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Assim como a língua, a cultura oferece ao indivíduo um horizonte de possibilidades latentes – uma jaula flexível e invisível dentro da qual se exercita a liberdade condicionada de cada um.
A falta de comunicação pode destruir um indivíduo e até uma nação, mas ao tolo engrandece a sua ignorância.
Não tem torcida pro vírus não, amiguinho. Os trends estão te enganando. A ‘‘galera do bem‘‘ só quer paz e amor com o ‘‘Força Covid‘‘. Acredite que eles são puro amor, ‘abiguinho‘.
Juízes injustos é certeza de uma nação injusta.
A injustiça favorece aos maus e prejudica as pessoas de bem.
A injustiça é primeiramente um atentado contra o Deus justo e, segundo, um atentado contra os indivíduos e contra a sociedade.
Juízes injustos é um atestado de uma sociedade decadente.
A injustiça favorece aos maus que almejam ou já detém o poder, e prejudica as pessoas de bem que veem na justiça a esperança de terem seus direitos garantidos.
Sem uma justiça justa, o justo sofre, se angustia e, até se desespera, buscando fazer justiça por conta própria, o que não é recomendável.
A injustiça gera desordem social e violência sem precedente.
A injustiça nos tribunais é sinal de uma sociedade dominada pelos maus.
Ver a injustiça prevalecer e nada a fazer, é se tornar responsável por tudo de mau que venha acontecer.
Quando os governantes se entregam a prática da injustiça é sinal de que uma sociedade está chegando ao seu fim.
O prevalecer da injustiça significa o fracasso dos bons.
Defender o fim da injustiça é dever de todas as pessoas de bem.
A injustiça é corruptora e discriminadora, pois dá vitória nos tribunais somente a quem muito dinheiro, bens ou vantagens oferece.
Nós somos um somatório de nossas heranças genéticas (que não sabemos exatamente qual é), de nossa cognição (que depende de uma série de fatores, sobre os quais não temos total ingerência) e de nossas emoções (que estão direta e indiretamente relacionadas à nossa herança genética, nossa cognição e ao meio ambiente). Por isso, cada gene, cada combinação de gene, cada instante da vida e cada indivíduo, são únicos, num universo infinito de atores e fatores a influenciar os resultados.
Quando o indivíduo é incapaz de perceber a interferência da sociedade sobre os seus desejos, ele deixa de agir como um sujeito de possibilidades, para se comportar como prisioneiro da realidade social a qual ele está inserido, logo, a maioria de suas decisões é apenas uma resposta condicionada.
O trabalho educativo é o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens.
Atualmente a alegoria platônica da caverna pode ser interpretada: Na obscuridade em que o indivíduo pode viver, não é a falta de integibilidade, mas a ausência de sabedoria para encontrar as respostas que luz nos conduz dentre o bombardeamento de informações que nos chegam pelos os nossos sentidos diariamente.
O medo faz paralisar o indivíduo e restringe o seu crescimento.
Ouse, com fé e determinação, e goze do prazer do sucesso.
O indivíduo é livre para fazer o que quiser, mas quando suas ações individuais afetam o coletivo, a liberdade se torna um problema. É importante lembrar que, apesar de sermos indivíduos com nossas próprias vontades, pensamentos e desejos, vivemos em uma sociedade onde nossas ações têm um impacto sobre os outros.
Um exemplo disso é fumar um cigarro. Embora possa parecer uma ação completamente individual, quando fumamos em um local público, a fumaça do cigarro pode prejudicar a saúde e o bem-estar de outras pessoas ao redor. Nesse caso, o ato de fumar se torna uma ação coletiva e pode ser considerado nocivo para o coletivo.
O conceito básico é entender que podemos ser livres e independentes, mas precisamos levar em conta o impacto de nossas ações sobre os outros. Nossa liberdade individual termina onde começa a liberdade dos outros. É uma questão de equilíbrio e respeito mútuo.
Portanto, é importante pensarmos duas vezes antes de agir e considerarmos o impacto de nossas ações sobre o coletivo. Isso não significa que precisamos renunciar à nossa liberdade, mas sim agir de forma responsável e consciente, sem prejudicar a vida dos outros.
Não existe o casal perfeito porque cada indivíduo é único, com suas próprias experiências, personalidade e valores. Entretanto, é possível alcançar um convívio perfeito.
A justiça humana é tão relativa que um mesmo indivíduo, julgado por dois juízes, pelo mesma ação ou atitude, é condenado por um e absolvido pelo outro.
