Tag guerra
A tecnologia cibernética sem regras, patentes e legislações é sem duvida alguma a maior arma de destruição em massa de todas as culturas, de todos os valores e todo conhecimento humano, nestes tempos modernos do século XXI.
A paz é própria dos grandes seres humanos em qualquer tempo, os menores, os covardes, os parias e desajustados de qualquer cultura, preferem a guerra, como oportunidade marginal de se sentirem vivos.
A nova diplomacia do século XXI prega a supremacia pela imparcialidade. Todos os antigos tratados e alianças tradicionais, por convicções culturais e religiosas ou mesmo polarizados interesses, deságuam em novas ações e posições necessárias de adequação frente a nova geopolítica, os novos conflitos e as atuais relações de produção, demanda e consumo frente a paz e ao desenvolvimento. As soluções tendem a serem mais criativas, menos emotivas do que simétricas. Todas as regras do jogo politico nacional e internacional, mudaram e os novos agentes interlocutores das novas mudanças, também.
Pela tradicional lei da guerra, toda vingança da vítima, emotiva, impensada e imediata é desastrosa.
Temos que ter muito cuidado ao expressar uma opinião logica e racional sobre um assunto ou conflito, quando não fazemos, hereditariamente parte inclusiva, historicamente, do problema. Todas as guerras e manifestações favoráveis ou não, geralmente são cíclicas. Não aparecem do nada.
Existem impactos naturais e suas catástrofes ecológicas ambientais mas também existem armas de destruição em massa manipuladas por governos poderosos para cumprirem suas agendas
" globalistas " na extinção da miséria ou de áreas de conflitos pelo caos. O aquecimento global é um fato e ao mesmo tempo um disfarce, para atos criminosos sem a mínima ética e humanidade.
A paz e a soberania contemporânea mundial se afasta cada vez mais dos argumentos de uma politica verbal exterior e dos tratados multilaterais pacificadores. A paz e a soberania hoje resume se a uma simples questão de poder ofensivo bélico com armas bio-químicas e nucleares de destruição em massa que garante sua posição e opinião interna independente.
Infelizmente chegamos a um estagio de politica internacional reversa e perversa que só mesmo o poder devastador de beligerância nuclear que garante soberanamente, a paz.
A conduta virtuosa enfraquece a revanche e prepondera por harmonia futura, o perdão. Não existe virtuosismo na vingança, pelo contrario revela uma tosca deformidade de caráter.
O aprendizado e o exercício diário das lutas, não tem por objetivo primaz a preparação e a habilidade do corpo para a guerra. Muito pelo contrario mas sim para forjar no espirito a disciplina, ultrapassar os limites e fortalecer a força de vontade junto a persistência para o alcance das grandes virtudes e conquistas.
O verdadeiro guerreiro ergue se e se prepara para uma nova luta às primeiras horas da derrota frente a batalha.O soldado de Deus na terra dos homens aprende com o seu fracasso e fortalece se a cada passo com a palavra, a fé, a adoração e a oração no Altíssimo para que suas verdadeiras armas sejam as fortalecidas possibilidades cada vez mais justas, divinas e gloriosas de alcançar a vitória para sempre, em nome do seu único Senhor.Amém.
Na arte da guerra implica que o verdadeiro guerreiro não esteja lutando consigo mesmo. Na arte da paz implica que o verdadeiro cavaleiro saiba viver com as diferenças, amar e perdoar, a começar consigo mesmo.
Há momentos que o meu íntimo é o cenário de um persistente conflito entre dois entes contrários
que, até agora, não conseguiram entrar num acordo definitivo,
no máximo, alguns instantes de trégua, um deles prefere o isolamento à interação,
gosta de desfrutar a companhia da sua solitude,
uma sensação pessoal de euforia
sem aquela necessidade de relações pessoais e interpessoais,
disso nem pensa em abrir mão,
não se importa se o tempo está passando,
já o outro entende que é necessário interagir com outras pessoas,
apreciar outras companhias,
não lhe basta apenas o seu amor próprio,
sente o receio de ficar na solidão
e tem consciência de que não faz bem ficar isolado e de que a vida não espera,
pois o viver nesta terra é temporário.
