Tag escritores
Temos a liberdade de falar, mas não o direito de ferir com palavras, elas também machucam e pode causar terríveis feridas.
Inspiração vem à mente,
anoto tudo para não esquecer.
Quando estou inspirada
eu sou uma máquina de escrever.
Há aspirantes a escritores que se julgam tão superiores que não aceitam, de maneira nenhuma, ser corrigidos gramaticalmente.
Às vezes ou com frequência eu cometo nos meus textos o erro de concordância verbal. É algo ainda a acertar na minha (ainda jovem) escrita. Sete anos. Escrevo desde 2013.
Não prometo, nem garanto nada para não decepcionar ninguém. Não sei se um dia eu atinjo a perfeição nesse quesito.
Eu não consigo escrever de modo forçado, sob pressão e a curto prazo.
Bato palmas para as pessoas que conseguem.
E se a vida for feita de sonhos
Eu não quero acordar
Que lágrimas não saiam dos meus olhos
E nada apague a magia do meu olhar!
Tenho em mim
Todos os meus sonhos guardados
E fico aqui parada assim
À espera de os ver realizados?
Ou vou à luta
Caminhando por essa estrada fora
Tento gritar mas a voz não sai
Se calhar ainda não chegou a minha hora
De gritar liberdade
De ver os meus sonhos ganharem vida
E transformarem-se verdade!
Escrever é como tomar café: uma bela dose de palavras, duas gotas de criatividade e um bom ambiente para desfrutar.
Lembre-se de inspirar pessoas a escreverem histórias, pois só elas podem transformar o hoje de alguém.
O que os escritores iniciantes precisam é de leitores. Não de amizade com outros escritores também em estágio inicial de carreira.
Se os escritores iniciantes parassem de buscar amizade com outros escritores tão iniciantes quanto eles, que sabem tanto quanto eles sabem a cerca do mercado editorial e literário, seriam mais produtivos em sua escrita e estariam evitando grandes problemas no caminho rumo aos seus objetivos.
Como escritora, isso era o que eu deveria ter feito desde o princípio, quando comecei a escrever e me inseri no meio literário, e é uma pena que eu tenha levado sete anos para perceber isso, mas é o que eu estou fazendo agora!
Me afastando da amizade com outros (sobretudo novos) escritores e buscando (apenas) potenciais leitores! Odeio panelinhas! Por isso eu sou e serei sempre sozinha, singular, dentro desse meio! Posso fazer contatos e conexões, mas sem me apegar, nem criar laços afetivos. Respeito, sim, claro. Mas afetividade nesse meio não dá, não existe. Há escritores que parecem bichos selvagens, tentando competir por um lugar e posição que inexistem. Tenho amigos, mas fora do meio literário. Ninguém que me veja como inimiga, que queira competir ou que pense que eu estou competindo com algum outro escritor.
Amizade com outros escritores, portanto, não é (mais) o que eu estou procurando. Estou me desfazendo de muitas, da maioria, aliás!
Arrogância?
Talvez!
Isso é apenas um desabafo de alguém que uma vez ao encontrar um obstáculo desses em seu caminho, tropeçou, caiu, quebrou a cara, aprendeu uma grande lição... e sabe o que está dizendo!
É apenas uma precaução sobre amizades que podem acabar virando inimizades.
Se o escritor for Cristão, ele tem a opção de orar nos momentos de bloqueio criativo ou quando lhe falta inspiração para seguir escrevendo quando tem vontade. E Deus ajuda. Ele me ajudou nesse sentido, após eu ter pedido inspiração em oração para escrever e assim eu consegui terminar o meu primeiro livro.
É uma vantagem. Nós, escritores Cristãos, estamos a salvo.
O ambiente que você vive, nunca determinará quem você será no futuro, mas suas decisões sim.
jaciel Santos
Nunca pare no primeiro obstáculo, e nunca esqueça que para se vencer na vida, temos que passar por vários degraus parra chegar ao pódio do sucesso.
Ninguém precisa saber do seu sofrimento, mas quando chegar o momento da vitória, compartilhe com o mundo inteiro.
Escritores sofisticados preferem contar suas histórias de trás para diante ou aos saltos, indo e voltando. Uns mais arrojados escrevem até mesmo livros que não têm nem história nem personagens. Mas sou jornalista de profissão e, como todos do meu ofício, pratico o texto claro, legível e cronológico.
Convivendo no meio literário, um dia eu topei com uma escritora que, quando tinha bloqueios criativos, costumava logo buscar um culpado e colocava a culpa de estar assim nas pessoas com quem convivia e conversava no momento. Fosse quem fosse. Desde amigos, novos ou velhos, inimigos e até familiares. Sem dó, nem piedade! Uma loucura! Até eu saí como culpada um dia!
O meio literário não é brincadeira, não; cruzamos com cada louco/a!... Mas também com gente muito "sã" e "sadia", de mente muito "sã" (mas que parece "sofrer" de síndrome de Münchausen, ao mesmo tempo em que parece esconder-se atrás das próprias doenças e usá-las, sempre se vitimizando no fim, sempre saindo e ficando como a vítima da história, para conseguir algo ou chegar a algum lugar!) que não aceita de boa vontade assumir os seus erros e sai culpando os próximos...
Espero sinceramente que aquela escritora com quem um dia topei tenha mudado esse jeito com o qual costumava agir!
