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E se você descobrisse que suas ações estão lhe levando ao precipício? O que você pode fazer para não cair ? Mas não demore demais, talvez amanhã você não tenha tempo para evitar o pior!
"Nosso maior desafio é o de olharmos para nossos medos, falhas e decepções e todos os dias trabalharmos por sua superação, porque não é o que está no outro que me constrange, a parcela do outro que está em mim, essa sim é o que me incomoda e quase sempre me limita o evoluir."
Mesmo que outro falhe, se for apontar seus erros e equívocos, escolha apontar os dias e quando ocorreram.
De uma foto sorrindo à um RG cyberpunk. Distópico e anacrônico. Uma realidade paralela exacerbando falhas na Matrix. #perspicaz
Pedro
Cristo foi e é o mais perfeito entre todos nós, homens e mulheres. O que tenho a contar-lhes não me é motivo de orgulho, entretanto, foi necessário para que a palavra d’Ele se cumprisse. Eu sou um homem falho, e muito errei na caminhada com o Mestre, um dos casos que falarei foi horas após a ceia santa. No momento em que os soldados chegaram para levar Jesus, recordo-me estar perplexo com toda a situação, e com o calor da ocasião cometi um ato fervoroso e violento com um dos soldados. Contudo, Jesus interveio sobre o ocorrido e curou o ferido. Posteriormente, levaram Cristo para a casa do sumo sacerdote, eu O segui, porém à longa distância, e então realizei o ato mais covarde de minha vida, neguei a Cristo três vezes, cumprindo assim a palavra que Ele havia dito. De alguma forma, encontrei-me com Jesus, e quando Ele olhou em meus olhos, recordei-me do que Ele havia falado, então um profundo arrependimento tomou conta do mim e chorei amargamente. No entanto, alguma coisa havia naquele olhar, era um amor profundamente puro, uma compaixão suprema.
O motivo pelo qual ficamos tristes não é por ter falhado, mas acreditar que é fraco o suficiente para falhar...
Aprender com os próprios erros é admitir pra si mesmo que você possui suas falhas e por mais que tentamos ser perfeitos, as coisas se tornam contrárias.
"Fora do lugar, eu que sabia, em mim, alguma coisa tinha. Eu, de erros, era inimagináveis somas."
(19/03/2014)
Os acertos nos conduzem por caminhos que já conhecemos. Quando falhamos e entendemos a nossa falha, quando conseguimos a enxergar com clareza, nos deparamos com o novo, com o inexplorado e isso que nos permite transcender, evoluir! Isso é para os raros! Para quem é livre, não por fazer sempre o que quer, por que isso o transformaria em escravo dos seus próprios desejos, mas por fazer o que tem que ser feito!
Reconhecer um erro, perceber o quão pequeno podemos ser diante de um plano muito maior, nos eleva…
E nos coloca em uma posição especial… A de protagonistas, no palco da vida!
O homem em geral, tem a tendência natural de enxergar o erro alheio com uma lupa de aumento e ser míope em relação aos seus próprios erros.
Não preocupo-me com o que pensam a meu respeito, simplesmente porque o julgamento dos outros não condiz com quem eu realmente sou. São tantos defeitos e falhas que eu até admiro tanta imaginação. Eu só teria motivo para preocupar-me se percebesse que vêem em mim mais adjetivos e virtudes do que eu sou capaz de ver.
Quando a hipocrisia fala mais alto, a verdade se cala. Julgar unilateralmente é tapar os ouvidos para a pluralidade dos fatos e das pessoas. Que ironia é essa que nos leva a construir retóricas sobre a inferioridade alheia, enquanto nos recusamos a enxergar nossas próprias falhas? A vergonha deveria residir na ausência de empatia, não na diversidade de opiniões. Que possamos, então, cultivar a humildade para ouvir, entender e, quem sabe, aprender a enxergar além de nossas limitações.
Se até com nós mesmos, às vezes, ficamos decepcionados, imagine com os outros. Aprenda a separar o tolerável do não tolerável e valorize as pessoas com suas falhas, imperfeições e fraquezas. Não existe ninguém perfeito.
Quando tropeçamos nas nossas metas, é comum subestimar o valor do que almejamos para suavizar a decepção.
E essa atitude se amplifica ao observarmos alguém alcançando o que buscávamos, muitas vezes menosprezamos a conquista do outro para amenizar nossa sensação de fracasso.
O final de ano é o momento de identificar erros e acertos, não de procurar culpados pelas nossas próprias falhas.