Infelizmente, é provável que ainda fiquem quase sempre ou, pelo menos,
muitas vezes em pé de guerra,
mesmo assim, espero que a paz
seja cada vez mais frequente
nesta situação tão complexa.
Na Guerra do Amor,
é uma Vitória Amar e ser Amado,
Ter reconhecido o seu Valor
por um Sentimento
Recíproco Demonstrado.
Uma mente impaciente
com uma guerra expressiva
entre pensamentos destemidos
que conflitam constantemente
de um jeito que nem Freud explica,
portanto, anseia por uma trégua
ainda que seja temporária
e logo volte para os tempos de guerra,
pelo menos, fica mais forte
a cada batalha.
Pensamentos bastante recorrentes, feitos de perguntas que saem em busca de suas respostas correspondentes, deixando a mente com uma movimentação caótica, um ambiente instável, onde a razão e o amor não se entendem e causam um efeito desagradável.
A vida com défice de emoção esmorece, mas viver sem razão não é saudável, a sensatez da maturidade se perde, da imaginação que transforma algo simples em um motivo de exultação a um sonho inexplicável, ambos frequentes, expressivos, nem sempre sincronizados.
Histórias confusas, emocionantes, aventuras, fases, loucura, racionalidade, uma bagunça notória que mesmo que não ocorra constantemente, não fica por muito tempo sem que aconteça, o que resta é poder desfrutar intensamente dos preciosos momentos de trégua.
Quando o coração e a prudência se abraçam, antes de voltarem à guerra, um equilíbrio que se instaura, uma fortaleza que concede abrigo e as forças restauram, acendendo sorrisos, lágrimas são secadas, amor genuíno, alívio para a alma, regozijo raro que não se apaga.
Em um mundo paralelo de difícil acesso Há muito tempo, existe um confronto
entre dois povos,
Um de Anjos, outro de Demônios,
São de lados bem opostos,
não suportam ocupar o mesmo espaço
vivem um contínuo transtorno,
Anjos com escudos de prudências e espadas de princípios
Demônios com lanças de astúcias e ataques impulsivos,
Batalham também por alimento,
lá é escasso, não é encontrado a todo momento,
Às vezes, um Anjo Caído, outras um Demônio ganha expulsão,
Mas esta Guerra parece estar longe
de uma conclusão,
Um cenário atribulado na imensidão
do nosso interior complicado.
A tranquilidade é indispensável, traz uma paz ao coração, renova o espírito cansado, então, sua presença de fato não tem preço, mas não está presente o tempo todo, por isso mesmo que não pode ser menosprezada, valendo muito mais do que ouro, com certeza, uma dádiva.
Poder participar de uma ocasião tranquila traz um frescor à alma, principalmente, em um lugar que outrora esteve em guerra, porém, agora é pacífico, ornado por uma natureza linda e verdejante e uma simplicidade cativante de cores vivas, uma experiência única e revigorante.
A este respeito, acredito que nossos pensamentos são semelhantes, quando o pouco pode ser muito, o simples ser fascinante e transformador, ainda que seja num momento tranquilo, sentado em um banco, admirando uma bela vista, sem nenhum tipo de incômodo.
Olhar muito sincero expressado numa arte simples e primorosa, que aparenta estar viva, demonstrando um coração intenso que está constantemente em guerra, que parece olhar de volta com um sentir verdadeiro, uma emoção que transborda, instigando vários pensamentos.
Só existe uma maneira de avançar nessa guerra pandemica, despolitizando a ciência e politizando a consciência!
Ser bom e justo num mundo corruptível é o mesmo que estar no meio de uma guerra sem munição. Tenhamos sabedoria suficiente para sair ileso.
