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A inclusão social nas escolas é uma demanda que requer investimentos e ações específicas por parte do Governo Federal e da sociedade. Cerca de 10% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. Diante desse cenário, percebemos a importância de políticas de incentivo e do apoio da sociedade em geral.
A inclusão é o clamor dos socialmente excluídos; é a luta dos indivíduos com deficiência por seus direitos. Contextualizando, a inclusão surgiu como meio de promover uma melhor qualidade de vida para os cidadãos sem deficiência (com o objetivo de eliminar práticas segregacionistas e ideias preconcebidas), e principalmente para aqueles com deficiência. A partir desse princípio, percebemos a importância do trabalho de inclusão dos menos favorecidos. No entanto, ao abordar especificamente a inclusão social nas escolas, destaco a problemática do sistema de inclusão/exclusão nas instituições educacionais, visando à reflexão para alertar sobre a necessidade de uma atenção social mais ampla na construção de uma sociedade justa que promova ambientes inclusivos para os alunos com deficiências, garantindo seus direitos de cidadania e educação.
A inclusão é um dos grandes desafios da educação no Brasil. Desafio é uma palavra que engloba superação, conquistas, embates e combates. No contexto educacional, podemos dizer que a inclusão social nas escolas é um grande desafio que precisa ser enfrentado pelos educadores em suas diversas áreas. Se realmente enfrentado, esse desafio resultará em melhorias educacionais e combaterá a exclusão de nossos alunos com necessidades especiais, como deficiências auditivas, visuais, físicas, entre outras.
Cabe a nós, cidadãos, mudarmos o triste cenário em que se encontram nossos jovens e formarmos uma sociedade de leitores apaixonados por livros. Espero que nos empenhemos um pouco mais pelo futuro de nossas gerações, mudando a triste realidade atual e propondo um melhor incentivo à leitura.
Acredito que todo livreiro, professor, profissional das letras e até mesmo os mais sensíveis aos danos culturais que nosso país vem sofrendo ao longo do tempo percebem o quão baixo está o interesse de nossos jovens pelos livros.
Quanto ao índice de leitura em nosso país, certa vez ouvi de um repórter que no Brasil não se produzem livros "demais", mas sim temos leitores de menos!
Nasci em Manaus, uma cidade que abriga um grande polo industrial que parece não se importar com a cultura do estado do Amazonas. Se os ditos empresários tivessem suas raízes em terras amazônicas, talvez demonstrassem mais sensibilidade para com nosso povo.
Empresas eficientemente energéticas procuram otimizar o uso de fontes de energia em prol de uma menor quantidade de energia fornecida para a mesma quantidade de valor energético. Em outras palavras, é reduzir a quantidade sem impactar na qualidade. Acontecimentos como a recessão do país têm sido como um estímulo para pensarmos em eficiência energética. O país está em um momento delicado e não podemos nos dar ao luxo de continuarmos gastando acima do que temos produzido.
Algumas empresas têm frisado a importância da redução de custos, da economia e dos gastos desnecessários. Como é notório, o cenário econômico do país está desafiador. E se o cenário está desafiador, nada melhor do que ampliarmos a eficiência energética para superarmos este tempo buliçoso para o Brasil.
Todos nós precisamos tomar a dose da vacina contra a proliferação do ódio e da mentira que atacam as escolas, a educação. Pessoas vacinadas com essa dose não apoiam os aloprados que tentam manchar, denegrir a imagem da política pública que gera esperanças, boas perspectivas, sonhos e dignidade.
Se não tem certeza do que expõem e não tem a intenção de atacar, evite divulgar mentiras, não contribua com o ódio de pessoas ruins.
Notícias que existem escolas sendo roubadas em suas verbas do PDDE e PTRF não será divulgado pela mídia tradicional, pois, seus acordos políticos/econômicos quanto ao poder dos interesses ideológicos impedem o jornalismo isento e sério.
28/01/2025
a criança não vai à escola para aprender, para confirmar sua crenças, a escola como caixa de ressonâncias das crenças e preconceitos dos pais, não como um espaço de aprendizado e expansão do conhecimento prévio da criança.
Que a partir de segunda-feira as estátuas comecem a ser derrubadas, e não mais ocupem os pátios escolares, os presídios , e todo e qualquer espaço que cultue a Cleptocracia.
As escolas no Brasil inteiro deveriam ter uma matéria, isso deveria ser obrigatório, pra aprender a lidar com rede social.
“As aulas de religião, no futuro, serão trocadas por aulas de como desconstruir a sua masculinidade ‘tóxica’ usando-se dos artifícios Liberais e feministas, na verdade, já o foram.”
O formato que todas as escolas dominicais deveriam adotar é aquele em que os seus alunos têm o direito de perguntar para aprender a viver bem com Deus e o próximo.
Escolas públicas que educam seus alunos a respeitarem seus pais e professores administram bons relacionamentos, deixam excelentes legados e abrem portas para grandes oportunidades.
O trabalho infantil é crime, mas a ociosidade sem as políticas públicas ocupacionais efetivas para a educação é a mais dura perversidade cometida pela sociedade amoral diante do falso argumento e justificativas do social e da legalidade.
Na contemporaneidade educacional de todos estados soberanos creio no avanço mundial de uma pedagogia integral para a formação de seres livres, cívico-cidadãos, sociais participativos, comprometidos com seus diferentes arbítrios e galgando em plenitude diferentemente o melhor em suas originais vocações existenciais.
Educação e Cultura bio-integral para todo o ser humano em todas as sociedades do mundo livre para o século XXI. Sendo assim escolas altos muros, com trancas, portas fechadas, cadeados, janelas com grades não me servem. Devem ser lugares livres, muita área verde, fontes de água circulante, o tempo como paisagem e ambiente. Pois de cada escola aberta que vai sair o novo homem e a nova mulher do amanhã comprometido com a vida e o respeito e a feliz convivência com as diferenças que sempre existiram.
A arte plastica e visual não é e nunca será uma plataforma para amadores. Mesmo os que vivem amando arte e lendo algo sobre o assunto, aconselho nos finais de semana ficarem fazendo seus quadrinhos bonitinhos e bem coloridinhos.
A base da verdadeira educação é estabelecer conhecimentos sobre parâmetros de autoridades, uso e limites. Sem estas bases originais de aprendizado não existe formação didática alguma, a pedagogia se perde e passa a ser, só o espalhar de ideias sem aplicação, desenvolvimento e direção.
