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Vejo muitos debates acalorados sobre política nas redes sociais. No entanto, é uma pena não passarem de frivolidades. Falar sobre politicagem é algo distinto de dialogar sobre política.
Saber sobre os feitos e atitudes dos políticos de estimação, não torna alguém especialista em gestão pública.
Para se tornar entendido no assunto, com clareza de pensamentos e ter embasamento filosófico, é necessário no mínimo ler as principais obras de algumas das mentes mais brilhantes no que diz respeito a governança.
Que tal lerem as obras de Aristóteles, Nicolau Maquiavel, Jean-Jacques Rousseau, Thomas Hobbes e Max Webber, para iniciar a sua formação de opinião. Em seguida, seus horizontes se expandirão e não haverá mais fronteiras para sua busca de conhecimento.
Falar sobre algo é muito fácil, o complicado para a maioria da população é formar frases com significado, embasamento e coerência dentro do tema proposto.
Aprender, na sua essência, é ampliar os horizontes, ver coisas que antes eram invisíveis e reconhecer capacidades dentro de você que você não sabia que existiam.
Se você quiser passar em um teste, pratique resolver os tipos de problemas que provavelmente aparecerão nele.
Na hora de ouvir, ouça com atenção, na hora de falar, fale com educação, entre uma e outra ação pense com a razão!
A. Cardoso
Uma educação castradora não nos faz pensar, mas é exatamente esse o objetivo da deseducação alienadora dessa pátria da desordem e do regresso! Não é culpa dos professores, é culpa do sistema alienador e enganador do "mistério da deseducação" - doutrinação castradora, enquadradora, limitadora, isso não tem nada a ver com gênero! Estamos falando de educação para libertar - não educação para castrar e condicionar!
A sociedade intelectual tem que parar de alimentar esperanças e sonhos revolucionários nas mentes incapazes de discernir o conhecimento. Forçando engajamento e ativismo em causas débeis. Pois, só alimentamos os porcos com a melhor ração quando temos a intenção de abate-los para uso próprio. Do contrário, devem continuar comendo lavagem.
Pra você ser respeitado,
Faça já por merecer,
Não invente de ofender,
Seja sempre educado,
E vai ser valorizado.
Mas se você for xingar,
Ou até esbravejar,
Te dirão um palavrão,
Vão dizer que és sem-noção,
E te mandam se danar!
Sobre a educação infantil, devemos ter prudência. Pois, quando muito podada e não estimulada, a criança se torna um adulto heteronômico. Sendo incapaz de questionar, refletir, repensar, inventar e criar novas regras.
Uma pessoa antagônica ao conceito de autonomia, e portanto, incapaz de fazer suas próprias escolhas e modificar positivamente o seu meio.
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INCLUSÃO
Quando se entende que é necessário incluir
é porque o direito de estar incluso tem sido negado
e no caso de seres humano que são rotulados como “normais” e “deficientes”,
cria-se nessa “não inclusão”, a desvalorização do ser, quanto humano, onde
atribui-se a este ser considerado diferente, não “normal”, valores negativos que
lhes suprimem as igualdades de oportunidades de serem.
Excluindo-lhes o direito constitucional de exercer a sua cidadania,
retirando-lhes a oportunidade de viver como ser social,
estigmatizando-os em um fardo pesado para a família e a própria sociedade que o exclui.
O grande problema é que o "normal" não é normal dentro da própria
realidade social que exclui os "não normais", pois ambos exigem da educação sistematizada
uma atenção intrínseca ao ser, que é a capacidade de aprender que cada um de tem a sua forma própria de ser.
Dessa forma, a educação, ao corroborar com o classificação conceitual de "normais" e "deficientes" dentro
da sua responsabilidade educativa e formadora, falha no tratamento igual que ela destina para os "normais", que não são normais, pois são diferentes.
Educar é muito mais que ensinar,
é fazer com que o educando internalize
os conceitos aprendidos,
transformando-os em atitudes.
A educação que se resume no acúmulo de informações,
é mera instrução que informa, mas não educa.
O educador é aquele que enxerga
no fracasso do aluno,
o insucesso de sua práxis,
a falha na sua metodologia,
o erro em sua avaliação diagnóstica,
a necessidade de repensar a sua educação educativa.
Incluir por incluir, simplesmente, na educação
é legitimar a exclusão formalizada,
onde quem é incluído,
sente-se excluídos pelas práticas igualitárias.
A educação é uma relação cultural
onde quem faz a intermediação
e quem é o alvo dela
trocam experiências vividas,
de realidades distintas,
havendo uma ruptura de velhos saberes,
para a construção do novo conhecer.
A visão de educação como meio de produção,
com metas a cumprir e recompensas a ganhar,
caso consiga, estas alcançar.
Faz da escola um a instituição de resultados a questionar.
