Tag empatia

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⁠ A sabedoria de um líder vem da capacidade de entender e agir pelas necessidades de todos.

Inserida por JonesDonizette

⁠Um líder que conheceu a miséria sabe que cada pequena melhoria pode ser a grande chance de alguém.

Inserida por JonesDonizette

⁠Quem já sentiu fome luta para que ninguém mais a sinta.

Inserida por JonesDonizette

⁠ Liderar com empatia é o primeiro passo para governar com eficácia.

Inserida por JonesDonizette

Conexão autêntica transforma intenção em movimento. Você sente a força do seu time?

Inserida por AfonsoSouza

⁠O Encontro no Ônibus 

Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.

Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.

Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.

Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.

Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.

Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...

Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.

— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.

Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.

Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.

— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
 — Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.

Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.

Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.

Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.

Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.

Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.

No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.

E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.

Inserida por DanielAvancini

⁠Não há uma data de validade para precisar de ajuda, para precisar das pessoas. Não se chega a uma certa idade e daí acaba.

Inserida por pensador

⁠Quando o que sentimos é sentido, aí começa o sentido da coisa. É preciso ser os outros.

Inserida por Pedrosangue082

⁠Se parar pra ver, todo mundo daria uma bela história de se ler. Assim, teríamos empatia e sensibilidade para perceber que cada um tem uma história de vida.
Alguns são eternizados em versos e poemas, outros viram personagens de livro. A maior parte de nós passa por aqui despercebido, depois de quem sabe, ter vivido capítulos extraordinários que ninguém nunca se interessou em ler.

Inserida por Jossana_Rocha

⁠Não há mérito algum em ter empatia só com quem você ama, a verdadeira empatia não é seletiva, ela abrange a todos, inclusive quem você não gosta.

Inserida por ednafrigato

⁠Seja humano enquanto você é humano.

Inserida por juarezosmota

⁠Force-me a ser empático e você estará me forçando a ser hipócrita.

Inserida por DamVob

⁠ Há quem se preocupe muito com o meio ambiente, mas pouco com o ambiente do meio. 

Inserida por osvaldojose

⁠Ouvir o outro é sempre mais difícil...
Só sabemos falar de nós mesmos.

Queremos que todos saibam o antídoto para as nossas dores, mas quando é a nossa vez de ser a cura, já estamos exaustos demais para carregar, também, o fardo do outro.

Sem empatia nós não temos consciência nem mesmo da nossa própria dor; deixamos derramar só para não sobrecarregar, mas já estamos vazios. 

Inserida por CarlaRamires

⁠Faça do seu próprio ego seu inimigo, e então você não terá inimigo algum. 

Inserida por bw_delight

⁠EMPATIA 

E xiste 

M esmo 

P ossibilidade?

A lguém 

T eria 

I sso 

A gora?

Don Tiago da Rocha Sales Piauhy - São Paulo, Sp, 1/04/2019

Inserida por dontiagomaior

⁠Prefiro receber mensagens e abraços falsos neste momento,  do que estar convivendo com pessoas próximas que nem foram capazes de fazer isso. 

Inserida por PatriciaCassEickhoff

⁠O ato de empatia ao próximo, é um dos mais nobres a ser cultivado.

Inserida por ThaisBento

"⁠Para mim a sensibilidade tem o poder de fortalecer e transformar as nossas relações e também tudo a nossa volta"

Inserida por DanielaSuniga

⁠Um profissional que demonstra empatia consegue, de forma hábil, ler a lin-
guagem corporal de seus colegas, o que inclui observar seu tom de voz, as expres-
sões faciais e o olhar, analisando, sobretudo, os sentimentos por trás das palavras.

Inserida por Frasesdelivroscorpor

Julgar é uma forma de não querer ouvir o outro. Temos sempre algo a falar, mas pouco tempo para ouvir. Que eu me livre da necessidade de sempre ter algo a falar e a julgar. É essa a liberdade que busco.

Inserida por felippepimenta

⁠AÇÚCAR

Sempre quis ir pra fora da curva;
Deve ser querer aparecer.

Eu roteio essa órbita,

Eu não quero falar sobre empatia na internet - eu quero ajudar a menina com as malas.
Eu não quero apontar caráter - Eu quero ser coerente.
Eu não quero sorrir nas fotos - Eu quero sorrir pro gari, pras crianças, pros cachorros, pro meu chefe, pra quem precisa e pra quem não precisa.
Noutro dia um moço sentado no chão com um cobertor retalhado gritava no morno da calçada paulistana: "- Hoje é dia 2???? É dia 2???"
Eu quero parar, olhar ele nos olhos e dizer: "- Mas eita, JÁ? Não é 1, não? Nossa senhora, moço. Já é dois, mesmo."
Assim foi, assim é, assim será.

Eu desenho por fora das bordas,

Eu quero entender o porquê de vocês gostarem tanto dessa música.
Ouve essa aqui também.

Eu pego o caminho detrás,

Eu quero admirar minhas amigas; tão inteligentes... e quero que conheçam um pouco da minha sensibilidade.

Eu ligo os pontos do avesso,

Tenho sido linchada, demitida, excluída, vexada e abandonada. Tudo por chorar demais. As pessoas não sabem como se sentir a meu respeito - parece que me amam, me odeiam, tudo junto.
Pode ser que eu sou metade amável, metade odiável, mesmo - ou pode ser esse movimento.
Odioso que eu faço.
Gracioso.
Infindável, inerte ou cansativo.

Eu começo pelo fim,

A gente poder surfar nas afetividades sem o ódio do movimento;

Eu como o doce antes,

Eu tô tentando mexer o açúcar que tá no fundo.

Ajuda aí.
Vi Cianci 

Inserida por ViCianci

⁠A verdadeira empatia é ver o mundo do outro utilizando-se, para tal, dos olhos dele e não dos seus.

Inserida por cassiorossi

"⁠Todo conservador se diz cristão, crente em Deus e moralista, mas não pratica a empatia nem tem compaixão pelos mais pobres."

Inserida por Wyrgho

⁠Eu sempre torço pelas pessoas mesmo sabendo que muitas delas não torcem por mim. Porque aprendi que cada um só dá aquilo que tem no coração.

Inserida por felippepimenta