "Vivendo e aprendendo a jogar. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar". A vida é um jogo, a política é um jogo. Quando afirmo que vivo e sobrevivo sem auxílio de governos, estados e políticos, estou sendo um tanto quanto radical. Se eu analisar a história, tanto do presente quanto do passado, percebo que já tive ajuda do governo, de ONGs e de muitos políticos, e posso vir a ter essa ajuda no futuro.
Não posso afirmar que vivo sem a ajuda de ninguém, pois ao dizer isso, esqueço do passado e também de um futuro potencial. O futuro lembrará do que eu disse hoje. Vivo hoje basicamente do meu trabalho, mas sempre recebo alguma ajuda de políticos, em maior ou menor grau. Essa é a dança da política.
Por que digo isso? Porque no futuro, quando algum político olhar para trás, ele reconhecerá que eu não reneguei a política como forma de subsistência da minha vida. Se eu disser que trabalho sem a ajuda de ninguém, isso será pesado e equivocado. A verdade é que, de alguma forma, os políticos nos ajudam, seja com políticas públicas que beneficiam nosso trabalho, individual ou comunitário.
Devemos ter muito cuidado com o que dizemos, especialmente na internet, pois temos influência sobre a sociedade e, através dessa influência, afetamos o voto das pessoas. *Fiquei preocupadíssimo com a fala em público digital, entre os internautas, de um companheiro de lutas históricas, que disse: A luta é incansável sem ajuda dos governantes e parlamentares ".* Isso é pesado. Podemos estar sobrevivendo sem ajuda no momento, mas não devemos rotular isso de maneira definitiva. Afinal, no passado, muitas pessoas e políticos plantaram uma semente que nos ajudou a chegar onde estamos hoje.
Quando dizemos que não temos ajuda de ninguém, estamos renegando um passado recente que fez parte de nossas vidas e nos deixou um legado. Não podemos negar a existência dos políticos em nossas vidas, porque, direta ou indiretamente, eles estão conosco no dia a dia. Gostando ou não, não se vive sem política. Negar a ajuda dos políticos é uma visão muito limitada.
Este é um texto pessoal, escrito em consideração a você. Tomei cuidado de não mencionar nomes específicos, ONGs, sindicatos ou políticos. Generalizei a conversa, mas vocês entenderão a razão disso. Precisamos, principalmente em público, defender nossos políticos e as políticas que eles implementam. Fazemos política direta ou indiretamente, eleitos ou não, dentro do Estado democrático de direito. Um abraço, um cheiro, e obrigado por tudo.
Sex, 05 julho
Ano 2024 Fernando kabral
Bom dia, Senhor Benevides.
Estou atuando como multiplicador de conteúdo em rede e, mesmo estando nesta posição de certa forma privilegiada de multiplicar notícias na rede, o sigilo ainda é a matéria-prima do caráter do trabalho que exerço. Tenho ética no trabalho que faço. Surpreende-me que alguém possa me fazer esse tipo de solicitação. É completamente antiético, não importando o contato de quem para quem, seja um ator público ou um cidadão brasileiro.
Por exemplo, se alguém dentro do vasto campo virtual da internet me solicitasse o seu contato, eu teria que pedir a sua autorização para que eu pudesse divulgá-lo. Esse é o meu comportamento na rede no que se refere aos contatos e aos assuntos que são conversados de forma privada ou pública.
Estou respondendo-lhe de forma pública pois observei uma conversa no grupo do WhatsApp onde o senhor sugere que eu poderia fornecer os contatos de pessoas públicas do cenário nacional. Isso está completamente fora da realidade e da ética profissional.
Espero que o senhor entenda meu ponto de vista, mas fiquei surpreso com sua solicitação. Será um prazer poder contribuir com toda e qualquer informação, desde que essa informação não envolva dados pessoais de pessoas com as quais nos relacionamos no campo virtual ou real, seja de cunho profissional ou pessoal.
Certo de sua compreensão no sentido de respeitarmos a privacidade de cada um e de cada uma, agradeço-lhe por sua sincera compreensão.
Fernando kabral
As redes sociais apenas fizeram pessoas solitárias no mundo real, continuarem solitárias, porém agrupadas em bolhas de filtro e câmaras de eco pelas suas máculas.
As redes sociais são os lugares onde os idiotas ficam felizes comentando e vivendo a vida dos outros...
ÓDIO NA REDE
Quem destila ódio na rede
Só faz propagar o mal.
Um comentário maldoso
Só abala a moral.
Internauta julgador
É como um torturador
De um mundo virtual.
Os duelos de egos inflados, travados principalmente nas redes sociais, num mecanismo de autoafirmação, sinalizam claramente os limites intelectuais e morais dos elementos envolvidos.
Imaginem a humanidade desequilibrada, principalmente os jovens, que serão totalmente educados nos pontos de vistas expressados na internet.
A internet será a nossa vida cristalizada no computador e assim as máquinas, gradativamente, ficarão mais poderosas ao ponto de dependermos totalmente delas.
Existem dois tipos de advogados: os que estão na internet e os que não estão
na internet. Estes últimos, inevitavelmente, seguem rumo a extinção profissional.
Atualmente, as pessoas sentem imensa necessidade de emitir a opinião sobre tudo nas redes sociais! Entretanto, opinião desprovida de argumento e de propósito é pura perda de tempo.
A internet cobra que a gente sempre se posicione – e eu não estou a fim de me posicionar sobre tudo. Primeiro, porque eu não sei me posicionar sobre tudo, inclusive existem pessoas que falam muito melhor que eu sobre muitos assuntos. E tem coisas sobre as quais já me posicionei e não preciso abordar de novo.
Mesmo estando nós hiperconectados e asfixiados com tanta informação, nunca estivemos tão longe das pessoas e de nós mesmos, bem como com uma sensação angustiante de que tempo tem passado rápido demais. É preciso ter visão de sabedoria para saber lidar positivamente com a vida atual.
Não há mais privacidade
no mundo conectado.
Nessa rede social,
todo mundo tá plugado.
Só pra ter muita curtida,
o sujeito expõe a vida,
está sempre vigiado.
A internet nos deu a possibilidade de: construir nosso palco, escolher nossa plateia e agir como celebridades.
Muita gente tem substituído o fluxo normal da vida pelo universo paralelo que a Internet promove em demasia.
