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Ser emotivo(a) e emocionalmente vulnerável não é o que os "acéfalos" ignorantes de sensibilidade denominam de “mimimi”. É uma expressão autêntica de sentimentos e emoções. Essas pessoas têm a capacidade de se conectar profundamente com os outros e experimentar o mundo de maneira intensa. A vulnerabilidade emocional, quando entendida e respeitada, pode ser uma grande força - permitindo empatia, compreensão e autenticidade. É importante respeitar e validar as emoções das pessoas, pois cada um de nós tem uma maneira única de experimentar e expressar nossos sentimentos.
Acordou em solo seguro, família protegida e pertences livres de inundações?
Agradeça!
E estenda as mãos os que não estão em iguais condições.
O momento é de empatia, contribuição.
Assim nos fortalecemos em união e oração.
Insta: @elidajeronimo
A pior coisa não é ser traído, a pior coisa é ser traído e não haver nenhum remorso. Quando questionado a alguém que não sente o mínimo de amor por você, a culpa será sua, sempre sua. Pessoas covardes tendem a botar a culpa em outras pessoas para justificarem seus próprios erros, e mesmo assim não sentir nada.
O seu único erro é aceitar isso. É difícil, mas seguir em frente é mais fácil que chorar todas as noites e não ser consolada por quem mente que te ama.
Empatia. Colocar-se no lugar dos outros foi algo que aprendi só depois de me desviar do meu caminho.
Eu sei que é complicado e a imagem atual não é das melhores, mas se você está aqui por sua vontade, então vou estar aqui com você até que decida ficar ou seguir seu caminho.
Há pouco me deparei com uma situação. Sou advogada e hoje fui escalada para a triagem, juntamente com um nobre colega de profissão. O fato foi o seguinte:
Um homem chegou ao local e, grosseiramente, esmurrou a porta de vidro, dizendo, em alto tom, que desejava que sua esposa fosse atendida logo. Inicialmente, logo pensamos: "Que sujeito mal-educado!" E solicitamos que aguardasse, pois sua esposa seria atendida no momento correto, já que sua senha era a de número 8 e ainda estávamos atendendo o cliente de senha número 1.
Enfim, chegou o momento da esposa do homem grosseirão ser atendida. Seu semblante era triste. Procurava os papéis que solicitamos, em meio a diversas sacolas e uma bolsa, e não os encontrava. Parecia confusa. Quando, aleatoriamente, comentou que seu filho havia morrido há cerca de 2 meses em um trágico acidente de moto. Seus olhos avermelhados seguravam lágrimas com as quais lutava para que não caíssem e molhassem sua face.
Naquele momento, lembrei-me de uma frase dita por Augusto Cury:
"Por detrás de uma pessoa que fere há sempre uma pessoa ferida. Ninguém agride os outros sem primeiro se autoagredir. Ninguém faz os outros infelizes, se primeiro não for infeliz."
E, nesse momento, meu coração se encheu de empatia e compaixão por aquele homem grosseirão, que, certamente, possuia o coração ferido.
Minha lição do dia foi essa. Não revide grosserias! Principalmente de pessoas com as quais você não possui convívio. Essa pessoa, provavelmente, está enfrentando uma luta e pode estar extremamente ferida. Seja gentil e a vida lhe retribuirá!
Que sabe você de minha maior limitação ou problema? Ou de meu dilema? De minha constante e as vezes boba felicidade? O que entende você de mim, de verdade?
Não adianta você querer criar esse tipo de empatia comigo, porque não vai funcionar. Prefiro que minta dizendo: desculpe, mas estou muito ocupado, não consigo te escutar. Amanhã quem sabe a gente se encontre naquela mesma hora, mundo afora, sem demora, em qualquer lugar?
Nunca diga o quanto dói uma dor que não é sua, independentemente da sua interpretação sobre a causa ou o sofrimento. A dor é subjetiva, carregada de significados únicos que, muitas vezes, nem mesmo quem a vive consegue compreender completamente.
A Vida é generosa com quem compartilha a generosidade.
"Peça à Vida, e ela te atenderá. Mas antes, peça que a Vida dê o mesmo às outras pessoas." Essa frase carrega em si uma sabedoria profunda sobre a relação entre o que desejamos e o que oferecemos ao mundo. Não se trata apenas de palavras bonitas, mas de um princípio universal que permeia as leis da reciprocidade e da energia.
Muitas vezes, estamos tão focados em nossas próprias necessidades, dores e anseios que nos esquecemos de olhar ao redor e perceber que outros também trilham caminhos difíceis. Ao pedir algo para nós mesmos, seja saúde, felicidade, amor ou prosperidade, temos a oportunidade de expandir nossa consciência ao incluir o bem-estar dos outros em nossas intenções.
Essa prática não apenas nos conecta ao próximo, mas também eleva a energia do nosso pedido, pois demonstramos altruísmo e empatia.
