Tag filósofo

26 - 50 do total de 1327 com a tag filósofo

Meus olhos brilham como taças vazias vendo taças cheias tornarem-se vazias.

Ele era um sonhador, um pensador, um filósofo ou, como sua mulher o definiria, um idiota.

Douglas Adams
O restaurante no fim do universo. São Paulo: Arqueiro, 2010.

A juventude desorientada será infectada pelo vírus de envelhecimento rápido, para fins de seleção natural. Isso não é presságio, premonição, ciência, religião... É apenas, filosofia. Qual o antídoto, meus caros?

Deus se revela ao homem de duas maneiras. A primeira é de forma geral e é essa revelação que recebem os filósofos. A segunda maneira é uma revelação superior que nos leva à intuição do sobrenatural. A Teologia tem por base a segunda revelação. Na primeira revelação aparecem as verdades da razão, na segunda revelação aparecem as verdades da fé.

As crianças são os únicos filósofos valentes. E filósofos valentes são necessariamente crianças. E é exatamente assim, como as crianças, devemos sempre perguntar: e depois?

"incrível minha habilidade de começar o dia ruim, fazer ele ficar bom, e depois terminar ele de uma maneira pior que quando começou. Vou colocar isso no meu currículo."

Aposto que a vida tem alguma mensagem escodida super importante para toda a raça humana, eu só não me importo nem um pouco com ela.

Visão do Mundo

Olho para as arvores vejo amor
Olho para as aves vejo paixão
Olho para os cães vejo felicidade
Olho para os gatos vejo carinho
Olho para ser humano vejo dor
Vejo angustia
Vejo crueldade
Vejo pessoas que não sabem viver
Não tem amor ao próximo
Vejo seres que simplesmente são ocos por dentro.

O futuro, depende de hoje e até mesmo do amanhã, mas não podemos esquecer que o passado já está morto.

Mundo da Lua

Vivo no mundo da lua
Porque é o melhor lugar para se viver
É o melhor lugar para se conhecer
Para se entender

Um lugar que você só vive em harmonia
Sem nenhum tipo de conflitos
Só você e suas emoções
Como se tivesse acabado de entrar
Em seus sonhos mais profundo e desejados

No mundo da lua você vive em paz
Compreendi suas qualidades e seus defeitos
Compreendi que a vida é para ser vivida
Você abre os olhos e sente que estar no lugar
Que você realmente deveria estar

E quando alguém me fala que eu vivo no mundo da lua
Eu simplesmente abro um sorriso
Por que essa pessoa não sabe o quanto eu fico feliz
Em viver lá.

⁠"Se manter na verdade, mesmo que todos te considere um idiota."

⁠Obrigado ao constrangimento, 
Sou grato pelas humilhações; 
A difícil fase, face ao descontentamento, 
Cria e resolve as perseguições.  
E criará... 

⁠Sendo um bom colecionador, 
Daquilo que me desfavorece, 
Não promovo a preocupação, 
Ela ocupa a posição que merece.

⁠Eras de tradição se afunilaram entre as unhas, 
Acusaram mulheres sábias de reles feitiçaria, 
A idade era média, mas agiam como múmias, 
O populacho era adestrado pra fazer o que o rei queria. 

⁠O arrebalde devia pra ele, 
Estreou temas chocantes, 
Estreitou seus laços na máfia, 
Foi amante das boas amantes. 

⁠Antes Solo do que Mal Interpretado 

Inação é o sentimento que move nossos atos trágicos para conosco. 

Minamos a possibilidade de evolução em nós mesmos. Nossa capacidade não deve ser mensurável, mas é. 

Brindamos o despotismo sem nos dar conta, ao passo que bradamos nossa individualidade parcialmente residual. Viva o altruísmo pessoal !  

Indivíduos tão livres quanto uma formiga encurralada por um copo. E ficamos indignados por esta situação. 

Eu quero ter liberdade, mas para isso tenho que ter um salário, mas para tê-lo, preciso de um emprego, que para conseguir necessito de estudo, e só estudo se tiver tempo, que só é cultivado se eu tiver dinheiro para me manter no ócio criativo e enfim conquistar a liberdade temporal, mental, financeira, na qual possa exercer minha autonomia vital. 

