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Nossa altura real não se mede pela distância entre a cabeça e o chão, mas sim pela elevação da nossa consciência. É do chão ao coração que encontramos nossa verdadeira grandeza.
Uma volta em meio de escolhas
Quantas e quantas vezes andamos por este mundo a fora em busca das respostas e nem sempre encontramos o que queremos nos caminhos escolhidos? Somos seriamente cercados sempre por duas opções e uma escolha. Não conseguimos escolher o ‘virar a esquerda e no mesmo tempo ´virar a direita’, também não conseguimos ‘parar e no mesmo tempo continuar’, nossas vidas são movidas por escolhas e caminhos e, e caso você queira entrar nesta viagem, deverá seriamente obter uma bússola para não ficar perdido em tantas escolhas que deverá fazer.
Desde crianças estamos acostumados a escolher: desde o time que devo jogar ou quem vou escolher para o meu time. Porém nem sempre iremos contar com a sorte de uma criança que ainda tem a opção de tirar o “impar e o par” para ver quem deverá dar o primeiro passo e sair correndo, como em uma brincadeira de ‘gato mia’. Talvez você nem tenha noção do que tal brincadeira é por causa de uma escolha que faz há tempos atrás.
As escolhas nos fazem andar por vários caminhos e mesmo assim, torna-se prisioneiro do tempo. O que é mais engraçado de todas as escolhas que você já fez é a opinião alheia, com as frases e descrição padrão. Talvez se você não escolhesse se relacionar com aquele outro alguém, não estaria tendo esta vida monótona ou de repente se escolhesse em continuar trabalhando naquele outro serviço estaria melhor de vida. A pergunta é: quem nos garante? Quem nos da respostas? E se estivesse pior que estou?
Durante um tempo você irá aprender que toda a fase que você vivencia em sua vida, realmente teria que ter passado por ela, seja ela qual for e por pior que seja sempre deverá estar de cabeça erguida. São seus próprios caminhos e escolhas, isso não dependerá do Siclano e nem do Fulano para te ajudar a escolher seus ‘planos de vida’, escolher seus caminhos não é fácil e, aposto com você, enquanto você estiver vivo não saberá qual o caminho a seguir, estará meio confuso consigo mesmo, dizendo: Será que fiz a escolha certa? É como se você soubesse das respostas de todas as escolhas, mas mesmo assim você pretendeu escolher o mesmo caminho ou aquele lá, lembra?
Considere-se um corajoso por já saber escolher o que pretende e viver o que já se vive, por mais que esteja passando por estes momentos, acredite: Tudo passa! Até uma cólica menstrual de uma mulher tem seu tempo. Por mais dolorosa e estressante que for, sempre vai passar. Vá viver a sua vida independente em que caminho escolher ou qual você está, escolha o que te faz bem, isso sim é o primordial. Pense em você no hoje, pois o amanhã não chegue. Não se culpe pelas conseqüências das suas escolhas, será apenas aprendizado.
Em qualquer um dos caminhos que escolher irá sofrer, ficar alegre, ter família ou não, chorar, perderá alguém que tanto ama, irá conquistar um novo alguém, terá filhos ou não, entre tantas e tantas coisas que só vivendo este seu caminho ‘incerto’ do hoje para aprender, mas... apenas viva, escolha o caminho que te faz bem independente das perdas e dor que poderá ocorrer, simplesmente viva!
No meio do nada, também podemos encontrar tudo. É por isso que, no vasto silêncio do deserto, frequentemente encontramos a plenitude da reflexão e redescobrimos coisas inesperadas.
A consciência habita nos espaços vazios, pois é nesses momentos de quietude que encontramos clareza e reflexão.
Na competição buscamos superar limites ilusórios, mas é na criação que encontramos a verdadeira inspiração e realização.
No ontem, aprendemos; no amanhã, encontramos esperança, mas é no hoje que temos o poder de transformar nossa história.
Enquanto algumas pessoas se acham, muitos estão perdidos, e, nesse meio, uns poucos se reencontram. A humildade é um aspecto que difere tanto do exibicionismo quanto da humilhação. Ao longo da vida, em uma busca contínua pela verdade, percebemos que não nos encontramos, mas, sim, somos encontrados pelos insights que nós mesmos criamos, moldando assim o nosso futuro eu. Este é o despertar de si mesmo é o que chamamos verdadeira eureka.
O verdadeiro amor é aquele que não precisa ser visto, mas experimentado. Nele, a vida se sustenta, e é através dele que encontramos o verdadeiro sentido de existir.
Entre o Dever e o Poder, qual das práticas estamos mais empenhados?
Deveríamos aplicar em situação primordial nossos deveres, uma vez que poderes se dissipam, quando somos destituídos de algum cargo.
Quando nos reencontramos e encontramos a pessoa certa, economizamos não apenas dinheiro, energia e tempo, mas também desfrutamos de uma vida repleta de alegria e realização.
Quando encontramos a derradeira realidade,encontramos o final de todas as coisas
Porque não precisaríamos procurar mais nada!