A energia do desejo compartilhado:
A Vida, ou o Universo, responde às nossas intenções. Quando pedimos algo de coração aberto e com sinceridade, é como se lançássemos uma pedra em um lago: as ondas geradas se espalham, tocando tudo ao redor. Agora imagine que antes de lançar sua pedra, você tenha o cuidado de desejar que essas ondas também alcancem outras pessoas. Esse gesto cria uma vibração ainda mais forte, porque você não está apenas pedindo para si, mas está criando um movimento de generosidade.
Esse princípio encontra eco em várias tradições espirituais. Por exemplo, no cristianismo, há o ensinamento "ame ao próximo como a si mesmo". No budismo, encontramos a prática de Metta, ou amor-bondade, que envolve desejar felicidade e bem-estar a todos os seres. Essas práticas nos ensinam que, ao desejarmos o bem para os outros, nos tornamos canais de bondade e, consequentemente, também somos beneficiados.
O poder do altruísmo no pedir:
Muitas pessoas interpretam o ato de pedir como algo egoísta ou centrado em si mesmas. Contudo, ao incluir o desejo pelo bem-estar dos outros, transformamos nosso pedido em uma oração universal, em um movimento de amor coletivo. Esse gesto nos tira da perspectiva limitada do "eu" e nos insere na perspectiva mais ampla do "nós". E a verdade é que a Vida responde melhor àqueles que sabem compartilhar.
Quando você pede algo para os outros, como saúde, paz ou alegria, está declarando ao Universo que acredita na abundância. Está afirmando que há o suficiente para todos e que você confia que, ao ajudar os outros a receberem o que precisam, você também será contemplado. Essa confiança na generosidade da Vida gera um ciclo positivo que beneficia a todos.
A prática no cotidiano:
Mas como trazer esse ensinamento para o dia a dia? Eis algumas formas práticas:
. Inclua os outros em suas orações e intenções. Sempre que fizer um pedido, acrescente: "Que este mesmo bem chegue também àqueles que necessitam."
. Aja com generosidade: o ato de desejar o bem aos outros pode ser complementado com ações concretas. Ajude alguém, ofereça uma palavra amiga ou compartilhe o que você tem de melhor.
. Pratique a gratidão: agradeça pelo que você já tem e pelo que os outros já receberam. Isso fortalece a energia de abundância.
. Confie no fluxo da Vida: entenda que, ao dar, você nunca perde. Pelo contrário, você se conecta a uma fonte inesgotável de bênçãos.
É um ciclo de amor e abundância:
"Peça à Vida, e ela te atenderá. Mas antes, peça que a Vida dê o mesmo às outras pessoas" nos lembra que a verdadeira riqueza não está apenas no que recebemos, mas também no que compartilhamos. Ao cultivar essa atitude de generosidade, nos tornamos cocriadores de um mundo mais harmonioso, onde o bem-estar de todos é tão importante quanto o nosso. E, no final das contas, é nesse movimento de dar e receber que encontramos a plenitude que tanto buscamos.
O sentimento verdadeiro de amor ou de amizade,
Demonstra afeto, empatia, sintonia e dedicação...
No entanto, não existe sinceridade de verdade,
Quando se descobre a traição, mais uma falsa ilusão...
As pessoas são movidas por suas motivações.
Se importar ou ter empatia é a forma mais clara de perceber que alguém despertou sua consciência e entendeu que a ausência de bondade é uma escolha.
Portanto, permita que as pessoas sejam elas e enxergue suas motivações, pois nunca existiu uma árvore boa que desse frutos ruins, assim como árvores ruins que dessem bons frutos.
Uma vez, uma colega me disse que era impossível ter empatia. Segundo ela, a definição em si era impraticável: “colocar-se no lugar do outro”. Afinal, como seria possível sentir exatamente a dor do outro?
Fiquei pensando por alguns minutos e respondi: “Eu gostaria que as pessoas tivessem empatia quando precisei. Talvez não sentir a minha dor, mas demonstrar empatia suficiente para não apontar, não julgar, acolher e respeitar.”
Já passei por muitas coisas. Lembro que, em um momento da minha vida, até julguei a dor da minha irmã. Achava que era “drama”. Mas, se era ou não, o que realmente importava era acolher. Ela só queria ser ouvida. Aprendi isso quando perdi meu pai e me vi sozinha, lutando para dar dignidade à minha família e tentando esconder minha dor em saídas noturnas.
Naquele período, me senti completamente só. Quando a turbulência passou, finalmente consegui viver o luto pela perda dele. Mas, mesmo assim, ouvia coisas como: “Nossa, mas já faz tempo, por que você ainda está sofrendo?” Essas palavras me afundavam ainda mais, porque eu não tinha me curado e nem conseguia entender meus próprios sentimentos. Foi um tempo difícil, mas eu sobrevivi.
E aqui estou eu, tentando conscientizar as pessoas ao meu redor. Não quero ser amiga de todos; só não quero ser alguém que machuca. Quero ser alguém que acolhe. Já conheci pessoas que desistiram da vida e outras que estavam ao redor, completamente perdidas. Se eu puder ser luz na vida de alguém, serei. E, se outras pessoas não entenderem isso, tudo bem. Escolhi ser assim.