Besteiras, bobagens, ressaca intelectual. Então posso me governar, mas percebo que a inquietude de meu corpo é viral, foi contraída de outros e para outros será transmitida, "transmentida" por muitos a fim de maquiá-la. 

Nós somos "Bugs", insetos parasitados (paracitados) batendo a cara na luz e ainda assim sem enxergá-la com clareza, sendo atraídos instintivamente, uma luz que não ilumina, mas cega. 
Desorienta todo aquele que a ela persegue.  

Preferível é a escuridão, não deixa sombra para dúvidas, simplesmente é a falta da luz, tudo fica calmo, quieto, porém imprevisível. Sem saber quando colidirá sua canela com uma mesa de centro no meio da sala. Parece que esta, tão pouco, é uma boa alternativa. 

Que bela época vivemos, rodeada de respostas formuladas conceitualmente. Tudo tem uma explicação, menos aquilo que realmente importa, mas nem sabemos o que é que realmente importa; o que faz a diferença é a insistência da igualdade.  

O que sei é que um Teórico não pratica o que diz, e um Prático não teoriza nada. Ambos são incompletos, por isso se completam ? Não. Quanta “#&*%@!” nós falamos; conotações sem nenhuma denotação é nisso que acredito.  

Não se limite a acertar, erre, os erros ampliam nossa percepção de mundo. 

Peque e veja que o arrependimento amarga e o perdão purifica.  

Não fuja da solidão, em algumas circunstâncias, ela é a chave para seu cadeado. E mentalize: Antes solo do que mal interpretado.   

⁠É precisa ter a capacidade de se viver aquilo que se lê, se absolve e não deixar todo conhecimento adquirido preso em lugares vazios dentro de si.  O que lemos e aprendemos deve ser nossa ação e em última instância, ao nos definir a partir do que lemos, termos nossa indentidade ligada ao conhecimento que expressamos como modo de vida.

⁠PARADOXOS DO MUNDO PÓS-MODERNO 1
Os miseráveis querem parecer ricos; 
Os insignificantes – inesquecíveis, mitos;
Os derrotados querem parecer vencedores;
Os maléficos – benfeitores;
As ilusões – verdadeiros amores...

⁠Trampando em lanchonete, 
Tramando contra o tédio, 
Trafegando na internet, 
Traficando seu assédio. 

⁠Perambulava sonâmbula   
Ao redor do quintal, 
Anulando seu sono, 
Insinuando abandono. 

⁠Sonolento não dormia, 
Expelia amônia. 
Dura resenha de um   
Sonâmbulo com insônia. 

⁠O Imperador Pirou   
(A vulnerabilidade do invulnerável) 

Em um Império remoto, 
Longe de qualquer progresso, 
Imperava um Imperador, 
Temido por seus excessos. 

Seus domínios extensos, 
Das pastagens à cordilheira, 
Não serviram de aperitivo, 
Ao cruzar com a borralheira. 

O ilustre se cativou 
Com aquele avental, 
Sua política interna 
Virou extrema liberal, 

Ao contemplar a lavadeira 
Numa tarefa eventual.  
Uau. 

Deu as costas à realeza 
E o galanteio virou papo, 
Seria ele e sua duquesa 
A Imperatriz do Farrapo. 

Nos registros do reinado 
Anotava-se um prefácio, 
A paixão de um sangue azul 
Pela empregada do palácio. 

O Imperador Pirou,  
Se fez de camponês, 
Um barril de rum bebeu,  
Rasgou seu manto em três, 

Se proclamou plebeu,  
Deixou de ser burguês, 
Não pensou no que perdeu,  
Só pensou no que não fez. 

Jamais se arrependeu  
E no final era uma vez... 

⁠Não cobiço carreira, 
Não cobiço estabilidade, 
Sou a ameaça sociopata, 
O risco perigosamente presente; 

⁠Se a cachaça não alterasse a perspectiva, 
Certamente garimparia a definitiva 
Identificação com a confissão 
De que este causador fora 
Outrora sóbrio. 

⁠Uma flauta e nada de   
Segurar ar nos pulmões. 
Solte forte a inspiração, 
Recomece a soprar,