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Creio estar na hora de alterar alguns termos quando se tratar de debates políticos entre candidatos. Para palco, RING; para debate, DEBATE-BOCA. Ou então incluir no regulamento o uso da função MUTE sempre que a fala não se referir a propostas. Deve melhorar, embora muitos vão achar que a TV ou Celular está com problema.
O que adianta fechar os bares para ninguém beber nas eleições.
Se já tem milhares de gente "bêbadas" indo votar?
-Elton Jhon Galvão
Em um país de pseudos representantes do povo
as eleições é a utopia institucionalizada
que contribui para a manutenção
da fé em mudanças
que o povo necessita
para continuar sendo explorado
de forma dócil.
"Vivemos em um mundo onde políticos viraram celebridades com fã clube, uniforme e carteirinha.
E a vaidade pelo Ego soberano se encontra a cima de qualquer verdade"
Eleições:
1 dia em que os políticos fazem tudo funcionar perfeitamente para o povo e esse povo faz com que 1.459 dias, no mínimo, tudo funcione impecavelmente para os políticos.
"Quem não tem coragem de pegar em armas para defender os seus, peguem o título de eleitor é muito mais fácil".
Naquele dia, vocês clamarão por causa do rei que vocês mesmos escolheram, e o Senhor não os ouvirá.
Dentro de cada um de nós existe o bem e o mal. Quando você avalia a questão política como uma batalha espiritual ou algo parecido, você parte de um pressuposto que existe o lado do bem e o lado do mal. O problema dessa visão, é que ela nos limita, impede de se abrir para o outro e com isso, também limita a democracia. A história está repleta de atrocidades financiadas por essa forma de pensar; o Talibã, que mata em nome de Deus, é um exemplo disso; a conspiração de Hitler contra o povo Judaico utilizou o mesmo argumento, são nós e eles, o lado bom e o lado ruim. Isso cega a ponto de às pessoas se enganarem acreditando que dessa vez é diferente, mas não é. O discurso de ódio se alimenta dessa dualidade. Por favor, não financiem essa visão perversa e comecem a enxergar o outro, que possui o direito de ter uma opinião divergente, com respeito.
A impressão que eu tenho, é que o Brasileiro ainda espera por um salvador da pátria que libertará a nação de todos os males. Nessa polarização, os males acabaram sendo personificados em dois candidatos, alimentados por grandes conspirações. Quando entramos nessa fantasia, fica difícil de tratar com realidade e o resultado passa a ser o agir de nossas pulsões. Independente de quem ganhe, com essa forma de votar, quem perde é o Brasil.
Baseado no comportamento de nossos políticos em debates (combates?), fico na dúvida se os próximos serão divididos em rounds ao invés de blocos e se no dia da posse receberão, em lugar da faixa, um cinturão.
Estas eleições estão marcadas por uma intensa guerra de reputação: um, sujo, que se autodeclara limpo a qualquer custo, e não gosta quando outros mencionam sua sujeira; outro, até o momento sem qualquer condenação judicial por corrupção, afirmando sua boa reputação, mas tendo dificuldade em ser reconhecido como tal, uma vez que o sujo inescrupulosamente o acuso de sujeira, com o objetivo de desacreditá-lo perante a sociedade brasileira e, assim, obter vantagem política. Tantas são as acusações, que gerou uma outra guerra, a judicial: cada qual recorre a justiça, a fim de se defender. O triste é perceber, que estas tão elevadas e necessárias instâncias da Justiça, não estão sendo cegas, como deveriam ser. Enxergam quem querem ver, e favorecem quem querem ver no poder. A continuar assim, perguntemo-nos: Que país vamos ter? Deus tenha misericórdia de nós, e venha nos socorrer!
A ciência se baseia em confiança. Todo pesquisador confia que seu contemporâneo e predecessor fez seu trabalho. Einstein levou +30 anos para defender a relatividade, eu confio que ele foi competente, e posso seguir em frente usando suas ideias. Imagine uma sociedade onde ninguém confia em minguem. Com um presidente paranoico, é isso que vamos construir. O Brasileiro já é um dos povos mais desconfiados do mundo!
Preocupa-me o Tribunal Superior Eleitoral se ocupar mais em dar atenção aos candidatos e políticos do que ao seu real objeto de trabalho: o ELEITOR. Ou então que deixe de ser → Eleitoral e passe a ser → Candidatal.
Quando você vota em branco, está permitindo que outras pessoas escolham o seu futuro.
O voto é individual e secreto, mas o resultado pode afetar milhões de pessoas.
Não é hora de ser imparcial. Ajude a definir o futuro do país.
Você tem duas opções. Vote em quem a sua consciência aconselhar, respeite a escolha dos outros, aceite a vontade da maioria e trabalhe pela nação independentemente de quem ganhar.
O Brasil é de todos!
"Foi alvo de todos os males que corroem a política [...] A generosidade com que ela passou por cima dessas desavenças em nome da democracia servem de exemplo." Vera Magalhães chora no ‘Roda viva’ ao falar sobre Marina Silva [Eu também choro, e muito!]
"É preciso saber a hora da ação e da inação, do ouvir e do falar, da crítica e da reflexão, mas sobretudo, quando alguém se predispõe à liderança de qualquer projeto, é necessário aceitar o resultado do jogo democrático, mesmo contrário à sua vontade.
Não dá pra querer mudar a regras da partida depois que ela acaba.
Isso é coisa de mau perdedor."
À democracia se traduz: “do povo, para o povo e pelo povo”. Respeitar a vontade da maioria de eleger seus representantes é respeitar a própria democracia.
Quer fazer a caridade?
Faça sem ter distinção!
Não pergunte pelo voto
De quem recebe o pão!
Quem nega uma marmita
Mostra que não acredita
No amor pelo irmão.
Candidato abraça o povo,
Visita a comunidade.
Diz que vai mudar a vida
Dos que têm necessidade.
Quando vira deputado,
Logo esquece o combinado
Que fez com a sociedade.
"Em 2022 conheci o estranho caso de pessoas que se atribuem o título de democratas, mas não aceitando o resultado das eleições, fecham estradas e cantam o hino nacional em frente aos quartéis clamando por intervenção militar."
O que é mais curioso: a maior parte das religiões condenam a violência e idolatrar homens. Os supostos religiosos faziam o que alguns chamam de “customização da religião”: sou religioso, mas somente sigo o que concordo, o que me interesse. Tenho o meu Jesus, que é meu, e eu digo quais são as regras.
Sempre votamos no futuro, desta vez votamos no passado, escolhemos nosso cemitério preferido como nação.
Estava conversando com um amigo, e ele fala de sair do país. Isso me preocupa como nação: somente aceitamos os ventos quando sobra a nosso favor: eu aguentei Bolsonaro por 4 anos, morrendo de medo. Boicotamos qualquer esforço que seja da maioria, caso não seja nosso. Isso se chama oligarquia, e a Rússia é um exemplo do que ocorre nesse regime: uma única pessoa levou um país inteiro para guerra, gerando prejuízos para todos.