Os propósitos de mediar
a construção de indivíduos críticos capazes
de sua realidade interpretar
e transformá-la se assim desejar,
a escola, infelizmente, não tem conseguido concretizar.
Três coisas após o estágio não me saem da mente, a primeira tem a ver com a filosofia de Sócrates que dizia dele mesmo “só sei que nada sei”, deixando claro que não precisamos pregar verdades. A Segunda é relacionada à polifonia, na qual é forjado o nosso eu. E a terceira estaria ligada ao pensar Freudiano ligado ao saber ouvir e observar, onde Freud apud Dra Waleska Fochesatto diz: (...)Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir fica convencido de que os mortais não conseguem guardar nenhum segredo (IBIDEM,P.78-Caso Dora).
Precisamos sair da ditadura citada na música de Chico Buarque e Gilberto Gil, cálice(cale-se). Ouvir e, a partir dessa ação encontrar a forma adequada para a transmissão de conteúdo e a viabilização da educação, mas também, sair da pretensão de que libertamos, de que ensinamos.
Ninguém precisa de que digam o que fazer, precisamos de educadores que ajudem na leitura das realidades e depois disso, então, o educando estará apto a intervir ou não na situação que por ele foi analisada. Chega de estupros filosóficos, escravização em nome da liberdade.
Ao tecer uma crítica, não insulte e sim conscientize.
Ao conscientizar, não imponha e sim ensine.
Ao advertir, não ameace e sim corrija.
Ao corrigir, não humilhe e sim seja exemplo.
Ao repreender, não recrimine e sim esclareça.
Pra criar hábitos, eduque. Pra acabar com hábitos, eduque.
Ao educar seja gentil e paciente. Pode parecer que no início nada se aprende, no entanto, demonstrar o que se aprendeu pode levar um tempo.
Ao dirigir palavras que afetem a vida do outro, no intuito de fazê-lo melhorar, o mais importante é se colocar em seu lugar, vestindo seus sapatos e sabendo dos seus tempos, limitações e capacidades.
O que para nós parece ser algo fácil, para o outro, pode ser um grande e quase impossível desafio.
TORRE DE BABEL EM PLENO SÉCULO XXI
Abruptamente um ferver de sangue: palpitação. Não sei o porquê do formigamento, nem o acelerar do coração: momento de estresse do corpo.
Faz-se necessário ACALMAR.
Noites angustiantes. Não há esperança, não há sonho. Agora é a hora. Madrugada silente. Um pé, outro pé, olha de um lado, do outro, para frente, para trás, só o belo luar por testemunha.
Não leva pão, nem água, somente um corpo sem lenço, sem documento, sem esperança...
Corpo palpitando que não tem direção, que não vê o som do ouvido, muito menos do coração.
Não tem um plano de fuga, não tem destino, suor frio, só palpitação.
Ir ou não ir, eis a questão. Vão chorar, vão esbravejar, vão silenciar? Um insight.
O que preciso saber?
Não há dinheiro, não há nome e nem sobrenome, não há status, não há classe social, não há escolaridade, não há países... Diante deste vírus somos análogos.
Sei lá...
Nada, nada, nada...
Tudo certo, nada errado.
E filhos? Amigos, parentes, derentes?
Um olhar no infinito.
Os meios de comunicação confirmam o alastramento da pandemia.
Palpite, palpita, palpitação...
Passos...
Outros passos...
Mais passos...
Rodamoinho.
Vacina...
Um insight.
Tomar ou não tomar vacina?Jamais penso nesta alternância porque eu confio na educação gratuita e de qualidade.Confio na ciência, porque ela é tipo a estátua de bronze que curava o mordido da serpente como assevera o velho testamento.Eu acredito que o homem é imagem e semelhança de Deus. Portanto estou a esperar para ser agraciada no momento certo, no momento oportuno para me vacinar e assim que puder eu abraçarei, beijarei quem eu quiser...
Eis a questão diante de pessoas incultas eu as ignorarei porque não se oferece pérolas a porcos.Diante do cenário me senti como os protagonistas que tentavam chegar ao céu, mas, não entendiam a fala do outro, assim estou nesta pandemia porque um país diz uma coisa, outro país diz outra coisa... E assim não se chega ao denominador comum.
Tempo de incertezas.
E agora Jesus?
O que faço diante da linguagem diferenciada de personagens que retornaram da Torre de Babel e que permanece com o pensar de um tempo longínquo?
Ignoro, porque eu posso tudo naquele que me fortalece e esta pandemia vai ser erradicada do mundo porque temos a sabedoria, a perseverança dos cientistas, o comprometimento do sistema e a certeza que somos moldes de Deus.
A educação é tudo.
A ciência é tudo.
Deus é tudo.
Eu cri.
Eu creio
Eu acredito.
Tudo isto vai passar.
Parte significativa da educação escolar brasileira vive um jogo patético onde o professor faz de conta que ensina enquanto o aluno faz de conta que aprende.
