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A Psicanálise nasceu para ser uma profissão livre e laica segundo Freud, e não para ser feudo ou monopólio de alguém ou sociedade alguma. E, se algum dia isso vier acontecer, a partir daí a Psicanálise poderá ser qualquer coisa, menos Psicanálise.
O psicanalista se autoriza a clinicar quando se coloca na posição de sujeito, que além de fazer análise, caminha para além das descobertas freudianas e de seus dissidentes.
E se isso aí, no seu corpo, não for uma “doença do corpo” e sim, emocional? Não há, nas farmácias, nada que irá resolver! Infelizmente!
Há quem se compara aos outros para humilhá-los;
Há quem se compara aos outros para invejá-los;
Há quem não se compara com ninguém e apenas cresce.
A maturidade nos ensina que o erro pode se transformar em elemento de análise e, portanto, de crescimento.
Freud dizia que "somos capazes de nos defender de um ataque, mas jamais de um elogio."
Existem pessoas que chegam não sei de onde, vem através não sei do que, por onde, como, que com uma simples palavra mostra a alma inteira, o coração todo. Nessas horas ficamos indefesos...indefesos diante da sinceridade, diante da transparência, diante do afeto. Por isso amo os reflexos do meu espelho, os diferentes reflexos, que constituem um prisma divino de cores e formas...VOCÊS.
Deus abençõe a cada um./ God bless./ Salaam Aleikum.
Flávia Abib
Os Sonhos
Nosso cérebro se divide em dois grandes mundos, o do consciente e do subconsciente.
O mundo subconsciente, de onde proveem os sonhos, monta cenários, ações e personagens fictícios e aparentemente sem sentido, com base nas nossas percepções do mundo consciente.
Os sonhos são como um filme seccionado em frames, colados novamente em uma sequencia aleatória, e por isso aparentemente sem sentido, mas olhando frame a frame, eles revelam nossas percepções, medos, angústias e desejos de vida consciente.
Daí vem a vida, com sua incrível capacidade de ressignificar as coisas , mudando suas certezas e te deixando mais dependente de suas intervenções.
Na prática, você sempre será o que a compreensão alheia definir.
Somos menos a nossa “verdade” do que imaginamos.
Não se iluda!
