Tag indivíduo
Eu sou mais do que você é
O mundo não gira
Em torno do seu umbigo.
A chuva não para de cair
Só porque você quer.
Sou indivíduo,
Ser humano,
Que sabe muito bem o que dá vida quer.
Eu tenho vontades próprias
Meu objetivo de vida,
Não é ser simplesmente ser o que você quer.
Sou menina,
Sou mulher,
E sou mais do que você é.
A lua independe
Da sua vontade para brilhar.
Uma estrela cadente
Não para de cair
Para sua vontade acatar.
Nem tudo acontece
Do jeito que você quer.
Nem tudo o que você realmente
Acredita ser necessário.
É o necessário para se ser mulher.
Eu sou tudo o que não gosta
Do fio da cabeça à ponta dos pés.
Não tenho tudo o que você gosta.
Mas, tenho tudo o que você quer.
Se não sabe brincar
Não brinca.
Já estou cansada de brigar.
Não importa o que você diga,
Você não vai me enganar.
O sol não deixa de queimar,
Porque você ordena.
O rio não mudará seu curso.
Só porque você quer.
É assim a minha presença,
Neste corpo de mulher.
Uma estrela não perde sua luz
Quando deixa de existir.
Eu não perco a minha luz,
Quando deixo de sorrir.
No seu mundo obscuro,
Pensa que vai me iludir.
O meu brilho independe
Da sua maldita vontade.
Se eu te amo ou te odeio.
Nunca saberá a verdade.
O Estado não tem apenas o dever,
mas, a obrigação de pesquisar as necessidades do indivíduo, no
contexto social, dando-lhe a
oportunidade de manifestar-se,
criticar e fazer conhecer suas
carências culturais.
O indivíduo vive para se tornar um ser cada vez mais feliz, experimentando o prazer de se construir, de se melhorar, de se elevar, produzindo sentido existencial.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Fazer a diferença é um ponto de vista. Para um universo, você pode ser um simples indivíduo. Mas para algum indivíduo, você pode transformar “seu universo”.
A essência da capacidade para amizade reside na maneira de pensar a respeito de si próprio. Se gostar de si, outros hão de partilhar desse sentimento. Se se desprezar, assim também o farão os outros.
Obs: "gostar de si" não significa uma forma narcisista de admiração infantil de si mesmo, na qual o amor por si concen-tra-se no próprio indivíduo, com exclusão de outros. Não é pos-sível amar realmente a si mesmo sem amar aos outros.
(Psicologia da auto-imagem)
Reproduzimos a nossa espécie estabelecendo contato entre os genes do pai com os genes da mãe. Estes fatores hereditários podem ser dispostos num número quase infinito. Física e mentalmente, cada um de nós é exclusivo. Qualquer cultura, que no interesse da eficácia, ou em nome de qualquer dogma político ou religioso, procura padronizar o indivíduo humano, comete um ultraje contra a natureza biológica do homem.
(Admirável Mundo Novo)
A lágrima é o que traduz o mais puro sentimento da alma, trazendo com sigo toda carga emocional de um indivíduo.
Fazer parte de um coletivo amorfo fragmenta a identidade. O ignorante quanto menos está conectado à sua origem mais está disperso em um mar de confusão. O coletivismo não é cooperação entre indivíduos, é a ditadura do coletivo sobre o indivíduo para assassinar sua autonomia
Quando todos os que são suscetíveis de reconhecer determinado indivíduo estão longe, tudo se torna possível.
O universo começa e acaba com cada indivíduo, seja Shakespeare ou joão-ninguém; pois cada indivíduo vive no absoluto seu mérito ou sua nulidade.
O que se diz da humanidade em geral também se aplica a cada indivíduo em particular, pois a humanidade é formada por um conjunto de indivíduos. A psicologia da humanidade corresponde à psicologia individual.
Todo o medo é artificialmente criado na consciência da pessoa?
Não diria artificialmente criado na consciência do indivíduo e nem apenas questão de ver o caos ou vibrar no medo, pois nem todo medo é irracional.
Como sabemos, somos feitos de matéria orgânica, formada por energia nucleica, que é a combinação de prótons, íons, fótons até a formação das células e por conseguinte, a matéria que é a fusão e junção do todo. A energia carrega informações através das conhecidas ondas, cada onda vibra numa frequência modular e isso pode ser codificada e decodificada, revelando mensagens. Nosso corpo é feito dessa matéria energicamente carregada de informações codificadas, que poderá ser acessado sempre que algo ressoar de modo ofensivo ao nosso campo de defesa e isso nos mantem alertas e recebemos mensagens no cérebro, conhecidos como intuição, instinto e até mesmo premonição. O medo é um mecanismo de defesa natural, ancestral. Recordações de muitas vidas passadas são transmitidas através de nossos genes, de geração em geração, é como se fosse um diário das vivências, boas e ruins, escrito pelos nossos antepassados e nos transmitidos codificado em nosso DNA e quando estamos prestes a vivenciar algo semelhante, automaticamente nosso instinto protetor reativa a memória genética e nos faz temer, o que de alguma maneira foi vivenciado em outras vidas. Por isso temos dejavus, são recordações de outras vidas, não excepcionalmente a nossa própria. O que precisa é tratar essas lembranças, de modo que elas não se tornem irracionais, limitantes e, isso contribuirá para vivências positivas.
Se é verdade que não há duas impressões digitais iguais, e que tanto a estatística quanto a biologia nos garantem isso, então pode se dizer que não há duas pessoas absolutamente iguais, pois não há como ter uma mesma pessoa com a mesma impressão digital da outra, logo a comparabilidade entre indivíduos ela é sensível e por isso na evolução pessoal quando almejada, se faz necessária a comparabilidade com sigo mesmo, buscando informações de si em tempos diferentes a fim de compará-los, buscando assim o aprimoramento pessoal contínuo e crescente.
Conceber um mundo completamente desprovido de agressão é algo biologicamente desarrazoado. A agressividade é um parâmetro de atividade presente desde muito cedo no repertório da conduta humana e cumpre a importante função adaptativa de facilitar o ajuste social do indivíduo, afirmando e dirigindo sua capacidade de superar os obstáculos da vida.
A linguagem matemática é uma ferramenta extraordinariamente valiosa para a
compreensão do espaço – tempo em que um indivíduo convive.
"Se qualquer indivíduo comete um ato danoso a outros, há possibilidade de punição. Entretanto, naquilo que diz respeito apenas a ele, às ações que o afetem apenas, é de modo absoluto independente."