Não sou perfeita. Tenho erros e defeitos, mas sou humana. E todos nós somos. Antes de ser pai, irmã ou amigo, cada pessoa é humana e precisa ser acolhida, tratada com gentileza. Não sabemos as dores nem os processos que o outro está enfrentando.
Mesmo diante de arrogância, escolherei ser gentil. Algumas pessoas podem não merecer, mas vou tentar, porque é isso que quero ser.
Em 2025, trabalharei para ser a minha melhor versão. E assim será nos anos seguintes. Que o Criador deste Universo me permita continuar nesse caminho e esteja sempre ao meu lado. Amém!
Algumas pessoas me fazem mal...
Olá amigos,
Creio que você já deva ter pensado assim, conforme o título do texto, remetendo a culpa à alguém sobre as situações que você passa e que lhe incomoda.
Não é difícil isso acontecer na realidade, não é mesmo?
Seja um Patrão grosseiro, um colega inconveniente, um parceiro tóxico, um filho rebelde, um Pai frio...
São tantas as personalidades que nos afetam afinal...
E não há outro jeito, a não ser atribuir a elas o mal que nos fazem, certo?
Ou será que talvez estejamos sendo irresponsáveis quanto a esta acusação?
Vejamos...
De fato existem pessoas difíceis, e quando se aproximam, nosso desejo é fugir, nos esconder, ou se possível fosse, apertar um botãozinho e desaparecer.
Mas na realidade, sabemos que não é bem assim, ou seja, muitas vezes são pessoas que não podemos nos desviar, e vou lhe contar... isso no fundo é até bom que ocorra, e veremos o por que isso é bom neste pequeno estudo... vamos em frente...
Nós acreditamos que nos conhecemos profundamente, porém sabemos que muitas vezes não entendemos a nós mesmos, devido a duvidas que geramos: Por que eu agi desta ou daquela forma? Nossas reações podem inclusive nos fazer repensar sobre a forma que agimos, trazendo às vezes, arrependimento ou até culpa em algumas ocasiões. Mas isso é normal, pois embora falamos abertamente em como somos, como agimos, como pensamos, na realidade, sem entender nossa construção, dificilmente saberemos o suficiente sobre nós mesmos, portanto, imagine sobre os outros.
A construção do nosso eu, da nossa personalidade, vem se moldando desde nosso nascimento, através de tudo aquilo vemos, sentimos, ouvimos, e desta forma nos deparamos com o conhecer, não necessariamente saber, mas conhecer e observar os desdobramentos causais de cada feito, e dentro deste processo, podemos e somos levados ao saber, de forma gradual, entre erros e acertos, e assim chegamos ao nosso ápice, embora possamos sempre buscar e saber mais.
Da mesma maneira ocorre com todos os demais, e a questão é? Quanto "sabemos" sobre o outro? Se ele conhece, ou sabe? se aquilo que julgamos que a pessoa apenas "conhece" é de fato menor do que imaginamos que sabemos, ou somos nós os conhecedores e não estamos identificando o saber do próximo de forma justa?
Simplificando, não há de fato como sabermos, mas podemos sempre tentar compreender o outro de uma forma mais justa, ou seja, entendendo que cada um de nós, conhecemos e sabemos apenas aquilo com o que nos deparamos, e além disso, todos somos limitados em muitas áreas, porém humanamente falando, temos a tendência de terceirizar no outro a culpa por não entender a clareza do mundo, como nós mesmos o vemos... até porque esta clareza é nossa, e isso é muita injustiça com o outro!
Então, pessoas que nos fazem mal, podem agir desta forma apenas por estarem em um momento diferente do nosso, em conhecimento ou sabedoria que como dito não serão fáceis de identificar, mas que poderemos inverter os polos e buscar aprender com a forma de pensar e agir do outro, não quero convencer ninguém a ter que conviver com pessoas tóxicas, amargas, ou que também lhe julgam por ser como você é, mas busque sempre ser melhor, ter atitudes majestosas e diferentes daqueles que lhe fazem "mal", afinal é sobre nós que estamos falando, não podemos mudar o mundo, mas podemos construir o nosso mundo mais belo, e em cada passagem deixar sopros de alegria e sabedoria. Muitas vezes, ainda assim lhe julgarão, mas você terá aprendido a se comportar como um escudo, onde nada de mal lhe toque, e embora possa se sentir um pouco cansado(a), respirará fundo e soprará novamente mais alegria e sabedoria para apagar o fogo tóxico daqueles que apenas estão perdidos no mundo.
Seja fonte de luz e busque compreender o outro pela vida que teve e não pelo o que é ou o que se tornou, afinal ele pode sim ser uma vítima, e você com muita sabedoria poderá ser o antídoto, que em doses homeopáticas, trará além do conhecimento, sabedoria, para estas pessoas que lhe "faziam" mal.
Efésios 2:10 – “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus preparou antes para que andássemos nelas.”
2 Timóteo 1:7 – “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.”
Deus abençoe sua vida....
